fbpx

Estilo de vida

Neste Dia dos Namorados, o segundo durante a pandemia, muitos casais enfrentam grandes dificuldades em seus relacionamentos amorosos. Em parte, por causa do isolamento social, que obrigou namorados e casados a viverem com mais intensidade suas relações, por conta do isolamento social. É um fenômeno mundial, que apenas antecipou situações e desgastes que levariam mais tempo para vir à tona na vida normal, pré-pandemia. A terapeuta Catia Simionato tem uma visão interessante dessas relações e oferece algumas dicas e sugestões que podem transformar e melhorar o relacionamento amoroso.

Catia Simionato

Para Catia, as mulheres que estão infelizes na sua relação não têm ideia do seu próprio poder para melhorar o relacionamento amoroso. “Ao invés de reclamar ou se sentir vítima do parceiro, a mulher precisa entender que a energia feminina é muito mais poderosa e transformadora do que a energia masculina. Isso significa que, em grande parte dos casos, a solução para o relacionamento pode estar dentro dela mesma. E isso está ao seu alcance de qualquer mulher, com mudanças de atitudes e posturas que não são muito complicadas”, explica Simionato. “Mas atenção: não estamos falando de relacionamentos abusivos ou violentos. Mulheres que enfrentam isso devem procurar ajuda da Justiça e se afastar imediatamente dos seus parceiros”, ressalta ela.

Segundo a terapeuta, a questão de melhorar o relacionamento amoroso é um dos assuntos mais procurados no seu canal Ser Felicidade, que reúne cerca de 1,2 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook, Telegram e Spotify. Mais de 90% desse público é formado por mulheres. É o maior espaço da Internet brasileira voltado para o tema “expansão da consciência”. E, por isso, Catia resolveu compartilhar seus conhecimentos sobre este assunto por meio de um retiro online chamado “Papo de Sereia”, que vai acontecer, pela Internet, nos dias 25, 26 e 27 de junho.

Catia é responsável por todos os conteúdos do canal Ser Felicidade. Ela é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditações, além de ser professora espiritual. Conta atualmente com cerca de 2.000 alunos e os vídeos publicados na sua página do YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram, no total, mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.

MELHORAR O RELACIONAMENTO AMOROSO EQUILIBRANDO AS ENERGIAS

Muitas mulheres enfrentam dificuldades para viver um relacionamento realmente saudável, amoroso e feliz. E, pela experiência, pesquisas e estudos de Catia Simionato, o motivo disso é que as mulheres simplesmente erram na hora de lidar com o poder da energia feminina e tentam controlar tudo, o tempo todo, e assim assumem o papel da energia masculina no relacionamento ou na família, de forma inconsciente. Essa é a receita perfeita para diminuir ou acabar com a atração do seu parceiro por ela, e até mesmo da própria mulher perder o interesse por ele.

Quantas vezes você já ouviu uma mulher bem-sucedida ou simplesmente com muita atitude e capacidade de resolver os problemas reclamar dos homens com uma postura menos pró-ativa ou chamar o seu parceiro ou ex de “banana”, “sem iniciativa” ou “inseguro”? É disso que fala Catia.

Ela viveu esses desafios na própria vida, anos atrás, antes do atual casamento, e foi em busca de conhecimentos para entender melhor como funcionam, de fato, os relacionamentos entre homem e mulher. Um tipo de jornada que ela própria já havia explorado, antes, ao viajar pelo mundo conhecendo alguns dos mais renomados professores espirituais. Desta vez, sua viagem foi pela Internet, onde conheceu uma coach norte-americana chamada Rori Raye, que faz sucesso nos Estados Unidos ensinando às mulheres um conjunto de habilidades para lidar com seus parceiros, o que inclui uma “mudança de chave”: a capacidade de experimentar apenas “ser” e não mais se esforçar sempre para “fazer”. Seu trabalho inclui orientar as mulheres a expressarem seus sentimentos em palavras e uma linguagem corporal que um homem não apenas percebe, mas também se sente mais atraído pela parceira.

Depois de realizar cursos com Rori, inclusive uma mentoria presencial nos Estados Unidos, Catia conheceu outra coach de relacionamento, também norte-americana, com quem se aprofundou mais na sua busca: Adrienne Everheart. Com ela, Catia desenvolveu ainda mais seu entendimento sobre as diferenças entre as energias feminina e masculina, como equilibrá-las na mulher e, sobretudo, como estimular esta energia feminina para melhorar o relacionamento amoroso.

Na vida moderna, a mulher saiu de dentro de casa e foi para o mercado de trabalho competir com o homem e crescer profissionalmente, atingindo postos importantes de liderança e sucesso. Para isso, porém, muitas mulheres estimularam demais sua energia masculina, que é a capacidade de liderar, resolver problemas e ser pró-ativa, competências necessárias no mundo corporativo, e típicos da energia masculina.

Todos os homens e mulheres possuem as duas energias, mas normalmente as mulheres têm a energia feminina em maior intensidade, enquanto nos homens, claro, prepondera a energia masculina. “Sabe o que realmente atrai um homem? A energia feminina”, diz Catia. O que é energia feminina? Ela tem a ver com as emoções da mulher. Esqueça aquela história que homens não gostam de ouvir sobre as emoções das mulheres. Eles gostam. Mais do que isso, se sentem atraídos por elas. Homens querem saber sobre os problemas e fragilidades da mulher para que eles possam resolver tudo. Para serem o “herói” da história. Sua energia tem tudo a ver com ser o “herói”.

E, no fim das contas, o que é a mulher nesta história? “É a princesa encantada que será salva pelo herói, como nos Contos de Fadas. Essa é uma boa definição de como funcionam os relacionamentos. Se não há uma princesa em perigo, se não há uma mulher contando ao homem seus sentimentos e fragilidades, o modo herói dele não é ativado – e isso reduz a atração dele por ela. E dela por ele, afinal a princesa deseja ser salva pelo herói – e quando não é, ela mesma o critica”, explica a terapeuta.

“Será que a mulher deixa o homem à vontade para ele colocar em prática o seu instinto natural (de cuidar, proteger, salvar) ou muitas mulheres resolvem tudo sozinhas, com seu excesso de iniciativa? Com excesso de energia masculina!”, questiona Catia. É super positivo e necessário a mulher ter esse comportamento no mercado de trabalho, por exemplo. Mas, em casa, para um relacionamento amoroso prosperar, é importante existir mais equilíbrio. A mulher precisa “ser” mais e “fazer” menos.

Para ilustrar essa explicação, Catia lembra mais uma vez da “princesa” sentada dentro de um barco sendo levada por um “herói” que rema o tempo todo na direção que ele achar melhor. Ela não está fazendo nada. Está apenas sendo ela mesma. E deixando que ele tome suas próprias decisões. Relacionamentos amorosos saudáveis precisam de exemplos assim. Menos é mais em relacionamentos, em diversos aspectos.

Um erro clássico da mulher é correr atrás demais dos seus namorados, sobretudo no início. “Como sair dessa, com naturalidade, e como saber esperar e ser feliz consigo mesma enquanto dá a chance do homem (o herói) tomar a atitude no seu tempo, sem cobranças, sem demonstrações exageradas de afeto por ele, sem a mulher parecer carente ou desesperada?”, esse é o desafio de muitas mulheres na opinião de Catia.

COMO NASCEU O “PAPO DE SEREIA”

Tempos depois de todos esses estudos sobre relacionamentos, em 2018, Catia promoveu um retiro espiritual para um grupo de clientes femininas no Havaí. O tema do encontro não eram os relacionamentos. Nos momentos de folga, porém, quando Catia acompanhava suas alunas na praia, ela ouvia repetidamente reclamações sobre namorados e maridos. Muitas das suas alunas, fossem namoradas ou esposas, tinham problemas com seus relacionamentos. E, assim, de maneira informal, à beira do mar, Catia começou a compartilhar tudo que aprendeu sobre relacionamentos, especialmente a questão do equilíbrio entre energia feminina e masculina nas mulheres. Era literalmente um “papo de sereia”.

E a terapeuta mostrou para elas que a mulher tem mais poder nos relacionamentos, simplesmente porque sua energia é mais poderosa. A mulher, se quiser, pode ser a responsável pela qualidade do relacionamento, e não há nada de machista nesta afirmação. Falamos de energias, sentimentos e atitudes simples no dia a dia.

O homem, como um espermatozóide, fica feliz quando conquista, quando vence, quando “invade”. Essa é a sua energia natural. Já a energia da mulher é ficar feliz quando ela está bem com ela mesma, com seu corpo, com suas decisões. É uma energia que reforça o “eu me amo”, “eu compreendo minhas emoções”, “não corro atrás de homem”, “deixo meu companheiro colocar as emoções dele para fora”. Isso tudo é muito mais poderoso do que a energia masculina.

Nessas conversas, Cátia dava, entre outras dicas, um exemplo prático e divertido para qualquer mulher testar com um homem. Numa conversa com seu parceiro, em vez de falar “eu acho”, diga a mesma coisa de um jeito diferente. Diga “eu sinto”, e em seguida diga o que acha a partir dos seus sentimentos. Essa é uma forma poderosa de conectar a energia feminina à masculina. Até pessoas próximas de Catia, que estavam nesse evento, tiveram seus relacionamentos transformados com esses ensinamentos.

RETIRO ONLINE EXCLUSIVO

 Catia Simionato vai realizar, pela primeira vez, um treinamento exclusivo sobre o tema – o “Papo de Sereia”. Será um retiro online, durante três dias, para falar apenas sobre relacionamentos amorosos. A programação inclui cinco aulas nos dias 25, 26 e 27 de junho, pela Internet. As inscrições serão abertas hoje, às 21h. Para mais informações, o público pode acessar www.serfelicidade.com.br/contato.

Não há como driblar a fisiologia natural do organismo e parar o envelhecimento. Entretanto, um estilo de vida saudável pode retardar os efeitos da degeneração celular e postergar o surgimento de doenças e dificuldades típicas da terceira idade. Esta é a razão pela qual uma nova geração de pacientes está buscando a Medicina do Estilo de Vida (MEV) para envelhecer com mais saúde e qualidade de vida.

“Esta especialidade da Medicina traz uma abordagem interdisciplinar que tem como alicerce o estilo de vida saudável para prevenir, combater e até mesmo reverter doenças crônicas, resultando em longevidade com saúde. Essa abordagem tem como pilares a alimentação saudável com uma dieta baseada em plantas, atividade física regular, qualidade do sono,, controle de tóxicos, saúde mental e relacionamentos – todos com embasamento científico”, explica Dra. Livia Salomé, especialista em Medicina do Estilo de Vida (MEV) pelo American College of Lifestyle Medicine e vice-presidente da Regional Minas Gerais do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida (CBMEV).

O objetivo da especialidade é criar uma relação onde o médico possa conhecer seu paciente de forma integral e mais profunda, desenvolvendo soluções estratégicas para o equilíbrio do corpo. “Dessa forma, podemos dizer que o médico do estilo de vida vai além do prognóstico baseado em um diagnóstico de doenças já desenvolvidas”, esclarece Dra. Livia. 

Para ela, o diferencial dessa especialidade é, além de prevenir doenças, garantir que o envelhecimento impacte o menos possível na vida do idoso por meio de estratégias de mudança de estilo de vida. “O paciente é o principal elemento deste processo. Inclusive, vemos que é possível mesmo a reversão de doenças crônicas até então tidas como incuráveis”, diz.

Diversos fatores determinam as condições de saúde durante a terceira idade. Entre eles, a integração da capacidade física e mental, a capacidade funcional, a independência e o suporte social. “Tudo isso agrega valores e constrói espaços de cidadania, de forma ativa, saudável e humanizada”, reflete.

A Medicina do Estilo de Vida leva em conta que, assim como o corpo muda com a idade, mudam também outras necessidades como, por exemplo, a alimentação. Pessoas mais idosas tendem a comer menos, o que pode ser um desafio para alcançar a recomendação de ingestão dos nutrientes essenciais. Metade das pessoas idosas consome menos proteína do que a quantidade diária recomendada e até 92% têm baixos níveis de vitamina D no sangue. “Cuidar da alimentação é fundamental em qualquer idade, mas para a terceira idade é crucial”, diz a especialista.

Outro aspecto importante que contribui para o envelhecimento saudável é a prática frequente de atividade física, importante para a saúde em qualquer idade. Porém, no caso dos idosos, aqueles que praticam exercícios são mais propensos a avaliar sua saúde como excelente. Isto ocorre porque mexer o corpo significa melhora do humor, maior independência, mais interação social, menor risco de doenças e lesões por quedas e, consequentemente, mais bem-estar mental.

“Tanto a alimentação quanto os exercícios são relevantes para o controle de peso, ponto que merece atenção especial na terceira idade. O excesso de peso pode bloquear o caminho de uma boa mobilidade e uma atitude positiva, por isso, é preciso estar atento”, afirma a médica. 

Segundo a especialista, cuidar da saúde mental também é importante para todos, principalmente para os interessados em ter um envelhecimento saudável. “A Medicina do Estilo de Vida contempla este aspecto também, buscando ajustar questões como o convívio em família em atividades corriqueiras, como as refeições diárias, amigos e comunidade e ter uma boa noite de sono. Tudo isso reduz o estresse e promove mais energia e otimismo, propiciando longevidade”, conclui a médica.

Aquela dor nas costas está insuportável. As queixas são muitas, mas os movimentos para solucionar a questão, poucos. Falta tempo na agenda. Na semana que vem você faz um alongamento ou marca aquele retorno ao fisioterapeuta, não é mesmo? Pensando melhor, a dor nem está tão insuportável assim. Alguém aí se identifica? Alguém aí está ignorando os pedidos de socorro emitidos pelo corpo e pela mente? 

Atentar aos sinais emitidos por corpo e mente e definir uma rotina de autocuidado que faça sentido no dia a dia pode ser um grande passo

Segundo o fisioterapeuta Regis Severo, que atua na área de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos da Mercur, é cada vez mais comum as pessoas “terceirizarem” suas questões de saúde. “Muitas vezes o que vivenciamos é que quando uma pessoa vai procurar um fisioterapeuta ou outro profissional de saúde ela tem uma queixa específica. Ela precisa, quer e confia que o profissional vai resolver o problema dela, mas às vezes ela não confia no potencial de controle que tem da própria saúde e ignora os sinais que o corpo emite, negligenciando um autocuidado que é imprescindível para o bem-estar”, afirma. 

O profissional defende que todos devemos fazer reflexões que nos levem a assumir o protagonismo, o controle da própria saúde para colocar em prática um autocuidado que somado a uma ajuda profissional pode de fato fazer a diferença. “O que estou fazendo para contribuir com o meu bem-estar, com a minha saúde? Como eu posso prevenir? Quais os sinais que o meu corpo e a minha mente estão emitindo? Como eu posso ser protagonista na minha melhora? São questionamentos importantes e que fazem a diferença no resultado de qualquer tratamento”, ressalta.

Autocuidado: reconhecimento do corpo e da mente

Coloque a máscara de oxigênio em você primeiro. Sabemos a origem deste alerta, não é mesmo? Como podemos cuidar da nossa vida e das nossas relações se a nossa própria saúde não vai bem? O que é saúde para você? Com a resposta dessa pergunta fica mais simples estabelecer uma rotina de cuidados para o corpo e a mente que faça sentido no seu estilo de vida.

Esses cuidados podem ser físicos, como a prática de exercícios, alimentação saudável e horas suficientes de sono; mentais, processando e verbalizando seus sentimentos, suas visões de mundo; sociais, dedicando tempo a nutrir seus relacionamentos ou causas que acredita e até espirituais, praticando yoga ou meditação. É você quem decide por onde começar, o importante é dar esse passo.

A psicóloga Patricia Fighera, que atua na área de Talentos Humanos da empresa Mercur, ressalta que é importante enxergar corpo e mente de maneira unificada. “Quando falamos de ser integral, fatores emocionais e físicos se relacionam. Somos a união de todas as dimensões que fazem parte de nós, físicas, mentais, espirituais, sociais. A busca do autocuidado se dá quando conseguimos considerar a integralidade do ser. Por isso, ao cuidar do corpo, estamos contribuindo com a saúde da mente e vice-versa”, destaca. 

Ela ressalta que o primeiro passo para conseguir conciliar uma rotina de autocuidado no dia a dia é ter consciência de si, das suas condições, para depois ser capaz de identificar as instâncias que precisam de cuidado e buscar as estratégias para lidar com elas. “No momento em que eu me (re) conheço de verdade, eu priorizo o cuidado comigo”, ressalta.

Já no que diz respeito ao físico, o fisioterapeuta Régis Severo aposta na prevenção e no cuidado frequente. Ele considera que recursos simples, de fácil utilização e que podem ser inseridos na rotina de maneira prática ajudam a manter o compromisso com a saúde. “Consultas periódicas não funcionam, não alcançam o objetivo almejado nos tratamentos se fora do consultório do profissional que está orientando aquele processo a pessoa não investe no seu bem maior: o próprio bem-estar”.

Caminhar, andar de bicicleta e praticar algum esporte com regularidade são dicas do profissional. Outra prática simples recomendada por ele é o uso das Faixas Elásticas para Exercícios que são leves, fáceis de usar e de transportar. Elas permitem realizar diferentes tipos de exercícios, auxiliam no fortalecimento e resistência dos músculos, na melhora da coordenação motora e habilidades funcionais e no auxílio do aumento da mobilidade, flexibilidade e força em casos de prevenção e reabilitação de lesões, treinamento esportivo, condicionamento físico e tratamento pós-operatório. “Quando temos recursos simples, de fácil uso, conseguimos encorajar a pessoa a fazer sua parte durante um processo de reabilitação, por exemplo”, comenta.

Educar em Saúde significa buscar desenvolver nas pessoas o senso de responsabilidade por sua própria saúde e pela saúde das pessoas queridas e da comunidade em que vive.

Podcast: Para quem quiser se aprofundar no assunto do protagonismo na saúde, pode ouvir a quarta edição do podcast Papo Mercur.  Nele, o fisioterapeuta que atua na área de Inovação da Mercur Regis Severo e a psicóloga que atua na área de Talentos Humanos da Mercur Patricia Fighera refletem sobre o quanto é essencial cuidar da gente mesmo e ser protagonista da nossa própria saúde. Ouça agora: https://soundcloud.com/mercuroficial/papomercur04 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que até 5 milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas se a população global fosse mais ativa. Segundo a entidade, um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes não praticam atividade física suficiente. Assim, em um momento em que muitas pessoas encontram-se em casa devido à pandemia, a OMS lançou no final do ano passado novas diretrizes sobre atividade física e comportamento sedentário, que enfatizam que todas as pessoas, de todas as idades e habilidades, podem ser fisicamente ativas e que todo tipo de movimento conta.

Especialista fala de cuidados durante os treinos e como deve ser a volta daqueles que se recuperaram da Covid-19

As novas diretrizes recomendam pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para adultos, incluindo pessoas que vivem com condições crônicas ou deficiências, e uma média de 60 minutos por dia para crianças e adolescentes. E ressaltar a importância de se exercitar para promoção da saúde se encaixa perfeitamente nesta semana, pois nesta terça-feira, 6 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Atividade Física, enquanto no seguinte, 7, é o Dia Mundial da Saúde.

O treinador de força, Vinícius Arnoudo de Sousa Abreu, que também atua como gestor de desempenho da Care Clinic, localizada no Órion Complex, em Goiânia, ressalta a importância das atividades físicas. “Os benefícios são inúmeros, desde os fisiológicos aos sociais. E neste momento de restrições ainda ajuda a diminuir a ansiedade, além de auxiliar no sistema imunológico, pois pessoas que praticam atividades físicas constantes são menos propensas a infecções”, explica.

Na pandemia
Em relação ao momento de pandemia pelo qual estamos passando, Vinícius destaca que percebeu um aumento de pessoas que aderiram aos exercícios físicos. “Quem não praticava, passou a praticar, principalmente os outdoor (ao ar livre), como andar de bicicleta e corrida”, exemplifica. No entanto, o profissional ressalta que é preciso manter essa rotina. “Não precisamos de uma pandemia para saber que exercícios são bons. E esse processo tem que ser contínuo, pois faz para para a saúde, para o envelhecimento, para a manutenção das taxas saudáveis”, afirma.

O especialista dá uma dica essencial para quem quer fazer atividades físicas neste período. “Não existe atividade adequada para a pandemia. Se a academia segue os protocolos e te dá segurança, pode ir. Se você prefere se exercitar ao ar livre, tudo bem. O recomendado é fazer o que gosta. Só assim terá recorrência no processo e não vai falhar”, afirma ele, que recomenda usar máscara. “O uso da máscara não atrapalha a atividade física moderada. E para exercícios com intensidade alta, que causam batimentos cardíacos elevados, é melhor fazer ao ar livre e sozinho. Porém, manter os níveis de segurança é mais importante do que fazer um exercício forte”.

Vinícius alerta que não se deve fazer exercícios com febre, pois será inútil, o certo é procurar um médico. Para aqueles que estão se recuperando da Covid-19, o educador físico revela que não há um prazo para a retomada das atividades. “É preciso se observar, suas taxas de respiração, a frequência cardíaca e ir voltando de forma moderada. Se sentir que pode pôr mais intensidade é só ir ajustando, é importante conversar com um profissional para que o desempenho volte”, salienta. “Uma coisa que recomendo para meus alunos nesse processo é ter calma, observar como reage, ter cuidado e continuar usando máscara”, completa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até cinco milhões de mortes poderiam ser evitadas todos os anos, ao redor do mundo, se a população fosse mais ativa. A atividade física regular pode prevenir doenças cardíacas, diabetes e câncer, reduzir os sintomas de depressão, ansiedade e estresse.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 40% dos adultos brasileiros são sedentários. A definição passa pela quantidade de movimentos que uma pessoa faz ao longo do dia. Se for insuficiente para uma queima calórica que promova ações de saúde, então, ela pode ser considerada sedentária.

“O sedentarismo é um problema de saúde pública e privada mundial. Já se discute uma pandemia de sedentarismo na comunidade há pelo menos uma década, em que ações vêm sendo tomadas para que se minimize o número de pessoas sedentárias. Com a pandemia e o isolamento social, as pessoas ficam mais restritas em casa, o que contribui para um nível elevado do status de sedentarismo”, explica o Diretor de Prevenção do Hospital Cardiológico Costantini, Prof. Dr. Rafael Michel de Macedo.

As diretrizes da OMS recomendam, pelo menos, de 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa, por semana, para todos os adultos e uma médica de 60 minutos, por dia, para crianças e adolescentes. “O sedentarismo é antagônico ao momento que a gente vive. Quanto menos movimento eu faço, mais exposto estou a todos os tipos de doença, inclusive com piora do meu estado imunitário. O ideal é caminhar pequenas distâncias ao longo do dia, repetidas vezes, realizar movimentos que podemos ter acesso em plataformas on-line e desenvolver os níveis de aptidão física”, explica o Dr. Rafael.

Em 2002, com apenas 19 anos Priscilla Kajihara saiu de São Paulo e foi para o Japão em busca de oportunidades e uma vida independente. Nos primeiros dez anos morando no país, trabalhou em fábricas, com extensas cargas horárias de trabalho e remuneração baixa, mas, em contrapartida, sempre que conseguia um tempo livre, investia em autonomia.

Depois da cura, empresária se motiva a seguir carreira de sucesso

Dotada de um espírito empreendedor, criativo e versátil, vendia produtos e artigos, como bijuterias que ela mesma fazia, cosméticos e até decoração para festas. Dessa forma, conseguia além de dinheiro extra, aprender mais sobre o mundo dos negócios, para um dia empreender.

Formada em Administração de empresas pela Faculdade Internacional AIEC no Japão, utilizou todos os conhecimentos adquiridos para fundamentar sua carreira e organizar a vida pessoal.

“Conhecimento é um dos meus valores, pois através dele temos estratégias para amenizar riscos e extrair o melhor que ele tem a nos oferecer”, afirma Kajihara.

Em 2013, uma notícia colocou seu mundo de pernas para o ar. Ela acabava de ser, aos 29 anos, diagnosticada com câncer de mama. A doença se desenvolveu de forma tão agressiva que em apenas dois meses e antes da cirurgia já marcada, o câncer do estágio I, no qual a chance de cura é maior, evoluiu para o estágio III, que é quando o paciente corre risco de vida e as chances de ocorrer mestástase aumenta.  No caso dela se espalhou para os linfonodos da axila direita.

Foram oito horas de cirurgia.  Priscilla fez mastectomia, precisando retirar a mama por completo e todos os linfonodos do braço direito. Nos meses seguintes ela se submeteu à quimioterapia e em seguida foram mais 25 dias consecutivos de radioterapia localizada.

Após 14 dias da primeira sessão de quimioterapia, seus cabelos começaram a cair e em menos de um mês já havia perdido todos os pelos do corpo, e aderiu ao uso de lenços e perucas. No início foi muito difícil se acostumar com a perda dos cabelos, porém, com o tempo aprendeu a ver a vida de uma forma diferente e logo estava se achando linda, por isso, abandonou as perucas e depois foi a vez dos lenços.

Hoje curada, ela transparece, com brilho nos olhos, a força de quem venceu e ressignificou a luta. Tudo o que viveu trouxe mais garra para a brasileira encarar novas batalhas, como a recuperação do braço direito, do qual ficou com sequelas. No total foram oito cirurgias tentando religar alguns linfonodos e remover o inchaço.

Embora os acontecimentos tenham trazido dificuldades e imposto restrições, Priscilla jamais permitiu que as mesmas determinassem seu destino. Deste modo, desistir nunca foi uma opção para ela.

Trabalhar com micropigmentação era um sonho e estar curada de um câncer tão severo a fez decidir que era hora de investir nesse processo. O cuidado com as sobrancelhas era uma antiga paixão, que ela cultivava desde muito nova. Cuidava pessoalmente das suas, o que sempre chamava a atenção das amigas que ficavam admiradas com a perfeição dos resultados.

Não demorou muito, Priscilla passou a cuidar das amigas e quando viu, já estava trabalhando como designer, sendo indicada e ganhando cada vez mais clientes. Quando pesquisava o assunto, acabou se esbarrando com uma técnica que os europeus tinham acabado de lançar – a microblading – e foi amor à primeira vista.

Empolgada, embalou-se mais ainda nos estudos e entrou na maior Academia de micropigmentação do mundo, a PhiBrows Academy em Londres, berço da técnica mais natural de micropigmentação fio a fio, que existe atualmente. Inspirada pelos mestres russos, sérvios e americanos, sempre os usava como referência em técnicas avançadas e super-realísticas.  

Com isso, quanto mais aprendia e conhecia desse universo, mais se encantava e expandia suas percepções, e foi se especializando em outros estudos que complementavam seu trabalho, como Simetria Facial, Colorimetria, Visagismo, Pigmentologia, e Microblading – que hoje é sua técnica preferida.

Mesmo com toda bagagem que possuiu, Priscilla não se dá por satisfeita e pretende fazer novos cursos fora do país, a fim de trazer mais inovação em seu segmento. Ela afirma que para qualquer coisa que desejamos nos tornar é importante termos humildade de reconhecer que sempre podemos aprender mais.

Hoje, a especialista atende em média 5 clientes por dia e já realizou mais de 10 mil procedimentos. Seu faturamento mensal é de 2 milhões de ienes, equivalentes a cerca de 100 mil reais.

Priscilla é uma referência na comunidade brasileira no Japão e reconhece com muito orgulho que os esforços sempre valem a pena. “Aprendi que posso entregar com meu trabalho mais que sobrancelhas lindas. Ofereço autoestima”, conta.

“A semente do amor é fértil, onde você a planta ela cresce e dá bons frutos. Ver minhas clientes saindo felizes do meu estúdio é um dos melhores retornos que eu poderia ter. Eu contribuo com o resgate da confiança de muitas mulheres, que ao longo do caminho e por diferentes motivos, ficaram ofuscadas. Vê-las se olhando no espelho de forma mais amorosa e gentil consigo mesmas, o rosto brilhante e o sorriso de quem se reconhece e gosta do que enxerga, isso não tem preço” completa Priscilla.

Em 2019 Priscilla ganhou o troféu Amigos da Comunidade, no evento jantar empresarial em homenagem ao 13º aniversário da Revista Super Vitrine, idealizada pela IPC Digital e criada por Jhony Sasaki.

O evento contou com a presença de grandes empresários da comunidade brasileira e também com a presença do cantor Vinicius D’black e da influencer Nadja Pessoa.

Priscilla foi considerada destaque na comunidade brasileira no Japão e homenageada por fazer diferença na sociedade com ações positivas. Hoje, a nipo-brasileira fatura 20 milhões de ienes por ano.

Seus planos agora são de dividir todo o aprendizado que obteve nos últimos anos com a abertura de estúdios Priscilla Kajihara no Brasil. “Quero capacitar empreendedores, realizar o sonho de quem deseja trabalhar pra si mesmo num mercado que está crescendo cada vez mais”, finaliza Kajihara.

As expectativas são de iniciar o processo de expansão no segundo semestre de 2021. Mas, tudo dependerá do andamento do controle da pandemia do Covid19, é claro.

https://www.priscillakajihara.com.br/

@priscillakajihara

Um ano após o início da pandemia de Covid-19, atividades físicas em casa tornam-se ainda mais comuns

crédito: unsplash

A prática regular de atividades físicas é fundamental para a saúde de qualquer pessoa. Entre os benefícios incluem-se o controle de doenças como diabetes e pressão alta, menor risco de doenças do coração, controle do peso, melhora da saúde dos ossos, redução no risco de quedas e melhora do bem-estar físico e da saúde mental.

Desde o início da pandemia de Covid-19, há um ano, a orientação das autoridades públicas é para que se mantenha a reclusão domiciliar sempre que possível. Academias e piscinas foram fechadas e parques e outros locais públicos, quando abertos, têm sido evitados pelo risco do contágio pelo coronavírus.

A opção que muitos encontraram foi a realização de exercícios adaptados em casa, seja sob supervisão profissional através de aulas on-line, seja sem supervisão alguma. Sem contestar os benefícios dos exercícios domiciliares, é preciso estar atento para o risco de lesões e tomar o cuidado para evitá-los.

Cuidados evitam riscos

ortopedista especialista em joelhos e médico da Seleção Brasileira de Futebol Feminino, João Hollanda, aponta que devem ser adotados cuidados ao fazer exercícios em casa, para evitar riscos à saúde. O médico do esporte orienta que o início da atividade física seja gradual, para que o corpo possa se adaptar a qualquer mudança advinda de uma nova rotina de exercícios. 

“Mesmo no caso de pessoas previamente ativas, o tipo de sobrecarga ao qual o corpo é submetido muda conforme a atividade. Temos visto um aumento significativo nos casos de fraturas por estresse e uma das principais justificativas para isso é a mudança abrupta na rotina de exercícios”, explica João Hollanda.

Um dos sinais para identificar que o limite do corpo está sendo respeitado é observar se a prática de atividade física causa dor. Segundo Hollanda, a dor que persiste após o fim do exercício é sinal de que o corpo não está respondendo bem ao esforço. “Pode ser um sinal de que o exercício está sendo feito da forma errada ou de que está sendo excessivo. Caso isso esteja acontecendo, é preciso reduzir o ritmo e, se isso não se resolver, é preciso procurar ajuda especializada”, orienta.

Escolha do exercício ideal

A escolha do exercício ideal deve ser feita conforme o histórico de cada pessoa. Ao indicar atividade física, é comum que o médico considere eventuais queixas do paciente, a fim de garantir o bem-estar.  

“Muitos recomendam o uso de escadas ao invés do elevador, mas isso pode não ser adequado para pessoas com condromalácia patelar, um problema muito comum e que causa dor na frente do joelho. Pessoas com artrose podem precisar limitar atividades de maior impacto e assim por diante. O médico do esporte pode ajudar nesta escolha”, aconselha João Hollanda.

A preocupação com o coração deve ser observada antes de se iniciar um programa de atividades físicas regulares. De acordo com Hollanda, exercícios físicos podem levar à sobrecarga do sistema cardiovascular e desencadear outros problemas. “Infarto agudo do miocárdio, arritmias e morte súbita são alguns exemplos. Esses riscos são mais elevados nos indivíduos idosos, obesos, com doenças como diabetes ou pressão alta, com histórico familiar de morte súbita ou com qualquer forma de problema cardiovascular conhecido. Especialmente nesses casos, vale a conversa com o cardiologista antes de iniciar os exercícios.”

Correr é sempre bom, atualmente praticar corrida está cada vez mais comum. Porém a dúvida de muitos é onde é melhor, na esteira ou na rua. A verdade é cada um tem a sua vantagem e os dois modos são úteis, embora seja indicada para finalidades e perfis distintos. Veja as vantagens de correr em cada lugar.

Correr na esteira

É praticado geralmente nas academias e tem uma certa monotonia e a limitação em termos de liberdade. Costuma ser mais indicada para os iniciantes, pois facilita a criação de coordenação, ganho de ritmo e condicionamento no caso de pessoas que estão saindo de uma vida sedentária, é indicado também para pessoas acima do peso e para os que estão em tratamento de lesão, devido ao menor impacto nas articulações. Correr em uma esteira te dá chances mínima de acidente e é uma boa opção para quem não pode treinar na rua.

No aparelho o deslocamento é na vertical, pois o chão se movimenta e o praticante faz movimentos para cima, como se estivesse saltando. O problema é que com o tempo isso pode causar a LER (lesão por esforço repetitivo).

Na esteira você consegue ter controle total da sua corrida, no painel é possível monitorar e controlar a velocidade, a distância, a inclinação e ajustar todos os movimentos, e nos dias de chuva você pode correr sem problemas.

Correr na rua

Na rua o corredor se habitua a um desafio real, como a presença do vento, da temperatura ambiente, entre outros fatores externos. Esse tipo de treino geralmente é o mais aconselhado para pessoas com um condicionamento físico mais avançado, por já possuírem musculatura e articulação mais preparada.

Quando se corre na rua o descolamento é para frente e devido a isso algumas partes são bastante trabalhadas, como a panturrilha e o quadril, responsáveis por impulsionar o corpo. Nesse caso o esforço é maior e consequentemente o gasto calórico também.

Quanto ao monitoramento, ele pode ser feito através de equipamentos que mostram a frequência dos seus batimentos cardíacos, a velocidade e a distância percorrida. O solo é melhor forma para aperfeiçoar sua corrida, além poder ser praticada em qualquer local e sem custo.

Na esteira ou na rua, cada um escolhe o que é mais prazeroso para si, afinal correr faz bem e não importam as circunstâncias, o mais importante é não deixar de se exercitar!

Fonte: horadotreino.com.br

Por Nathi Loyola 

A qualidade de vida é reflexo de nossas atitudes positivas ou negativas. Entre elas, a prática de atividades físicas, uma alimentação saudável, momentos de interação social. Quem já passou dos 60 anos, os cuidados devem ser ainda maiores. 

A  alimentação para o idoso deve ser preenchida com um cardápio variado de 5 a 6 vezes por dia, principalmente por alimentos ricos em proteínas, vitaminas, carboidratos, frutas, verduras, legumes e não se esquecendo de mantar o equilíbrio.

O corpo humano tem uma validade e os ossos se desgastam, as células enfraquecem e os músculos perdem força. Sabemos  que a estrutura corporal sofre alterações ao longo dos anos, como as hormonais, nada melhor do que sempre assegurar um fortalecimento através de bons hábitos. Muito importante ter uma vida regrada na fase jovem e adulta, combinada com boas noites de sono e uma alimentação saudável. Nesta fase, sabemos que é preciso manter a massa muscular e ainda prevenir doenças que são comuns nesse momento, como diabetes, hipertensão, câncer, osteoporose e outros males.

Por isso, listei 4 dicas incríveis que vão fazer a diferença em sua vida. 

  1. Priorize os alimentos naturais e consuma alimentos mais in natura. Atenção aos rótulos dos produtos industrializados.
  2. Consuma fibras, elas são importantíssimas em sua alimentação em razão do controle da glicose, da redução do colesterol e, até mesmo, da prevenção do câncer de cólon e também, auxilia na saciedade, ajudando a manter o peso. 

Alimente-se mais com cascas das frutas, verduras de folhas verdes escuras, aveia e linhaça.

  1. Inclua alimentos ricos em ômega 3, por exemplo, o peixe, que você pode consumi-lo pelo menos uma vez por semana. Ele é fundamental para ajudar a sua saúde. O ômega 3, tem a função  anti-inflamatória e ainda auxilia na prevenção e no controle de várias doenças, como diabetes, artrites, entre outras.
    Alimentos que encontramos: peixes, chia, azeite, nozes, amêndoas e  folhas verdes escuras.
  2. Inclua mais vitamina D, ela também é essencial para a manutenção de sua saúde. Uma dica: para que o cálcio seja absorvido pelo organismo é preciso consumir alimentos ricos em vitamina D, caso contrário, o cálcio não será aproveitado pelo nosso corpo.  Alimentos: Leite, iogurte, ovos e famoso sol da manhã. 

Uma alimentação saudável para o idoso deve ser combinada com atividades físicas e uma família presente e amorosa. Com certeza,  esses cuidados vão acrescentar anos de vida ou mais vida aos anos do idoso. Não se esqueça de que pessoas mais velhas ficam carentes e que, o carinho dos filhos e netos é essencial para que eles tenham mais qualidade de vida.

Confira:  

 Youtube: Canal Sem Dietas – https://cutt.ly/2gw8DbG 
Loyola Concept: @loyolaconcept 

Sobre a Loyola Concept — Nutrição e Saúde (www.loyolaconcept.com.br

Quando o objetivo é a perda de gordura e peso, almejando o bem-estar e a promoção de saúde, a mudança de hábitos é de suma relevância. Afinal, foi uma determinada rotina que levou ao estado atual de sobrepeso, e necessita ser modificada para que a meta de emagrecimento seja alcançada. Contudo, não se trata de tarefa fácil alterar costumes tão arraigados, sendo necessário esforço contínuo.

O médico endocrinologista, especialista em emagrecimento, Rodrigo Bomeny, destaca a importância do hábito para a sobrevivência humana. Conforme Bomeny, quando se exerce um ato de decisão consciente, costuma-se despender muita energia no processo. “É por isso que aprender a dirigir, por exemplo, causa tanto stress e cansaço” diz. Dessa forma, para poupar energia, o ser humano desenvolve hábitos. De maneira geral, 40% das decisões que o ser humano toma é automatizada. Por exemplo: andar, correr, comer, escovar os dentes.

Especialista em emagrecimento, Rodrigo Bomeny é graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), com residência em clínica médica e em endocrinologia e metabologia pela mesma instituição de ensino.

Os hábitos e as decisões conscientes são realizadas em locais distintos do cérebro. O processo decisório surge no córtex pré-frontal. Os hábitos são controlados gânglios da base. “Porque são funções executadas em regiões distintas é tão difícil entendermos e aceitarmos que tomamos ações irrefletidas e, consequentemente, mudarmos nossos hábitos”, diz Bomeny. Além disso, contribui para frustrar a alteração de rotinas, o fato de que elas são resultados de um processo adaptativo, visando à economia de energia para sobrevivência. “Nesse sentido, para mudar hábitos, será preciso usar aquela energia poupada. Isso é difícil, porque o corpo quer permanecer na zona de conforto”, explica.

O médico endocrinologista, explica que a formação de hábitos passa por três pontos principais, que são: o gatilho; a rotina; e a recompensa. “O gatilho é aquilo que desencadeia a ação que gera o hábito”, relata. Há diversos tipos de gatilho, tais como: emocional (tristeza, raiva, cansaço stress); relativo a lugar (restaurante, casa da mãe, escritório); e associado a determinada situação (reunião de trabalho, encontro de amigos etc.). A rotina é ação aquilo que deriva do gatilho. Por exemplo: comer um doce sempre que está triste ou como sobremesa quando vai a um restaurante.

Já a recompensa, destaca Bomeny, é aquilo que faz com que o nosso cérebro entenda que o comportamento promovido pelo gatilho é uma boa ação. “Nossa mente nunca desenvolverá um hábito que nos faça sofrer, por isso todo hábito é recompensador”, diz. Assim, de acordo com o médico especialista em emagrecimento, para mudar hábitos, será preciso investigar os gatilhos, as rotinas e as recompensas, tarefa que nem sempre é fácil, já que se trata de processos inconscientes.

Para iniciar o processo de transformação do hábito é preciso incialmente, segundo o médico endocrinologista, estabelecer uma prioridade. “Não adianta querer mudar sua vida inteira de uma só vez, você dificilmente irá conseguir. Escolha um hábito e foque nele”, diz.

Após estabelecer qual o hábito deseja modificar, o primeiro passo a ser dado é a identificação da rotina que necessita ser alterada. Por exemplo: comer pão de manhã ou comer muito à noite. Conforme Bomeny, trata-se da engrenagem mais simples de ser identificada nesse complexo mecanismo que é o hábito. 

O segundo passo é discernir a recompensa obtida dessa ação rotineira. “Trata-se de tarefa complicada porque podem existir várias recompensas para a mesma ação”, explica o médico endocrinologista, ressaltando, porém, a importância desse reconhecimento para a transformação do hábito. “A recompensa, de certa forma, atende a um desejo, a uma expectativa que se tem de determinado gatilho. Se você não souber qual a sua recompensa, fica muito mais difícil mudar a rotina”, destaca.

A melhor maneira de identificar a recompensa é por meio de testes. Nesse sentido, explica Bomeny, caso a pessoa já tenha estabelecido a rotina de comer um salgado no meio da tarde, durante o trabalho, por exemplo, e ache que faz isso porque tem fome, ela deve testar essa hipótese. Assim, inicialmente, substituirá o lanche por um alimento saudável. Depois, deve anotar o que sentiu: se a fome continuou, cessou etc. “É importante anotar para refletir e assim conseguir detectar com mais facilidade a recompensa” diz.

Por fim, o terceiro passo é a identificação do gatilho. Conforme Bomeny, também é uma ação de difícil resolução porque existem diversos gatilhos possíveis para uma mesma rotina. “No caso do lanche da tarde, por exemplo, o gatilho pode ser a hora do dia, o local de trabalho, o estado emocional (tédio, cansaço, irritação), até a presença de outras pessoas”, destaca. A fim de conseguir distinguir o gatilho para determinada rotina, mais uma vez, anotar o que está sentindo, o momento que se encontra no dia, o horário, a tarefa que está fazendo, é imprescindível.

A partir do momento que as rotinas, recompensas e gatilhos estiverem bem estabelecidas, deve-se passar para o planejamento de ações que precisam ser realizadas para modificar o hábito visando a perda de gordura e peso. “Todo conhecimento do mundo será inútil se não for praticado, principalmente quando o assunto é hábito, cuja mudança requer esforço e constância”, afirma.

Segundo o médico endocrinologista, pensando em hábitos que promovem o ganho peso, o gatilho mais comum é o emocional e a rotina é o ato de comer. Dessa maneira, visando ao emagrecimento, a pessoa necessita aprender novas rotinas (prática de exercícios e meditação, por exemplo) e tentar evitar os gatilhos. Conforme Bomeny, nesse ponto, o ambiente interno (as emoções) não pode ser negligenciado.

As explicações sobre formação de hábitos fazem parte do Você+, método de acompanhamento multidisciplinar desenvolvido por Bomeny que foca no desenvolvimento de 5 níveis considerados essenciais para a mudança do estilo de vida e emagrecimento.

Postagens mais recentes

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Aceito Leia mais

Política de privacidade e cookies