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Mais do que um desconforto na estética, o efeito sanfona também pode causar problemas cardiovasculares

Para muitas pessoas, perder peso não é um processo fácil! A possibilidade e medo de reaver todos os quilos eliminados é temido por quem decide começar uma dieta. Conhecido como efeito sanfona, a perda e ganho de peso em curtos espaços de tempo pode causar não apenas problemas relacionados à autoestima, como também aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

 

Uma pesquisa publicada pelo periódico New England Journal of Medicine, aponta que engordar e emagrecer ciclicamente aumenta o risco de problemas cardiovasculares e de morte prematura, em especial nos grupos de risco para doenças do coração, ou pessoas com níveis altos de colesterol.

O estudo acompanhou 9 mil pessoas com idades entre 35 e 75 anos de idade e constatou que as mudanças constantes na balança em apenas 1kg já é o suficiente para aumentar o risco de problemas no coração em 4% e o de morte prematura em até 9%.

A nutricionista Gabi Lodewijks argumenta que para que o processo de emagrecimento seja duradouro, saudável e respeite o corpo é necessário trocar o pensamento de uma dieta restritiva por uma reeducação alimentar. “Há um falso achismo de que é preciso cuidar da alimentação apenas quando se quer perder peso. Na verdade, quando você abre mão dessa ideia, entende que a manutenção de peso é constante, pois é um estilo de vida que precisa ser adotado”, explica.

leia mais: folhavitoria.com.br

fonte: Folha de Vitória

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O consumo excessivo de gordura de origem animal, frituras, alimentos industrializados feitos com gorduras trans e de carboidratos refinados podem favorecer o acúmulo de placas de gordura nas artérias, dificultando a passagem do sangue e aumentando, assim, o riscos de infartos e AVC.

A importância da alimentação adequada na redução do risco cardiovascular e no controle dos fatores de risco já está demonstrada por uma série de evidências científicas. Estudos demonstraram que as doenças cardiovasculares podem ser reduzidas em 30% com modificações no estilo de vida, e uma das melhores formas de evitar o problema é através da prevenção, que inclui uma alimentação saudável.

De acordo com a gerente de Nutrição do HCor (Hospital do Coração), Rosana Perim, a gordura saturada e a trans, os açúcares simples e o sal estão entre os nutrientes que aumentam o risco quando consumidos em quantidades excessivas, pois exercem efeito direto sobre a saúde do coração aumentando a incidência dos fatores de risco, como a hipertensão, a dislipidemia, a obesidade e o diabetes. “Aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes, cereais integrais, carnes magras e derivados de leite desnatados, são boas opções para manter o peso e controlar os fatores de risco”, alerta a nutricionista.

Para cuidar da saúde do coração, a gerente de Nutrição do HCor dá algumas dicas de alimentos que são amigos e os que são considerados “vilões” para o coração:

Amigos do coração:

Peixes: ricos em ômega-3, possuem ação anti-inflamatória e também auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e triglicérides e aumento do bom colesterol (HDL)

Azeite de oliva: o tipo extra virgem reduz os níveis de colesterol ruim e aumenta o colesterol bom. Dessa forma, previne doenças cardíacas e aterosclerose

Aveia: o farelo de aveia é o alimento mais rico em fibras solúveis e com maior capacidade de diminuir o colesterol sanguíneo, reduzindo a absorção de colesterol e retardando a digestão das gorduras

Soja: possui efeito em reduzir os níveis de colesterol sanguíneo, pela ação das proteínas da soja e das isoflavonas, classe de substâncias vegetais que têm funções semelhantes ao estrógeno humano. As principais fontes são o feijão de soja, o queijo de soja (tofu), o molho de soja (shoyo), a farinha e o leite de soja, dentre outros

Suco de uva: os flavonoides presentes na uva podem agir como substâncias antioxidantes, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.

Vilões do coração:

Sal: em grandes quantidades, pode elevar a pressão arterial, contraindo as artérias e consequentemente aumentando as chances de infarto e derrame, além de comprometer o funcionamento dos rins.  Atenção aos alimentos industrializados e processados, sopas instantâneas, temperos prontos, salgadinhos de pacote, enlatados, conservas e defumados

Açúcares: o excesso de açúcar na alimentação pode levar ao aparecimento da obesidade e diabetes. Não exagere no consumo de doces, chocolates, refrigerantes, massas e pães

Gorduras saturadas, trans e colesterol: promovem o aumento dos níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue. Estão presentes na gordura animal, óleo e polpa de coco, dendê, banha, gema do ovo, frutos do mar (camarão, lula, marisco, polvo), vísceras (fígado, coração), leite e laticínios integrais, manteiga, queijos amarelos, frios e embutidos. Já as gorduras trans, aparecem em algumas bolachas recheadas, sorvetes cremosos, molhos prontos, folhados e alimentos com consistência crocante

Fonte: Revista News

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Na tentativa de evitar problemas de saúde devido aos efeitos colaterais de medicamentos durante o exercício, pesquisas com intervenções não-farmacológicas são um tema apropriado para ser explorado em pessoas que treinam frequentemente e para quem pretende iniciar um hábito mais frequente de exercícios.

 

Um composto promissor que tem recebido atenção é o abacate (Persea americana). Ácidos fenólicos e flavonóides foram encontrados em sementes de abacate, sugerindo um efeito de suporte na saúde cardiovascular.

Na tentativa de evitar problemas de saúde devido aos efeitos colaterais de medicamentos durante o exercício, pesquisas com intervenções não-farmacológicas são um tema apropriado para ser explorado em pessoas que treinam frequentemente e para quem pretende iniciar um hábito mais frequente de exercícios.

Um composto promissor que tem recebido atenção é o abacate (Persea americana). Ácidos fenólicos e flavonóides foram encontrados em sementes de abacate, sugerindo um efeito de suporte na saúde cardiovascular.

O estudo publicado na Scientific Reports teve como objetivo analisar os efeitos da ingestão de cápsulas de abacate antes do esforço sobre a recuperação após exercício, um procedimento que fornece estimativa acerca do risco do indivíduo sofrer complicações cardiovasculares. A pesquisa foi conduzida pelo Centro de Estudos do Sistema Nervoso Autônomo, da UNESP de Marília.

O estudo é um ensaio clínico, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, na intenção de fornecer maior confiabilidade nos resultados.

Foram analisados 16 mulheres. O cálculo estatístico indicou significância para essa amostra para uma população de mulheres entre 18 e 23 anos sem doenças.

Assim, as voluntárias foram excluídas caso apresentassem distúrbios cardiorrespiratórios, neurológicos, musculoesqueléticos, renais, metabólicos, endócrinos e outros problemas relatados que proibiam a conclusão bem-sucedida dos protocolos, os indivíduos em uso de medicamentos e tabagismo. Além disso, as voluntárias não participaram caso estivessem entre o 10º e 15º dias e entre o 20º e 25º dias do ciclo menstrual, a fim de evitar influência da fase lútea e folicular, respectivamente. Foram excluídas voluntárias sedentárias, inadequadamente ativas ou hiperativas avaliadas de acordo com o Questionário Internacional de Atividade Física.

O grau de estresse do corpo foi mensurado por meio da atividade eletroquímica da pele, ritmo do coração e pressão arterial.

leia mais: universoracionalista.org

fonte: Universo Racionalista

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Arritmia, doença arterial coronariana, hipertensão, infarto, insuficiência cardíaca, aterosclerose, taquicardia. Não importa qual, os problemas de coração são as maiores causas de mortes no Brasil. E, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), representam 31% dos óbitos ao longo de um ano.

As doenças cardíacas também são a maior causa de mortes de mulheres: uma em cada cinco corre o risco de desenvolvê-las. Elas têm o coração dois terços menor que o do homem, frequência cardíaca média mais acelerada e as artérias coronárias são mais finas.

Após a menopausa, há redução do estrogênio. Por consequência, aumenta a concentração de colesterol no organismo feminino. Além disso, hipertensão na gravidez ou diabetes gestacional, ovários policísticos e uso de anticoncepcional podem aumentar a possibilidade de doença cardíaca entre as mulheres mais jovens.

Portanto, os cuidados devem começar desde cedo. Especialmente se a mulher tiver histórico familiar de infartos, for sedentária, tiver pressão alta, ser obesa, fumante, tiver diabetes ou colesterol alto.

É fundamental consultar o (a) cardiologista, realizar exames periódicos e adotar um modo de vida mais saudável para prevenir doenças e suas complicações.

Sintomas diferentes em caso de infarto
Também chamado de ataque cardíaco, o infarto agudo do miocárdio ocorre quando um coágulo bloqueia de alguma forma o fluxo sanguíneo para o coração. Segundo especialistas da Rede D’Or São Luiz, é o resultado de uma série de processos que culmina em uma situação extrema: o dano ao tecido do coração. Isso pode comprometer para sempre a capacidade cardíaca ou levar a pessoa à morte. Os riscos de óbito são maiores nas mulheres que nos homens.

O Ministério da Saúde ressalta que as mulheres apresentam sintomas diferentes de infarto: dor no abdome, semelhante a dor de uma gastrite ou esofagite de refluxo; enjoo; e mal-estar geral, além de cansaço excessivo, sem causa aparente.

Também podem ocorrer a dor ou desconforto na região peitoral – só que no caso das mulheres, semelhante a agulhadas ou pequenas facadas, que pode irradiar para o braço esquerdo, as costas e o rosto. Outros sintomas comuns como suor frio, palidez, falta de ar e sensação de desmaio podem ocorrer, mas nem sempre estão associados.

leia mais: portalr3.com.br

fonte: Portal R3

 

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Um estudo aponta que a tolerância ao exercício de um astronauta que passa longos períodos no espaço é comparável à de uma pessoa não treinada com um estilo de vida sedentário.

Nosso corpo não foi feito para sobreviver no espaço. Desde quando os primeiros astronautas começaram a se aventurar fora da Terra, cientistas pesquisam os efeitos da falta de gravidade no organismo. Perda de densidade nos ossos, problemas de circulação, achatamento do globo ocular, atrofia muscular e hipertensão craniana são alguns dos mais comuns.

Uma nova pesquisa descobriu que o voo espacial também reduz a tolerância ao exercício e envelhece o coração dos astronautas de maneira mais rápida. O estudo foi publicado recentemente na revista científica Nature Microgravity, e conduzido por cientistas do Instituto Politécnico de Turim, na Itália.

O estudo é baseado em um modelo matemático que permitiu analisar algumas das características dos voos espaciais que influenciam na adaptação do sistema cardiovascular a um ambiente menos exigente. A microgravidade induz uma degradação no condicionamento cardiovascular semelhante ao envelhecimento acelerado, segundo os pesquisadores.

Nasa/Divulgação

Luca Parmitano, da Agência Espacial Europeia, faz exercícios em uma esteira projetada para permitir que os astronautas corram sem vibrar delicados experimentos científicos de microgravidade nos laboratórios da Estação Espacial Internacional. Imagem: Nasa/Divulgação

“As descobertas são úteis para projetar futuros voos espaciais de longo prazo, individualizar contramedidas ideais e compreender o estado de saúde dos astronautas no momento da restauração da gravidade parcial – por exemplo, um pouso na Lua ou em Marte”, afirma Stefania Scarsoglio, coautora do estudo.

Os cientistas compararam a resposta cardiovascular em condições de microgravidade com o que ocorre na Terra, levando em conta vários parâmetros hemodinâmicos – como trabalho cardíaco, consumo de oxigênio e índices de contratilidade, além da pressão arterial. Todos esses índices foram reduzidos.

A tolerância ao exercício de um viajante espacial foi considerada comparável à de uma pessoa não treinada com um estilo de vida sedentário. A nível celular, os pesquisadores ainda observaram alterações significativas no aporte médio de nutrientes.

Fonte: Futurism

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Especialista do Sistema Hapvida fala sobre prevenção e cuidados em tempos de Covid-19

Ansiedade, alimentação desequilibrada e sedentarismo são algumas das consequências do impacto negativo que a pandemia do novo coronavírus trouxe para a sociedade, as quais também têm sido também as principais vilãs do ataque ao coração. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares ainda continuam sendo a principal causa de morte no mundo. Por este motivo, o cardiologista do sistema Hapvida, Dr. Railton Cordeiro, explica como manter a saúde do coração em dia.

Segundo o especialista, a prática regular de exercício físico, ter um sono reparador, em média sete horas por dia, manter o peso corporal, reduzir o percentual de gordura, controlar e aferir com frequência a pressão arterial, evitar o estresse, realizar os exames do coração com a periodicidade correta, e, sobretudo, ter uma alimentação equilibrada, livre de sal, gordura e açúcares – estes em excesso, são prejudiciais para as artérias do coração -, são dicas simples, mas fundamentais, de como ter uma vida saudável e longe dos riscos de doenças cardiopatas.

Mas antes de começar a praticar qualquer atividade física é recomendável a realização de exames médicos. O procedimento serve para detectar problemas que possam limitar, ou mesmo contra-indicar, a execução de determinados exercícios, e, ajudar o indivíduo a selecionar o tipo de esporte que melhor se adapta às suas necessidades e gosto pessoal. “A atividade física é um remédio, mas deve ser praticada com responsabilidade”, afirma Cordeiro.

Os exames médicos prévios são indispensáveis para as pessoas que desejam iniciar a prática de exercício físico, e também, para aqueles que levam uma vida sedentária. “A realização dos exames também é essencial para as pessoas afetadas por vários tipos de problemas, como, doença coronária, hipertensão arterial, diabetes, obesidade, asma, dependência do tabaco, entre outras”, informa o especialista.

Atenção a alimentação

A alimentação balanceada é o segredo para quem deseja reduzir os fatores de riscos que comprometem a saúde do coração. “As pessoas precisam criar o hábito de incluir frutas, verduras e carnes magras em seu plano alimentar. É orientado também evitar alimentos preparados com farinha branca e ficar muitas horas sem se alimentar. A atenção ao colesterol, controle da glicose e do tabagismo também são medidas a serem adotadas por todos”, conclui o cardiologista. Ainda segundo ele, o estilo de vida não saudável, envolto ao estresse, são as formas mais comuns de desenvolver doenças cardiovasculares.

Outro fator importante da alimentação saudável é o bom funcionamento intestinal. No intestino humano, encontra-se a microbiota intestinal – formada por um conjunto de bactérias benéficas com função essencial ao sistema imunológico – sendo assim responsáveis pelo controle da multiplicação de patógenos causadores de doenças. Dessa forma, essas bactérias funcionam como barreiras naturais a doenças. Com isso, o médico destaca que, na pandemia de COVID-19, o uso de probiótico pode promover a regulação do sistema imunológico, em função do risco de agressão que este vírus promove no corpo humano, mas não é fator excludente para a infecção, podendo apenas otimizar a resposta imunológica.

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Cardiopatias preexistentes devem ser avaliadas para não oferecer riscos gestacionais.

A gravidez promove uma série de alterações físicas, hormonais e emocionais na mulher. Ao descobrir a gestação, inicia-se o pré-natal, que inclui as consultas e exames mensais com o objetivo de acompanhar não somente a evolução da gravidez, mas também a saúde da mãe e do bebê.

Mulheres que engravidam e possuem algum problema de saúde preexistente precisam ter uma atenção especial durante o pré-natal, a fim de garantir uma gravidez segura e com pouca chance de complicações.

“Antes de engravidar, é comum a mulher passar pela consulta com o ginecologista, mas o cardiologista também deve ser procurado, pois muitas delas têm problemas cardíacos e não sabem. Durante a gestação uma complicação não detectada anteriormente pode aparecer e precisa ser tratada”, alerta o Dr. Augusto Vilela, cardiologista especializado em gestação de risco pelo Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte.

O metabolismo da mulher fica sobrecarregado nesta fase, pois ele trabalha por dois. Com isso, exige-se muito mais de todo o seu corpo. Uma das alterações que ocorre, é a frequência cardíaca aumentada, fazendo a circulação sanguínea passar de 4 para 8 litros. “O coração é o órgão responsável para fazer com que o sangue circule por todo o corpo e é importante que a gestante apresente uma condição cardiológica adequada. Quando a mulher tem algum problema cardíaco, ela pode desenvolver doenças que afetam outros órgãos, como a insuficiência respiratória ou algum edema no pulmão”, explica o médico.

leia mais: www.folhavitoria.com.br

fonte: Folha de Vitória

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Sim, o seu coração tem um pequeno cérebro. Pela primeira vez cientistas mapearam os neurônios presentes no coração. O nosso corpo todo tem neurônios, como os neurônios motores, mas esses neurônios do coração são diferentes e “pensam”, por isso os cientistas chamaram a descoberta de “mini cérebro”. O nome técnico é Sistema Nervoso Intrínseco Cardíaco.

O co-autor do mapeamento Rajanikanth Vadigepalli disse: “Agora que temos um mapa abrangente do coração, a maneira como seguimos a medicina bioeletrônica mudará significativamente”.

Ele diz isso porque agora “temos informações disponíveis em um nível de resolução que antes não era acessível antes disso”.

Para que servem esses neurônios do coração?

Acredita-se que o papel dessa rede neural é regular alguns parâmetros, como o ritmo cardíaco e algumas coisas relacionadas à saúde cardíaca.

Para fazer esse mapeamento digital, os pesquisadores utilizaram ratos. Eles são muito utilizado nestes tipos de experimentos porque são muito parecidos com humanos em diversos pontos.

Neles, foi feito um tipo de microscopia de varredura, o que gerou um modelo 3D digital da anatomia do coração.

Depois, com neurônios individuais, eles puderam analisar a atividade gênica dentro deles, o que ajudou a classificá-los em diferentes grupos.

Cada grupo forma um aglomerado distinto, sendo a maioria no topo, mas com alguns nas costas do coração, e outros grupos concentrados no lado esquerdo.

O modelo pode ser visto na imagem abaixo.

(Créditos da imagem: ACHANTA, S et al)

(Créditos da imagem: ACHANTA, S et al)

A imagem A mostra os grupos de neurônios, separados por cores. Note que a concentração no topo é visível. As outras imagens mostram outros detalhes, como vasos sanguíneos, átrios e outros mecanismos cardíacos.

A vantagem de ter conseguido fazer essa distinção e localização é entender o papel de cada grupo.

Zixi Jack Cheng, um dos autores do trabalho disse: “Com o mapeamento espacial da expressão do gene, podemos começar a discutir os papéis precisos que esses neurônios desempenham”.

“Grupos separados de neurônios da ICN têm funções diferentes ou trabalham de maneira integrada para influenciar a saúde do coração? Agora, podemos resolver essas questões de uma maneira que antes não era possível”, completa.

Os cientistas destacam no artigo que o trabalho já trouxe resultados que podem ajudar em dois projetos do programa SPARC (Stimulating Peripheral Activity to Relieve Conditions – algo como Estimulação de Atividade Periférica para Aliviar Condições), do Fundo Comum, atribuído ao Instituto Nacional de Saúde norte-americano (NIH)

Esse fundo tem como intuito desenvolver técnicas e métodos de diferentes tipos de estimulação elétrica para melhorar atividades cardíacas de corações doentes.

O trabalho foi publicado no periódico de acesso aberto iScience.

fonte: SoCientífica

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Médicos avaliaram que doença pode desregular forma como sangue coagula, além de danificar pulmões e sua capacidade de processar oxigênio fresco no sangue

Pesquisadores afirmaram nesta segunda-feira, 19, em uma publicação no Journal of the American College of Cardiology, que danos cardíacos de longo prazo são prováveis em alguns sobreviventes da Covid-19.

Os médicos avaliaram que a doença pode desregular a forma como o sangue coagula, além de danificar os pulmões e sua capacidade de processar oxigênio fresco no sangue.

Pacientes que tiveram que passar por ventilação e sedação estão mais em propensos a desenvolverem os problemas, escreveram o Dr. Sean Pinney da Escola de Medicina Icahn no Monte Sinai e seus colegas.

Mais pesquisas

Outro estudo observou um tipo de dano ao coração conhecido como lesão miocárdica em cerca de um quarto dos pacientes com o novo coronavírus.

Na mesma publicação, uma terceira pesquisa observou que os pacientes com excesso de gordura corporal, açúcar no sangue não controlado, pressão alta e colesterol alto enfrentam riscos muito maiores de complicações do novo coronavírus. No mundo todo é crescente o número de pessoas que possuem os quatro problemas.

fonte: CNN Brasil

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Se não bastasse enfrentar o coronavírus, ainda é preciso se preocupar com os efeitos deixados por ele. Na economia, na educação, nos relacionamentos, no organismo… É, a pandemia tem nos desafiado em muitos aspectos. E quando falamos em saúde, o alerta é maior: este deve ser, sem dúvidas, um dos primeiros tópicos na nossa lista de prioridades.

E isso vale até para aqueles que já enfrentaram a covid-19 e se recuperaram. Aos poucos, a classe médica e científica foi tomando conhecimento do potencial agressivo da doença e das lesões causadas em órgãos e tecidos. Evidências apontam para riscos de consequências graves e permanentes, inclusive no coração.

O fato é que mesmo indivíduos sem problemas preexistentes ou fatores de risco para eventos cardiovasculares podem apresentar alterações da função cardíaca.

Sabemos que muitos desses pacientes supostamente recuperados do coronavírus vão precisar de acompanhamento e uma possível reabilitação. Há ainda, claro, diversas dúvidas sobre essas sequelas, até porque as pesquisas e estudos estão ocorrendo quase que simultaneamente ao avanço do vírus, da busca por medicamentos e de uma vacina. No entanto, é preciso cautela e muita atenção.

Entendendo o que a doença causa Resumidamente, a covid-19 tem três fases de evolução.

A primeira, a da multiplicação viral, depende das defesas imunológicas do corpo no combate ao vírus. Sem a reação necessária do organismo, ela avança para a fase dois, quando ocorre uma atividade inflamatória inicial, estágio em que o pulmão é o órgão alvo, levando a alterações respiratórias e a possibilidade de redução da oxigenação. Caso a doença não seja controlada, ela passa então para a fase três, momento em que há uma hiperinflamação, que além de agravar a situação pulmonar, atinge quase todos os órgãos e tecidos, com sérias consequências, sequelas e risco de morte.

No caso do coração, mesmo com a ausência de doenças cardíacas anteriores, ele pode ser atingido a partir da fase dois e por diversos mecanismos, que vão desde lesões diretas pelo vírus no músculo cardíaco até complicações secundárias em resposta inflamatória e trombótica desencadeada pela infecção.

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Fonte: UOL

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