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Levantamentos realizados ao redor do mundo calculam que até 16% dos pacientes com covid-19 apresentam algum tipo de complicação cardíaca. Os danos ao coração independem do grau da doença: mesmo os quadros mais leves podem trazer prejuízos ao sistema cardiovascular.

Antes de retomar os treinos, especialistas brasileiros sugerem que todos os recuperados da covid-19 façam uma avaliação médica e alguns exames

 O problema é que, muitas vezes, essa sequela no peito não dá sintoma algum e a pessoa só vai sentir suas consequências ao exigir um trabalho extra do sistema cardiovascular.

Isso acontece, por exemplo, durante uma atividade física: o coração precisa bater mais para bombear sangue aos músculos e, se tiver com algum dano provocado pelo coronavírus, pode funcionar mal e até pifar.

Foi para evitar que isso aconteça que a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE) fez uma parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) para lançar a primeira diretriz sobre o retorno aos exercícios com segurança após a covid-19.

 

Veja a entrevista médica Cléa Simone Colombo, representante da SBC

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=gTfIQtgEhjA[/embedyt]
 
Fonte: BBC
 
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Mais de 1100 mortes por dia. O número é chocante, mas traduz uma realidade que precisa da nossa atenção. As doenças cardiovasculares, afecções do coração e da circulação sanguínea são a principal causa de morte no Brasil e no Mundo. E isso pode estar diretamente relacionado aos hábitos de vida e à medida da circunferência abdominal dos pacientes.

“São cerca de 400 mil mortes por ano. E grande parte desses óbitos poderiam ser evitados ou postergados com medidas preventivas e terapêuticas. Mas, infelizmente, muitas pessoas só percebem a gravidade da situação após um evento cardíaco grave.” – Dra. Ana Teresa Glaser Carvalho, Médica Cardiologista (CRM 12083 | RQE 14741 | RQE 14740).

O sobrepeso e a obesidade estão entre os principais fatores de risco para a ocorrência de problemas cardíacos. Eles estão relacionados não só à características genéticas, mas também ao estilo de vida das pessoas.

Síndrome Metabólica

Para entender o risco que o aumento da circunferência abdominal representa para o nosso coração, é preciso conhecer a Síndrome Metabólica. Ela consiste em um conjunto de fatores de risco que se manifestam em um indivíduo e aumentam as chances de desenvolver doenças cardiovasculares e diabetes.  

A síndrome metabólica envolve a presença de 3 ou mais dos seguintes critérios:

  • Aumento da circunferência abdominal ( > 94 cm em homens e > 80 cm em mulheres);
  • Glicemias > 100 mg/dl ou diabetes em tratamento;
  • Pressão arterial > 130/85 mmHg ou hipertensão em tratamento;
  • Triglicerídeos > 150 mg/dl;
  • HDL- colesterol < 40 em homens e < 50 em mulheres.

“O excesso de células de gordura provoca uma série de reações metabólicas inflamatórias que se espalham por todo o corpo. Isso prejudica o funcionamento dos órgãos e sistemas. Por isso a obesidade é considerada uma doença crônica e grave.” – Dra. Ana Teresa Glaser Carvalho, Médica Cardiologista (CRM 12083 | RQE 14741 | RQE 14740).

Circunferência Abdominal

Um dos principais sinais de que precisamos prestar mais atenção à nossa saúde é o aumento da circunferência abdominal. Ele significa uma maior quantidade de tecido adiposo (gordura) acumulada em nosso corpo. Especialmente aquela localizada no abdome, entre os órgãos. A chamada gordura visceral.

“É muito importante que as pessoas façam acompanhamento regular com o médico cardiologista. Nessa oportunidade, além de uma série de outros exames, o profissional poderá medir a circunferência abdominal do paciente.” – Dra. Ana Teresa Glaser Carvalho, Médica Cardiologista (CRM 12083 | RQE 14741 | RQE 14740).

Como prevenir doenças cardiovasculares 

O tratamento da síndrome metabólica e a prevenção das doenças cardíacas passa por uma mudança ampla no estilo de vida das pessoas. E, entre os objetivos, está a redução da circunferência abdominal.

Para tanto, é necessário adotar as seguintes medidas:

Consultar o médico cardiologista periodicamente: 

Muitas doenças, como a hipertensão, não apresentam sintomas, devendo ser rastreadas.  Além disso, possuímos predisposições genéticas que podem se manifestar ao longo dos anos. Reconhecê-las precocemente é fundamental para que possamos atuar na prevenção. 

Terapias como o uso de medicamentos para o controle da hipertensão arterial e do diabetes, assim como para o controle do colesterol e dos triglicerídeos, são extremamente importantes para evitar agravos à saúde.

Praticar exercícios físicos: 

Com orientação profissional, o exercício físico auxilia de forma segura na perda de peso e na redução da circunferência abdominal. Além disso, a ciência comprova que a prática regular de exercícios físicos traz inúmeros benefícios para a saúde, como: 

  • Redução da pressão arterial sistêmica; 
  • Redução do estresse;
  • Fortalecimento dos ossos e músculos; 
  • Maior sensibilidade à insulina e maior tolerância à glicose (prevenção e tratamento do diabetes);
  • Maior concentração de HDL (colesterol bom) e menor concentração de triglicerídeos e LDL (colesterol ruim);
  • Melhora a atividade sexual. 

Alimentação saudável: 

Uma dieta saudável é fundamental para a redução da circunferência abdominal. A ciência comprova que os alimentos que consumimos podem ser decisivos tanto para causar, como para prevenir doenças. 

Consumir produtos naturais como legumes, frutas, verduras, grãos, proteínas e gorduras de boa qualidade está diretamente relacionado a uma redução dos processos inflamatórios (especialmente nas artérias e intestino). 

Já o consumo de produtos industrializados, que costumam possuir muito sódio, açúcar e farinhas brancas, pode levar à carência nutricional e, ao mesmo tempo, favorece a obesidade, o aumento da circunferência abdominal e ao desenvolvimento da síndrome metabólica.

Parar de fumar: 

A cada tragada, o fumante  absorve substâncias tóxicas e inflamatórias. Entre elas, está a nicotina. Tais substâncias são despejadas no sangue do paciente e têm um efeito inflamatório. Além de provocarem diversos tipos de câncer, elas causam lesão das camadas mais internas dos vasos sanguíneos. Tal efeito inflamatório pode levar à obstrução das artérias, ao infarto do coração e ao Acidente Vascular Cerebral.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta que o tabagismo é o maior risco controlável na prevenção de doenças cardiovasculares. Os tabagistas têm de 2 a 3 vezes mais risco de sofrer um derrame( AVC), um infarto do miocárdio e doença arterial periférica. Além disso, têm 12 a 13 vezes mais risco de ter doença pulmonar obstrutiva crônica. E quando os fumantes sofrem um infarto, eles morrem mais que os não fumantes. 

Combater o Alcoolismo: 

O consumo excessivo de álcool aumenta a pressão arterial e o risco de arritmias cardíacas, aumentando o risco cardiovascular. As bebidas alcoólicas também podem provocar danos ao Sistema Nervoso Central e acúmulo de gordura no fígado. A Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda moderação no consumo de álcool.

Viva mais e com melhor qualidade de vida. Consulte o Médico Cardiologista regularmente e fique atento à circunferência abdominal. Os médicos da Equipe Seu Cardio estão a sua disposição. 

Fonte: seucardio.com.br

Sobre a Autora:

Dra. Ana Teresa Glaser Carvalho é Médica Cardiologista (CRM 12083 | RQE 14741 | RQE 14740).

Especialidades:

– Cardiologia (14741);

– Clínica Médica (14740).

Formação acadêmica:

– Graduação em Medicina pela UFPR (1992 – 1998);

– Residência Médica em Clínica Médica no Hospital Governador Celso Ramos (2013 – 2015);

– Residência Médica em Cardiologia no Instituto de Cardiologia de Santa Catarina (2015 – 2017);

– Estágio em Ecocardiografia no Instituto de Cardiologia de Santa Catarina

(2017 – 2019);

– Título de Especialista em Cardiologia pela AMB e SBC (2017).

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Para começar, a bebida ajuda a melhorar a disposição e a dar energia, além de deixar o raciocínio mais ágil, de acordo com informações da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). O café também contribui na redução do risco de depressão, do suicídio, do alcoolismo, da cirrose, da diabetes do adulto, dos cálculos biliares, do câncer de cólon e da doença de Parkinson e do Alzheimer. Café não é remédio, mas, assim como a prática diária de exercícios, ajuda a manter a saúde física e mental, além de contribuir com um estilo de vida mais saudável. E, já que o Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, é importante experimentar a variedade de tipos e sabores que o café nacional oferece. Além do sabor, dentro de uma xícara de café cabe muita saúde.

Ainda segundo a Associação, as propriedades contidas em sua composição, principalmente a cafeína, são benéficas para o organismo humano. Quando em contato com o sistema nervoso central, a substância provoca um estado de alerta, o que estimula a atividade mental, melhora a concentração e alivia a tensão. Em tempos de home office, uma xícara de café é capaz de proporcionar a energia necessária para que as tarefas sejam concluídas com eficácia.

Café e prática esportiva

Outro benefício que pode ser alcançado através da sua ingestão é o ganho de disposição para a prática de esportes e atividades físicas. O atleta passa a ter mais resistência, melhora o rendimento e consegue fazer exercícios mais intensos por um período mais longo, diminuindo a fadiga e as chances de lesões corporais. O café também é um aliado para os amantes da musculação. Segundo um estudo realizado pela Universidade de Mississipi, nos EUA, e publicado na revista oficial do Colégio Americano de Medicina Esportiva, a ação da cafeína no sistema nervoso central e periférico aumenta a capacidade dos músculos esqueléticos de gerar força.

“A cafeína, em especial, aumenta o rendimento de atletas por estimular a produção de energia pelas células da musculatura. Embora não seja considerado doping, ela melhora o desempenho. Altas doses de cafeína pura também são utilizadas em treinamentos de atletas de alta performance, inclusive com doses muito elevadas”, destaca Luis Antonio Machado César, Diretor do Núcleo de Pesquisa Café & Coração no InCor – HC – da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Aliado na prevenção de doenças

O uso da bebida está diretamente ligado à manutenção da saúde e de um estilo de vida mais saudável. Tomá-la constantemente, em especial a do tipo filtrado, reduz as chances de infarto do coração e reduz o risco de diabetes tipo II. Isso acontece por causa dos antioxidantes presentes no alimento, que também atuam como termogênico, acelerando o metabolismo. E o metabolismo acelerado, em linhas gerais, faz com o que organismo queime mais gordura, auxiliando na perda de peso. De acordo com um estudo divulgado pela British Medical Journal, importante revista acadêmica de medicina do Reino Unido, o consumo de até quatro xícaras diárias está associado a uma menor probabilidade de desenvolver problemas cardiovasculares, como derrames cerebrais.

A Doutora Silvia Siag Oigman, Coordenadora do Projeto Café e Cérebro do IDOR, explica que a ingestão de café contribui com a melhora na qualidade da saúde e com a longevidade: “O café é considerado um alimento funcional, consumi-lo diariamente é um hábito saudável e que pode trazer muitos benefícios para nossa saúde, graças a sua riqueza em compostos bioativos. Além da cafeína, contém sais minerais, vitaminas, diterpenos e ácidos clorogênicos. Possui forte atividade antioxidante e previne a depressão. Os estudos epidemiológicos sugerem que o consumo de café é inversamente associado ao risco de desenvolvimento de Parkinson e Alzheimer, diabetes do tipo 2 e alguns cânceres”.

Ainda segundo Silvia, estudos demonstraram que doses de 200 a 250 miligramas de cafeína elevam o humor e que esses efeitos podem durar até 3h.

Fonte: https://www.abic.com.br/

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O estudo realizado pela organização Walnuts and Healthy Aging

Uma nova pesquisa realizada com mais de 600 idosos saudáveis apurou que comer nozes regularmente pode contribuir para prevenir a ocorrência de inflamações crônicas, promovendo consequentemente a saúde coronária.

(WAHA), publicado no Journal of the American College of Cardiology, aponta que indivíduos entre os 60 e 70 anos que ingerem nozes com frequência apresentam um menor risco de sofrer de inflamações ou que estas incidam de forma ligeira, o que significa uma probabilidade menor de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, comparativamente a quem não consome o fruto seco, reporta um artigo publicado na revista Galileu.

O estudo realizado por pesquisadores e médicos do Hospital Clínico de Barcelona, na Espanha, em parceria com a Universidade Loma Linda, dos Estados Unidos, examinou mais de 600 idosos saudáveis, que foram divididos em dois grupos. Um dos grupos ingeriu entre 30g e 60g de nozes diariamente e outros não comeram o fruto durante dois anos.

Os idosos que ingeriram nozes registraram, conforme explica a Galileu, resultados anti-inflamatórios significativos na sua saúde. Os seus marcadores inflamatórios na corrente sanguínea apresentaram uma diminuição até 11,5%, incluindo a citocina pró-inflamatória interleucina-1β cuja inativação foi altamente associada a níveis reduzidos de doenças cardíacas.

Emilio Ros, líder do estudo, afirmou: “a inflamação a curto prazo ajuda-nos a curar feridas e a combater infecções, mas a inflamação que persiste com o tempo (crônica) — causada por fatores como dieta inadequada, obesidade, estresse e pressão alta — é prejudicial, principalmente no que diz respeito às doenças cardiovasculares“.

As nozes têm uma mistura ideal de nutrientes essenciais, como o ácido alfa-linoléico ômega-3, ou ALA (2,5g/oz), e outros componentes altamente bioativos, como os polifenóis, que provavelmente desempenham um papel na ação anti-efeito inflamatório e outros benefícios para a saúde“, disse o especialista.

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Por Dr. Juliano Slhessarenko

Já ouviu as expressões “você quase me deu um ataque cardíaco”, “Eu estava morrendo de preocupação” ou “isso partiu meu coração”?

O coração e a mente estão intimamente conectados. Estados mentais negativos, incluindo depressão, ansiedade, solidão, raiva e estresse crônico, podem aumentar o risco de doenças cardíacas com o tempo ou piorar os problemas cardíacos já existentes.

Como as emoções negativas afetam a saúde do coração?

Veja, por exemplo, a síndrome do coração partido, também chamada de cardiomiopatia de estresse. Estudos demonstraram que o risco de um ataque cardíaco aumenta 21 vezes em 24 horas após a perda de um ente querido.

O coração pode ser afetado por outros choques além da perda de um ente querido. A cardiomiopatia por estresse pode ocorrer em reação a notícias estressantes, como o diagnóstico de câncer de um ente querido. E emoções fortes, como raiva, podem causar ritmos cardíacos irregulares.

O estresse também pode ser prejudicial ao coração. Se você está sob estresse, sua pressão arterial e freqüência cardíaca aumentam. O estresse crônico expõe seu corpo a níveis insalubres e persistentemente elevados de hormônios do estresse, como o cortisol, e também pode alterar a forma como o sangue coagula. Todos esses fatores podem preparar o terreno para um ataque cardíaco ou derrame.

As emoções negativas também podem afetar os hábitos de vida, o que, por sua vez, pode aumentar o risco de doenças cardíacas. Por exemplo, pessoas que estão cronicamente estressadas, ansiosas, deprimidas ou com raiva podem ter maior probabilidade de beber muito álcool, fumar, comer demais e fazer menos exercícios – todos hábitos prejudiciais à saúde que fazem mal ao coração.

E se seu coração já estiver vulnerável?

Se você tem uma doença cardíaca, ela pode ser agravada pelo estresse emocional. Pacientes com doenças cardíacas e ansiedade têm duas vezes mais chances de morrer três anos após um evento cardíaco.

Além disso, os pacientes com doenças cardíacas têm três vezes mais probabilidade de sofrer de depressão. Para aqueles recém-diagnosticados com doenças cardíacas, a depressão aumenta o risco de um evento prejudicial relacionado ao coração ocorrer naquele ano. Mesmo em pessoas sem doenças cardíacas anteriores, a depressão grave dobra o risco de morte por causas relacionadas ao coração.

O que você pode fazer? A Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda que todo paciente cardíaco seja rotineiramente examinado para depressão. Além disso, uma nova abordagem baseada na emoção para a saúde cardíaca, chamada psicologia cardíaca, enfoca as necessidades de saúde mental dos pacientes cardíacos. Promove ferramentas, como gerenciamento de estresse e psicoterapia, para ajudar os pacientes a lidar com sua doença.

O coração e a mente coexistem. Não ignore as emoções que podem sobrecarregar sua vida, como estresse crônico, ansiedade, depressão e raiva. Encontre maneiras de cuidar de seu bem-estar emocional e seu coração agradecerá.

Experimente estas dicas saudáveis ​​para o coração:

  1. Reconheça seus sentimentos e expresse-os. Fale com seus entes queridos, escreva em um diário ou junte-se a um grupo de apoio. Procure ajuda profissional se precisar. Controle o estresse com exercícios diários de meditação consciente, ioga ou respiração profunda.
  2. Evite beber muito e não fumar.
  3. Exercício. Experimente uma caminhada rápida de 15 minutos, nadar, andar de bicicleta, fazer jardinagem ou dançar.
  4. Faça uma dieta saudável com bastante ácidos graxos ômega-3, que têm efeitos antiinflamatórios.

Como minhas emoções podem afetar a insuficiência cardíaca?

O estresse não gerenciado pode causar hipertensão, danos às artérias, ritmos cardíacos irregulares e enfraquecimento do sistema imunológico.

A depressão em pacientes com insuficiência cardíaca aumenta o risco de hospitalização; eventos cardíacos, como dor no peito e ataque cardíaco; e morte.

Você pode se sentir deprimido porque não sabe o que esperar ou porque não consegue realizar tarefas simples sem ficar excessivamente cansado. Outros fatores podem contribuir para a depressão, como:

Sua história familiar, saúde física e estado de espírito e meio ambiente
Transições de vida, perdas e altos níveis de estresse.

Por que o impacto psicológico de um evento cardíaco é importante?

Não há dúvida de que ter um ataque cardíaco ou ser admitido por um evento cardíaco pode ser muito estressante e, portanto, precisamos entender como as pessoas passam por esse processo e como podemos apoiá-las da melhor forma.

Além disso, ficou claro nos últimos 20 anos ou mais que algumas pessoas têm reações psicológicas bastante graves. Em particular, você tende a obter níveis bastante elevados de sintomas depressivos e o que foi descoberto é que aqueles que apresentam sintomas depressivos são, na verdade, mais propensos a ter problemas cardíacos recorrentes. Acredita-se que haja um risco duplo [nessas pessoas] de ter outro ataque cardíaco ou morrer de doença cardíaca, e há muita preocupação no momento sobre como essa ligação ocorre e o que podemos fazer a respeito.

Fonte: olhardireto.com.br

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O chá de canela é uma bebida popular, favorecida tanto por suas propriedades medicinais quanto por seu sabor delicioso e calmante. Mas beber chá de canela é bom para você? Nos últimos anos, pesquisas descobriram uma série de benefícios poderosos da canela , além de várias maneiras impressionantes pelas quais a canela pode afetar sua saúde. Da regulação dos níveis de açúcar no sangue à preservação das funções cerebrais, a canela garantiu seu status como uma fonte de alimentação nutricional.

Então, o que exatamente é o chá de canela e como você pode começar a prepará-lo em casa? Vamos olhar mais de perto.

O que é chá de canela?

O chá de canela é uma bebida preparada fervendo um pedaço de canela em água e deixando-o em infusão para infundir a bebida com seu sabor doce e perfumado. Embora muitas pessoas combinem a canela com outros ingredientes, como gengibre , mel ou leite, outros preferem apreciá-la como está e permitir que os sabores naturais brilhem.

Então, para que serve o chá de canela? Além de ser uma bebida deliciosa e calmante, sem cafeína, este chá também pode apresentar vários benefícios importantes. Na verdade, alguns dos benefícios potenciais do chá de canela para a saúde incluem melhora da saúde do coração, melhor controle do açúcar no sangue, aumento da perda de peso e muito mais.

Tipos

Chá de canela é bom para você? E qual é o melhor chá de canela?

Existem dois tipos de canela comumente usados ​​para fazer esta bebida poderosa. Canela cássia é a forma mais comum de canela. É o que costuma ser encontrado no corredor de especiarias da maioria das superlojas. Embora seja originária da China, a canela Cassia é amplamente cultivada e usada em todo o mundo. No entanto, a canela Cassia pode realmente ser prejudicial em altas doses, graças à presença de um composto chamado cumarina , que pode ser tóxico se consumido em grandes quantidades.

Enquanto isso, a canela do Ceilão, também conhecida como “canela verdadeira”, é outra forma de canela associada a uma longa lista de benefícios à saúde. Embora também contenha cumarina, é encontrada em quantidades muito menores no chá do Ceilão do que na canela cássia, tornando-se uma alternativa muito mais segura à canela cássia.

Benefícios para a saúde

  1. Estabiliza o açúcar no sangue
  2. Suporta a saúde do coração
  3. Tem propriedades anticâncer
  4. Pode promover perda de peso
  5. Diminui a inflamação
  6. Preserva a função cerebral

1. Estabiliza o açúcar no sangue

A canela demonstrou ter um poderoso impacto nos níveis de açúcar no sangue. Algumas pesquisas mostram que ela age como a insulina no corpo, que é o hormônio responsável pelo transporte do açúcar da corrente sanguínea para os tecidos. Também pode aumentar a eficácia da insulina no corpo e proteger contra a resistência à insulina. De acordo com uma revisão conduzida pela Thames Valley University, no Reino Unido, a canela pode diminuir os níveis de açúcar no sangue em jejum em até 29% em pessoas com diabetes tipo 2.

2. Apoia a saúde do coração

Adicionar chá de canela à sua rotina diária pode trazer grandes benefícios quando se trata da saúde do coração. Na verdade, foi demonstrado que a canela reduz vários fatores de risco de doenças cardíacas para manter o coração funcionando com eficiência. Além de reduzir os níveis de açúcar no sangue, a canela também pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol LDL total e “ruim”, bem como de triglicerídeos. Também pode aumentar os níveis de colesterol HDL benéfico, que ajuda a remover o excesso de colesterol das artérias.

3. Possui propriedades anticâncer

Alguns estudos in vitro e modelos animais impressionantes descobriram que a canela pode ajudar na prevenção do câncer. Um estudo publicado na revista  BMC Cancer mostrou que o extrato de canela foi capaz de induzir a morte de células tumorais em células de câncer de pele, modificando a atividade de proteínas específicas. Outro estudo in vitro em Maryland teve resultados semelhantes, observando que os polifenóis isolados da canela ajudaram a reduzir o crescimento e a disseminação das células cancerosas do fígado. No entanto, são necessários mais estudos para entender se os efeitos da canela no combate ao câncer também podem se aplicar aos humanos.

 

4. Pode promover perda de peso

Beber chá de canela pode ajudar a perder peso? Embora a pesquisa seja limitada sobre os efeitos do chá de canela na perda de peso, vários estudos encontraram alguns resultados promissores. Por exemplo, um estudo realizado na Índia mostrou que a suplementação com três gramas de canela diariamente durante 16 semanas resultou em diminuições significativas na circunferência da cintura e índice de massa corporal em comparação com um grupo de controle. Outro estudo in vitro publicado na Scientific Reports descobriu que o extrato de canela induziu o escurecimento das células de gordura, que é um processo que aumenta o metabolismo e protege contra a obesidade.

5. Diminui a inflamação

Estudos mostram que a canela é rica em antioxidantes e potentes propriedades antiinflamatórias. Por exemplo, um estudo conduzido pela China Medical University demonstrou que certos compostos encontrados na canela foram eficazes na redução dos marcadores de inflamação in vitro. Isso poderia se traduzir em benefícios de longo alcance do chá de canela para a saúde da pele, dores nas articulações, prevenção de doenças e muito mais. Como? A pesquisa sugere que a inflamação pode estar na raiz de doenças crônicas como câncer, diabetes e doenças auto-imunes.

6. Preserva a função cerebral

Um dos benefícios mais impressionantes do chá de canela antes de dormir é sua capacidade de proteger e preservar a função cerebral. Curiosamente, vários estudos indicam que certos compostos encontrados no chá de canela podem ajudar na prevenção de doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer. Por exemplo, um modelo animal mostrou que a canela melhorou a função motora e ajudou a proteger as células cerebrais em ratos com Parkinson. Outro estudo in vitro realizado na Califórnia demonstrou que compostos específicos da canela ajudaram a prevenir modificações anormais nas proteínas do cérebro, o que poderia ajudar na prevenção do Alzheimer.

Como fazer (mais receitas)

Existem vários métodos diferentes de como fazer chá de canela para diabetes, perda de peso, inflamação ou saúde geral, além de várias opções de receitas de chá de canela disponíveis também.

Uma das maneiras mais fáceis de fazer um chá quente de canela com especiarias é simplesmente adicionar uma colher de chá de canela em pó a uma xícara de água quente e mexer. Você também pode fazer um chá em pau de canela, mergulhando um pedaço de canela em água fervente por 10 a 15 minutos. Isso permite que o sabor único e os compostos promotores da saúde se infundam na bebida. Os saquinhos de chá de canela também estão disponíveis em muitas lojas de produtos naturais e costumam ser combinados com outras ervas ou tipos de chá, como chá verde de canela , chá de gengibre e canela ou chá de mel de canela.

Você também pode tentar temperar sua xícara de chá com seus mix-ins favoritos, especiarias e adoçantes naturais. Cúrcuma , maçãs, limões e bananas são formas deliciosas e nutritivas de adicionar um toque de sabor à sua bebida. Aqui estão algumas receitas simples para você começar:

  • Chá de Canela Coreano
  • Chá de cúrcuma, canela e gengibre
  • Chá de Canela e Banana
  • Chá Limão Canela Mel
  • Canela e Maçã Chá Latte

Embora não haja diretrizes específicas sobre quando beber o chá de canela, muitos preferem tomá-lo logo de manhã ou um pouco antes de dormir para uma bebida relaxante que promova o sono. No entanto, você pode desfrutar desta saborosa bebida a qualquer hora do dia para aproveitar os benefícios exclusivos para a saúde que ela tem a oferecer.

Riscos e efeitos colaterais

Quais são os efeitos colaterais do chá de canela? Quando consumido com moderação, o risco de potenciais efeitos colaterais do chá de canela é muito baixo. No entanto, comer grandes quantidades de canela pode causar problemas como feridas na boca, baixo nível de açúcar no sangue e problemas respiratórios. Certifique-se de usar canela do Ceilão em vez da canela de Cássia para manter baixo o consumo de cumarina e evitar efeitos colaterais negativos.

Se usar chá de canela para perder peso, preste atenção aos ingredientes que usa na xícara. Adicionar adoçantes como mel, xarope de bordo ou açúcar à sua bebida pode melhorar o sabor, mas também pode fazer com que as calorias do chá de canela se acumulem rapidamente.

Além disso, lembre-se de que a canela pode interferir nos medicamentos usados ​​para reduzir os níveis de açúcar no sangue. Se você toma algum medicamento para diabetes, converse com seu médico antes de adicionar o chá de canela à sua rotina para evitar efeitos adversos à saúde.

Fonte: opetroleo.com.br

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Arritmia, doença arterial coronariana, hipertensão, infarto, insuficiência cardíaca, aterosclerose, taquicardia. Não importa qual, os problemas de coração são as maiores causas de mortes no Brasil. E, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), representam 31% dos óbitos ao longo de um ano.

As doenças cardíacas também são a maior causa de mortes de mulheres: uma em cada cinco corre o risco de desenvolvê-las. Elas têm o coração dois terços menor que o do homem, frequência cardíaca média mais acelerada e as artérias coronárias são mais finas.

Após a menopausa, há redução do estrogênio. Por consequência, aumenta a concentração de colesterol no organismo feminino. Além disso, hipertensão na gravidez ou diabetes gestacional, ovários policísticos e uso de anticoncepcional podem aumentar a possibilidade de doença cardíaca entre as mulheres mais jovens.

Portanto, os cuidados devem começar desde cedo. Especialmente se a mulher tiver histórico familiar de infartos, for sedentária, tiver pressão alta, ser obesa, fumante, tiver diabetes ou colesterol alto.

É fundamental consultar o (a) cardiologista, realizar exames periódicos e adotar um modo de vida mais saudável para prevenir doenças e suas complicações.

Sintomas diferentes em caso de infarto
Também chamado de ataque cardíaco, o infarto agudo do miocárdio ocorre quando um coágulo bloqueia de alguma forma o fluxo sanguíneo para o coração. Segundo especialistas da Rede D’Or São Luiz, é o resultado de uma série de processos que culmina em uma situação extrema: o dano ao tecido do coração. Isso pode comprometer para sempre a capacidade cardíaca ou levar a pessoa à morte. Os riscos de óbito são maiores nas mulheres que nos homens.

O Ministério da Saúde ressalta que as mulheres apresentam sintomas diferentes de infarto: dor no abdome, semelhante a dor de uma gastrite ou esofagite de refluxo; enjoo; e mal-estar geral, além de cansaço excessivo, sem causa aparente.

Também podem ocorrer a dor ou desconforto na região peitoral – só que no caso das mulheres, semelhante a agulhadas ou pequenas facadas, que pode irradiar para o braço esquerdo, as costas e o rosto. Outros sintomas comuns como suor frio, palidez, falta de ar e sensação de desmaio podem ocorrer, mas nem sempre estão associados.

leia mais: portalr3.com.br

fonte: Portal R3

 

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Alguns sinais, como fraturas, dor nos ossos, fadiga, infecções e redução da urina podem indicar a doença

O mieloma múltiplo é o câncer de um tipo de célula da medula óssea chamada de plasmócito, responsável pela produção de anticorpos que combatem vírus e bactérias. No mieloma múltiplo, os plasmócitos são anormais e se multiplicam rapidamente, comprometendo a produção das outras células do sangue.

A doença não costuma apresentar sintomas em seus estágios iniciais, o que dificulta o diagnóstico nessa fase. Nas manifestações sintomáticas podem ocorrer:

  • Fraturas: as células do mieloma produzem substâncias chamadas citocinas que podem fazer com que algumas células dos ossos, os osteoclastos, destruam o tecido ósseo ao seu redor. As apresentações mais comuns aos raios-x são as lesões líticas (aspecto de buracos negros). Mais frágil, essa parte do osso pode se partir causando fraturas espontâneas ou com mínimo esforço.
  • Dor nos ossos: especialmente na coluna lombar, nas costelas ou nos quadris e que piora com o movimento.
  • Fadiga ou cansaço: causados por anemia.
  • Infecções: pode ocorrer um prejuízo ao sistema imune no combatem a vírus e bactérias, tornando os pacientes mais vulnerável a infecções. Pneumonia, infecções urinárias, além de sinusite e infecções da pele, são as mais comuns.
  • Redução do volume da urina: provocada por insuficiência renal, já que as proteínas anormais produzidas pelo câncer em grande quantidade se acumulam nos rins.

 

Quer saber mais sobre mieloma?

Assista ao vídeo com a Dra. Fernanda Lemos Moura, médica titular do Centro de Referência em Tumores Hematológicos do A.C.Camargo Cancer Center, no seguinte link: https://www.accamargo.org.br/

 

Fonte: A.C.Camargo Cancer Center

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Um estudo aponta que a tolerância ao exercício de um astronauta que passa longos períodos no espaço é comparável à de uma pessoa não treinada com um estilo de vida sedentário.

Nosso corpo não foi feito para sobreviver no espaço. Desde quando os primeiros astronautas começaram a se aventurar fora da Terra, cientistas pesquisam os efeitos da falta de gravidade no organismo. Perda de densidade nos ossos, problemas de circulação, achatamento do globo ocular, atrofia muscular e hipertensão craniana são alguns dos mais comuns.

Uma nova pesquisa descobriu que o voo espacial também reduz a tolerância ao exercício e envelhece o coração dos astronautas de maneira mais rápida. O estudo foi publicado recentemente na revista científica Nature Microgravity, e conduzido por cientistas do Instituto Politécnico de Turim, na Itália.

O estudo é baseado em um modelo matemático que permitiu analisar algumas das características dos voos espaciais que influenciam na adaptação do sistema cardiovascular a um ambiente menos exigente. A microgravidade induz uma degradação no condicionamento cardiovascular semelhante ao envelhecimento acelerado, segundo os pesquisadores.

Nasa/Divulgação

Luca Parmitano, da Agência Espacial Europeia, faz exercícios em uma esteira projetada para permitir que os astronautas corram sem vibrar delicados experimentos científicos de microgravidade nos laboratórios da Estação Espacial Internacional. Imagem: Nasa/Divulgação

“As descobertas são úteis para projetar futuros voos espaciais de longo prazo, individualizar contramedidas ideais e compreender o estado de saúde dos astronautas no momento da restauração da gravidade parcial – por exemplo, um pouso na Lua ou em Marte”, afirma Stefania Scarsoglio, coautora do estudo.

Os cientistas compararam a resposta cardiovascular em condições de microgravidade com o que ocorre na Terra, levando em conta vários parâmetros hemodinâmicos – como trabalho cardíaco, consumo de oxigênio e índices de contratilidade, além da pressão arterial. Todos esses índices foram reduzidos.

A tolerância ao exercício de um viajante espacial foi considerada comparável à de uma pessoa não treinada com um estilo de vida sedentário. A nível celular, os pesquisadores ainda observaram alterações significativas no aporte médio de nutrientes.

Fonte: Futurism

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Cerca de 20% dos brasileiros estão obesos. É o que aponta a pesquisa da Vigitel  (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), divulgada pelo Ministério da Saúde.

Em 2006, quando a pesquisa começou, esse número era de 11,8%. Considerando o excesso de peso, 55,4% da população está nesta situação.

No Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, o médico cardiologista doutor Everton Dombeck, do Hospital Cardiológico Costantini, explica que a obesidade é um dos principais fatores de risco para as doenças. cardiovasculares.

“Nós costumamos falar sobre o tripé dos fatores que desencadeiam as doenças do coração: colesterol, pressão e glicemia. Esses são os índices que precisam estar controlados. Normalmente, quando elevados, associados a uma vida desregulada, sem dieta e exercícios físicos, a pessoa chega à obesidade”.

Em 2020, com a pandemia do coronavírus, esses números tendem a aumentar. “Nós já estamos vendo esse crescimento no consultório.

Os pacientes estão passando por mudanças bruscas nas rotinas e esse período de adaptação é muito complicado.

Pessoas que antes comiam nos refeitórios das empresas, com alimentação balanceada ou que costumavam levar marmita para o trabalho, hoje, com a falta de tempo, estão comendo mais industrializados e fast-food”, conta Dombeck.

Além disso, Dombeck explica que o isolamento social e as dúvidas sobre o futuro evidenciam o estresse e a ansiedade, o que acaba estimulando a alimentação por compulsão.

“Em uma rotina normal, o ideal é que a pessoa siga uma dieta equilibrada e faça exercícios físicos com frequência. Hoje, neste momento atípico, este controle ficou ainda mais difícil. As preocupações são outras, então, a última coisa que nós pensamos é na saúde física, o que não deveria acontecer”.

Cuidados para prevenção e tratamento

A obesidade é uma doença crônica e exige constante tratamento. A melhor saída é sempre a combinação entre dieta equilibrada e exercícios físicos.

O recomendado é fazer acompanhamento médico, com ajuda de nutricionistas, endocrinologistas, cardiologistas e um profissional da área de educação física para auxiliar nos exercícios.

Dombeck explica que é muito importante um acompanhamento psicológico:

“Eu costumo falar que é o ‘ping-pong de autossabotagem no padrão comportamental’ que leva as pessoas a cometerem erros básicos e muito frequentes no que diz respeito à dieta, atividade física e, consequentemente, no controle dos níveis de colesterol, pressão e glicemia. Não importa a idade, grau de escolaridade, nem a classe social, o ser humano é suscetível a repetir esse comportamento durante toda a vida. Precisa de uma reeducação”.

Por Dr. Everton Dombeck, do Hospital Cardiológico Costantini

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