Início Tags Postagens marcadas com "saúde"

saúde

Correr é sempre bom, atualmente praticar corrida está cada vez mais comum. Porém a dúvida de muitos é onde é melhor, na esteira ou na rua. A verdade é cada um tem a sua vantagem e os dois modos são úteis, embora seja indicada para finalidades e perfis distintos. Veja as vantagens de correr em cada lugar.

Correr na esteira

É praticado geralmente nas academias e tem uma certa monotonia e a limitação em termos de liberdade. Costuma ser mais indicada para os iniciantes, pois facilita a criação de coordenação, ganho de ritmo e condicionamento no caso de pessoas que estão saindo de uma vida sedentária, é indicado também para pessoas acima do peso e para os que estão em tratamento de lesão, devido ao menor impacto nas articulações. Correr em uma esteira te dá chances mínima de acidente e é uma boa opção para quem não pode treinar na rua.

No aparelho o deslocamento é na vertical, pois o chão se movimenta e o praticante faz movimentos para cima, como se estivesse saltando. O problema é que com o tempo isso pode causar a LER (lesão por esforço repetitivo).

Na esteira você consegue ter controle total da sua corrida, no painel é possível monitorar e controlar a velocidade, a distância, a inclinação e ajustar todos os movimentos, e nos dias de chuva você pode correr sem problemas.

Correr na rua

Na rua o corredor se habitua a um desafio real, como a presença do vento, da temperatura ambiente, entre outros fatores externos. Esse tipo de treino geralmente é o mais aconselhado para pessoas com um condicionamento físico mais avançado, por já possuírem musculatura e articulação mais preparada.

Quando se corre na rua o descolamento é para frente e devido a isso algumas partes são bastante trabalhadas, como a panturrilha e o quadril, responsáveis por impulsionar o corpo. Nesse caso o esforço é maior e consequentemente o gasto calórico também.

Quanto ao monitoramento, ele pode ser feito através de equipamentos que mostram a frequência dos seus batimentos cardíacos, a velocidade e a distância percorrida. O solo é melhor forma para aperfeiçoar sua corrida, além poder ser praticada em qualquer local e sem custo.

Na esteira ou na rua, cada um escolhe o que é mais prazeroso para si, afinal correr faz bem e não importam as circunstâncias, o mais importante é não deixar de se exercitar!

Fonte: horadotreino.com.br

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Por Nathi Loyola 

A qualidade de vida é reflexo de nossas atitudes positivas ou negativas. Entre elas, a prática de atividades físicas, uma alimentação saudável, momentos de interação social. Quem já passou dos 60 anos, os cuidados devem ser ainda maiores. 

A  alimentação para o idoso deve ser preenchida com um cardápio variado de 5 a 6 vezes por dia, principalmente por alimentos ricos em proteínas, vitaminas, carboidratos, frutas, verduras, legumes e não se esquecendo de mantar o equilíbrio.

O corpo humano tem uma validade e os ossos se desgastam, as células enfraquecem e os músculos perdem força. Sabemos  que a estrutura corporal sofre alterações ao longo dos anos, como as hormonais, nada melhor do que sempre assegurar um fortalecimento através de bons hábitos. Muito importante ter uma vida regrada na fase jovem e adulta, combinada com boas noites de sono e uma alimentação saudável. Nesta fase, sabemos que é preciso manter a massa muscular e ainda prevenir doenças que são comuns nesse momento, como diabetes, hipertensão, câncer, osteoporose e outros males.

Por isso, listei 4 dicas incríveis que vão fazer a diferença em sua vida. 

  1. Priorize os alimentos naturais e consuma alimentos mais in natura. Atenção aos rótulos dos produtos industrializados.
  2. Consuma fibras, elas são importantíssimas em sua alimentação em razão do controle da glicose, da redução do colesterol e, até mesmo, da prevenção do câncer de cólon e também, auxilia na saciedade, ajudando a manter o peso. 

Alimente-se mais com cascas das frutas, verduras de folhas verdes escuras, aveia e linhaça.

  1. Inclua alimentos ricos em ômega 3, por exemplo, o peixe, que você pode consumi-lo pelo menos uma vez por semana. Ele é fundamental para ajudar a sua saúde. O ômega 3, tem a função  anti-inflamatória e ainda auxilia na prevenção e no controle de várias doenças, como diabetes, artrites, entre outras.
    Alimentos que encontramos: peixes, chia, azeite, nozes, amêndoas e  folhas verdes escuras.
  2. Inclua mais vitamina D, ela também é essencial para a manutenção de sua saúde. Uma dica: para que o cálcio seja absorvido pelo organismo é preciso consumir alimentos ricos em vitamina D, caso contrário, o cálcio não será aproveitado pelo nosso corpo.  Alimentos: Leite, iogurte, ovos e famoso sol da manhã. 

Uma alimentação saudável para o idoso deve ser combinada com atividades físicas e uma família presente e amorosa. Com certeza,  esses cuidados vão acrescentar anos de vida ou mais vida aos anos do idoso. Não se esqueça de que pessoas mais velhas ficam carentes e que, o carinho dos filhos e netos é essencial para que eles tenham mais qualidade de vida.

Confira:  

 Youtube: Canal Sem Dietas – https://cutt.ly/2gw8DbG 
Loyola Concept: @loyolaconcept 

Sobre a Loyola Concept — Nutrição e Saúde (www.loyolaconcept.com.br

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Por Sophie Deram 

Fonte: https://nutricaosemneura.blogosfera.uol.com.br

Já falei aqui no blog sobre o efeito inflamatório do padrão alimentar ocidental, baseado em alimentos industrializados, ricos em gorduras e açúcares.

Sabemos que esse tipo de alimentação pode contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, porém não está claro se os alimentos fritos, populares em todo o mundo e comuns no padrão alimentar ocidental, afetam a saúde do coração.

O consumo de alimentos fritos pode contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares

Por isso, um grupo de pesquisadores da China resolveu investigar a associação entre o consumo de alimentos fritos e o risco de doenças cardiovasculares, publicando recentemente os resultados desse estudo na revista Heart.
Quais são as doenças cardiovasculares?

Antes de mostrar para você como esse estudo foi realizado, acho válido esclarecer o que são e quais as principais doenças cardiovasculares. Trata-se de um grupo de distúrbios que afetam o coração e os vasos sanguíneos, sendo, em sua maioria, prevenidas com um estilo de vida saudável. Algumas das doenças cardiovasculares são:

Insuficiência cardíaca: é a principal causa de internações por doenças cardiovasculares registrada no SUS (Sistema Único de Saúde). Consiste em uma dificuldade do coração em bombear sangue para o corpo ou de contribuir para o retorno venoso, ou seja, transportar o sangue pobre em oxigênio para o coração.

Doença arterial coronariana: tem como principal manifestação o infarto agudo do miocárdio, que é a causa de morte isolada mais comum no mundo. Nesse caso, as artérias desenvolvem placas de ateroma, um acúmulo de gordura, sangue, tecido fibroso e outros compostos, que podem se romper, liberar substâncias inflamatórias e formar um trombo. O trombo estreita o espaço dentro da artéria e impede o fluxo de sangue para o oxigênio, provocando o infarto.
AVC (Acidente Vascular Cerebral): também chamado de derrame, está intimamente relacionado às doenças cardiovasculares, pode ocorrer pelo rompimento ou obstrução de vasos, dificultando o transporte de sangue e oxigênio para o cérebro.

Agora, voltemos ao estudo. Para determinar a associação entre o desenvolvimento desse tipo de doenças e o consumo de alimentos fritos, os pesquisadores buscaram em bancos de dados (PubMed, EMBASE e Web of Science) estudos relevantes publicados até abril de 2020, sendo selecionadas 17 pesquisas. Essas pesquisas envolveram 562.445 participantes e 36.727 eventos cardiovasculares.

Além disso, os pesquisadores agruparam os dados de seis estudos que envolviam 754.873 voluntários e 85.906 mortes durante um período médio de monitoramento de nove anos e meio para avaliar a associação entre o consumo de alimentos fritos e mortes por doenças cardiovasculares.

Entre os achados, foi observado que o alto consumo de alimentos fritos aumentou o risco dos principais eventos cardiovasculares em 28%, de doença arterial coronariana em 22% e de insuficiência cardíaca em 37%. Já o risco de acidente vascular cerebral, mortalidade cardiovascular ou mortalidade por outras causas não foi significativo.

A análise também indicou que esse risco aumenta com a adição semanal de uma porção de alimentos fritos. Nesse caso, o equivalente a 114 g contribui com um aumento de 3% no risco de desenvolver os principais eventos cardiovasculares, de 2% para doença arterial coronariana e 12% para insuficiência cardíaca.

Os pesquisadores esclarecem que vários dos estudos analisados consideraram apenas o consumo de um tipo de alimento frito (por exemplo: peixe, batata ou salgadinho), mas não o total de alimentos fritos, sugerindo que isso pode ter subestimado a associação. De qualquer forma, eles acreditam que o efeito adverso do consumo de alimentos fritos independe do tipo de alimento.

Nenhuma associação foi encontrada para mortes por doenças cardiovasculares ou por qualquer outra causa, mas isso pode ter acontecido devido ao número relativamente pequeno de estudos encontrados. Portanto, os pesquisadores concluíram que existe uma associação entre a ingestão de alimentos fritos e doenças cardiovasculares, porém mais investigações são necessárias para examinar a associação com a insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral e mortalidade por doenças cardiovasculares.

Como os alimentos fritos podem contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares?

A partir desse estudo também podemos questionar como os alimentos fritos podem influenciar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Isso não está totalmente claro, mas os pesquisadores sugerem algumas explicações. De acordo com eles, os alimentos fritos:

  • Geralmente contêm grandes quantidades de gordura, o que pode elevar a densidade energética dos alimentos, como também torná-los mais palatáveis. Isso pode levar a um maior consumo e contribuir para o excesso de peso e a obesidade, fatores de risco para as doenças cardiovasculares.
  • Podem ser compostos por ácidos graxos trans, um tipo de gordura muito presente em alimentos industrializados, nas margarinas e na gordura vegetal hidrogenada e que está associada ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
    Podem aumentar os níveis de produtos de oxidação de colesterol que estão envolvidos na resposta inflamatória e afetar a saúde do coração.
  • Em boa parte são alimentos ultraprocessados, que apresentam gorduras em excesso e grandes quantidades de sódio, nutriente que contribui para a hipertensão, um dos fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

Então, cortar frituras é a solução?

Esses achados podem ter implicações importantes para as recomendações relacionadas à alimentação e nutrição, indicando que os alimentos fritos não devem ser a base das nossas escolhas alimentares.

Mas é bom deixar claro que “cortar” as frituras não é a solução para o problema. Devemos sim diminuir seu consumo e comer mais alimentos in natura de todos os grupos alimentares. Mas restringir não é a solução. Como já disse em outros momentos, restrição leva a um maior desejo por comida.

Quanto mais vemos as frituras como vilãs e nos sentimos proibidos de comê-las, mais desejamos esses alimentos e corremos o risco de consumi-los em excesso, que é o problema maior.

O melhor a ser feito é mudar nossa relação com a comida, entendendo que não existem alimentos proibidos e permitidos e que podemos comer de tudo, mas não tudo!

Assim, podemos fazer melhores escolhas alimentares, comer de acordo com o contexto (veja só, comer um pastel na hora do almoço não parece tão adequado, mas na festa de aniversário, sim!), exagerar menos e viver em paz com a comida!

Bon appétit!

Sophie Deram

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares vitimam 8,5 milhões de mulheres por ano e as que estão acima dos 60 anos correm ainda mais riscos. Cuidados com alimentação, saúde mental e prática de atividade física podem auxiliar a diminuir esse índice.

Conforme a cardiologista, mestre e doutora em Ciências da Saúde, professora do curso de Medicina da Universidade Tiradentes Sergipe, Úrsula Maria Moreira Costa Burgos, a mulher apresenta condições que as deixam sob maior risco, como a possibilidade de hipertensão e de diabetes gestacional.

“ Após a menopausa, também aumenta o risco de problemas cardiovasculares, além de apresentar muitas vezes sintomas pouco típicos e por conta disso ter um diagnóstico retardado. Em termos de cuidados,  falando em prevenção,  as recomendações são gerais independente do sexo; cuidar da alimentação,  atividade física, higiene do sono e gerenciamento do estresse”, disse.

Faixa etária

A médica explica que a idade é fundamental porque a mulher apresenta menopausa, fase da vida em que ocorre a interrupção natural da menstruação, pois os hormônios femininos (estrogênio e progesterona) já não são mais produzidos pelos ovários.

“Após os 60 anos, por conta da queda de estrogênio, hormônio que a protegia até então, a mulher passa a ser mais suscetível. A prevenção não muda, precisa ser mais agressiva. E não há indicação de reposição hormonal com o intuito de proteção cardiovascular”, afirmou.

Fonte: imprensa24h.com.br

Assessoria de Imprensa  | Unit

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Famoso estimulante natural, o café faz parte do dia a dia dos brasileiros, seja em casa ou no trabalho. Além de ser saboroso, também apresenta benefícios para a saúde. Estudo desenvolvido na Inglaterra revelou que o consumo regular desta bebida reduz as chances do aparecimento de doenças cardíacas.

De acordo com a pesquisa, quem consome diariamente algumas xícaras de café tem menos chance de morrer por enfarte.

Os benefícios do cafezinho não param por aí. Ele possui uma substância conhecida como lactona, que deixa o cérebro muito mais atento. Além disso, previne contra a depressão, assim como estimula a memória e a concentração.

Mais benefícios

Além da cafeína, um poderoso estimulante, a bebida ainda contém cálcio, ferro, zinco e vitaminas. Segundo especialistas, o consumo do café também ajuda a prevenir o consumo de drogas e álcool, diminuindo ainda a incidência de cirrose em pessoas alcoólatras.

Para aproveitar todos os benefícios, o café deve fazer parte de uma dieta equilibrada, com a restrição de alimentos gordurosos, açúcar e produtos industrializados. Lembre-se ainda de consultar um médico regularmente para uma avaliação geral, praticando ainda atividade física regularmente.

Fonte: Estadão Conteúdo

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Levar um estilo de vida ativo não é suficiente para combater os efeitos negativos do excesso de peso na saúde do coração, de acordo com uma pesquisa publicada recentemente. Isso desafia a ideia de que condicionamento físico é mais importante do que peso para levar um estilo de vida saudável e apela às empresas que repensem políticas de saúde internas que priorizam a atividade física em vez de perda de peso.

Pesquisadores analisaram dados de mais de 500 mil adultos e agruparam pessoas com base nos níveis de atividade e peso corporal, avaliando a saúde do coração e três principais fatores de risco para derrame e ataque cardíaco: diabetes, pressão alta e colesterol alto.

Embora ser ativo esteja relacionado a uma melhor saúde cardíaca para qualquer pessoa, o autor do estudo, Alejandro Lucia, da Universidade Europeia de Madri, disse que os resultados indicam que “o exercício não parece compensar os efeitos negativos do excesso de peso”, contradizendo a popular noção de que alguém pode ser “gordo, mas saudável”.

Lucia disse que essa noção “levou a propostas controversas de políticas de saúde para priorizar a atividade física e a boa forma acima da perda de peso”, políticas que ele acredita que devam ser reconsideradas para tornar a “perda de peso um alvo principal” na luta para reduzir o risco de doenças cardiovasculares em pessoas com sobrepeso e obesas.

Embora uma quantidade substancial de pesquisas mostrem que ser ativo protege contra várias doenças, o impacto do peso corporal tem se mostrado mais controverso. Muitos, como Lucia observou, apoiam a ideia de que alguém pode ser “gordo, mas em forma” (em inglês, “fat but fit”) e há evidências que sugerem que o condicionamento físico pode ajudar a compensar o excesso de peso. É improvável que o estudo resolva essa controvérsia e há uma série de falhas metodológicas que precisariam ser abordadas para resolver a questão de forma conclusiva. Keith Frayn, professor emérito de metabolismo humano da Universidade de Oxford, disse que a pesquisa “deve ser considerada apenas um ponto de partida” ao falar sobre a relação entre condicionamento físico, peso e saúde.
 
Frayn disse que o desenho do estudo significa que ele poderia ter perdido fatores de saúde que “não estão necessariamente refletidos nas medições de sangue relatadas aqui”, bem como benefícios que vão “além da proteção contra doenças cardiovasculares (e) metabólicas”.

Michael Pencina, vice-reitor de ciência de dados e tecnologia da informação na Duke University School of Medicine, disse à CNN que o estudo não pode levar a uma conclusão sobre a causa dos problemas de saúde. “Este é um estudo transversal”, disse ele. “Tudo o que podemos falar é sobre associações”. O estudo não pode, por exemplo, nos dizer se uma pessoa se tornou ativa porque era obesa ou se era ativa e ainda assim se tornou obesa, explicou Pencina.

Já o professor Metin Avkiran, diretor médico associado da British Heart Foundation, disse que o estudo “acrescenta evidências existentes de que não existe “obesidade saudável”, além de confirmar que ser fisicamente ativo protege contra esses fatores de risco.

 
No Brasil
Para Pedro Augusto Bastos, cardiologista do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP), mesmo que pessoas em condição de obesidade tenham um estilo de vida saudável, o sobrepeso continua sendo um fator de risco para diversas doenças cardiovasculares. “Exercícios físicos e boa alimentação são essenciais, mas não garantem 100% de isenção do desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Somente se manter ativo não é o suficiente. É necessário direcionar as atividades para a perda real de peso”, explica o médico.
 
Segundo ele, em diversas famílias brasileiras, há a crença de que deixar as crianças muito bem alimentadas, às vezes de modo exagerado, significa torná-las fortes e imunes a qualquer enfermidade. Mas, é possível perceber o aumento de crianças e adolescentes acima do peso, com problemas de saúde em idades muito precoces em comparação a gerações anteriores às atuais. Bastos defende que a “obesidade saudável” é uma ilusão, visto que os fatores que mantêm o excesso de gordura corporal, como dieta inadequada e sedentarismo, deixam as pessoas propensas a adquirir problemas de saúde a qualquer momento. “Normalmente, aqueles que estão acima do peso têm uma alimentação de pior qualidade e praticam menos atividade físicas, o que pode provocar aumento de hipertensão arterial, dislipidemia e diabetes, levando a infartos e acidentes vasculares encefálicos.”
 
Por outro lado, o médico garantiu que o corpo magro não necessariamente é um símbolo de saúde, já que algumas pessoas que não se encontram acima do peso também podem desenvolver doenças cardiovasculares, como diabetes do tipo 1, por questões genéticas ou dieta precária. “A ideia que tento manter em alta para os meus pacientes é que ter qualidade de vida, é um fator de proteção, mas, infelizmente, não nos deixa isentos das doenças cardiovasculares.” Além de buscar a perda de peso de maneira segura, a solução para qualidade de vida apresentada por Bastos inclui prática regular de exercícios físicos e boa alimentação.

Fonte: forbes.com.br

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Numa visão geral foram detectados 81.451.630 casos de novo coronavírus (covid-19) no mundo, com 1.778.064 mortes. No Brasil cerca de 7.504.833( 20.548) casos, com 192.001 mortes.

Máscara facial: uso é obrigatório durante a pandemia. Quem se descuida não respeita a si mesmo, aos outros e aos profissionais de saúde, que estão exaustos e correndo risco de morte nos hospitais

Essa situação alarmante no mundo, com mortes e tantas pessoas internadas em estado grave, outras sem atendimento adequado por falta de estrutura pela alta demanda no atendimento médico, geram uma instabilidade emocional, econômica e em todos os níveis, um comprometimento social de forma ampla e assustadora.

Os profissionais da área da saúde estão exaustos, correndo risco de vida pela gravidade da contaminação em ambiente hospitalar e nas unidades de saúde.

A população deve entender que os cuidados são necessários não só para se proteger, mas para proteger o próximo.

O uso de máscaras cobrindo o nariz e a boca é obrigatório, porém não é feito por muitas pessoas que brincam com a saúde alheia, desrespeitando as normas determinadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alastrando a doença de forma fatal.

Os encontros em ambientes fechados, reuniões, praias e festas com aglomeração de pessoas, geram insegurança e alastram cada vez mais o novo coronavírus, que se torna soberano, levando vidas, deixando a tristeza e quebrando o sentimento daqueles que esperam uma conscientização da população, que é importante a união para vencermos essa dura fase da pandemia.

Todos aguardam a vacina ansiosos para que possamos diminuir o número de mortes, e a incidência de casos novos.

Fonte: ofluminense.com.br

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail
Um alimento saboroso, nutritivo e de fácil digestão, além de possuir menos calorias e auxiliar na saúde do coração.

Com as festas de fim de ano chegando, o consumo de pescado aumenta consideravelmente neste período e já é tradição nas festividades. De excelente valor nutricional, são ricos em diversos nutrientes: proteína, ferro, zinco, vitamina B12 e as chamadas ‘gorduras boas’, como o ômega 3, que ajudam a equilibrar o colesterol e evitam inflamações no organismo. Um alimento saboroso, nutritivo e de fácil digestão, além de possuir menos calorias e auxiliar na saúde do coração. 

– Na época de festas, entre Natal e o Ano Novo, o bacalhau com certeza é um dos pratos mais procurados. Outro peixe bastante consumido nesta época é o salmão. Para fornecer opções para o consumidor, indicamos algumas espécies facilmente encontradas e de excelente aceitação que podem compor a mesa dos cariocas durante as festividades – explica Fernando Tuna, analista de recursos pesqueiros da Fiperj.

Bacalhau, salmão, camarão e peixes nobres, como cherne e badejo, são as grandes estrelas do cardápio do fluminense. Mas há outros exemplos de pescado que também agradam muito o gosto popular e cabem no bolso dos consumidores: dourado, merluza, namorado, batata, pargo, entre outros.

– O consumidor pode observar algumas características na hora da compra, que sugerem que o produto esteja com ótimo frescor, ou seja, de boa qualidade e próprio para o consumo – explica André Medeiros, extensionista da Fiperj.

Algumas dicas de como reconhecer um peixe bom para consumo:

  • Superfície do corpo limpa, com relativo brilho metálico e reflexos multicores próprios da espécie, sem qualquer pigmentação estranha
  • Olhos claros, vivos, brilhantes, luzentes, convexos, transparentes, ocupando toda a cavidade orbitária
  • Brânquias róseas ou vermelhas, úmidas e brilhantes com odor natural, próprio e suave
  • Abdômen com forma normal, firme, não deixando impressão duradoura à pressão dos dedos
  • Escamas brilhantes, bem aderentes à pele, e nadadeiras apresentando certa resistência aos movimentos provocados
  • Carne firme, consistência elástica, da cor própria da espécie
  • Odor próprio, característico da espécie
0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Datafolha aponta que 22% dos brasileiros não pretendem se vacinar, contra 9% em agosto. Crescimento coincide com campanha de Bolsonaro contra imunizante promovido pelo governo de SP.

(Photo by Igor Golovniov / SOPA Images/Sipa USA)

O número de brasileiros que não pretendem tomar uma vacina contra o novo coronavírus aumentou, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12/12). O levantamento aponta que 22% dos entrevistados afirmaram que não pretendem se vacinar. Outros 73% disseram que querem tomar a vacina. E 5% declararam que não sabem.

O percentual de brasileiros que não querem tomar a vacina é significativamente mais alto do que no último levantamento do Datafolha. Em agosto, 9% afirmaram que não pretendiam se vacinar, contra 89% que eram favoráveis.

O Datafolha aponta ainda que a resistência à vacinação não tende a variar muito em diferentes grupos, seja pelo recorte de sexo, idade, escolaridade ou renda mensal. No entanto, o Instituto aponta que a desconfiança em relação à vacina é maior entre os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Brasileiros que afirmam sempre confiar no presidente Bolsonaro tem inclinação a se vacinar menos.

Segundo o Datafolha, 33% dos brasileiros que afirmaram sempre confiar no presidente Bolsonaro apontam que não vão se vacinar. O número cai para 16% entre aqueles que dizem nunca confiar no presidente.

O jornal Folha de S.Paulo, que divulgou a pesquisa Datafolha, aponta que o levantamento foi feito justamente em meio à chamada “guerra da vacina”, que envolveu Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Nas últimas semanas, redes bolsonaristas têm intensificado ataques ao governador paulista, que ao longo da pandemia colocou em prática um plano para importar e fabricar localmente uma vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, a Coronavac.

Até o momento, a vacina promovida pelo governo de São Paulo é a que está mais avançada para uso em massa no Brasil. Doria já afirmou que pretende começar a vacinação no fim de janeiro.

Já o governo federal, que até o momento não apresentou um plano viável de imunização em curto ou médio prazo ou garantiu um leque diverso de vacinas, não tem disfarçado seu desdém pela Coronavac. Bolsonaro chegou até mesmo a celebrar publicamente a interrupção temporária dos testes da Coronavac em novembro, após a morte de um voluntário, em circunstâncias não relacionados ao experimento. No final de novembro, Bolsonaro também disse que não pretende tomar a vacina.

Protesto contra Doria em São Paulo. Bolsonaro tem alimentado movimento

Ao longo da pandemia, o presidente minimizou repetidamente a covid-19, que já provocou mais de 180 mil mortes no Brasil. Ele também apostou na promoção de tratamentos sem eficácia científica contra a doença, como a aplicação de hidroxicloroquina, deixando a compra de vacinas em segundo plano.

No momento, a Coronovac está na fase final de testes. A atitude do governo federal levantou o temor que a Anvisa, agência reguladora federal responsável por aprovar o uso de vacinas, sofra interferência de Bolsonaro e atrase o processo de autorização.

O Datafolha também apontou que em meio à ofensiva de Bolsonaro contra a Coronavac, a população brasileira demonstrou mais resistência a uma vacina desenvolvida na China. Segundo o levantamento, 50% dos brasileiros afirmaram que não tomariam uma vacina que tem origem no país asiático. A resistência é menor em relação a imunizantes produzidos em países ocidentais. No caso de uma vacina dos EUA, a resistência é 23%. Em relação a uma vacina britânica, 26%. Nos últimos meses, redes bolsonaristas têm chamado a Coronavac, que começou a ser produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, ligado ao governo paulista, de “vachina” e espalhado até mesmo mentiras delirantes sobre o imunizante ser um mecanismo disfarçado de controle da mente.

O Datafolha apontou ainda que a maioria dos brasileiros (56%) disse ser favorável que a vacina seja obrigatória para toda a população. Outros 43% são contrários à obrigatoriedade.

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Descubra o que açafrão (também conhecido como açafrão-da-terra ou cúrcuma) pode oferecer para a sua saúde

O açafrão (ou açafrão-da-terra ou cúrcuma) é uma planta herbácea da família do gengibre e que a partir dela é possível conseguir uma especiaria de mesmo nome que possui diversos benefícios, podendo ser usada tanto na culinária como para cuidar de nossa saúde.

Originário do sudoeste asiático, o açafrão vem despertando um grande interesse da comunidade científica devido aos diversos benefícios aparentes – e que vêm se mostrando verdadeiros ou ao menos promissores.

É sabido, por exemplo, que o açafrão possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. E há pesquisas que procuram investigar os efeitos da curcumina – o pigmento que dá cor e também é um componente ativo do açafrão-da-terra – diante do câncer.

A fim de espalhar a palavra do açafrão e fazer com que todos usufruam de suas qualidades, resolvemos contar para vocês sobre alguns benefícios dessa raíz. 

Veja a dica da Cláudia Marques – Nutricionista

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=sjeOA35vkgU[/embedyt]

 

O açafrão tem efeitos antidepressivos

Pesquisas têm demonstrado que a curcumina, componente ativo do açafrão, possui efeito positivo contra a depressão, essa doença silenciosa e que tem feito cada vez mais vítimas.

Há pesquisas que afirmam que o resultado da curcumina em pacientes depressivos é similar a de medicamentos antidepressivos, tendo a vantagem de não possuir efeitos colaterais, que são tão costumeiros a todo tipo de medicamentos.

O açafrão pode ajudar a prevenir o câncer

Há estudos pesquisando os efeitos da curcumina sobre o câncer e alguns deles têm evidenciado que o açafrão tem o poder de reduzir a angiogênese, agindo sobre a formação de tumores e contribuindo para destruir células cancerígenas.

Além disso, o seu fator antioxidante é capaz de proteger células que podem alterar o DNA celular, o que leva ao surgimento de células cancerígenas.

Pode até ser coincidência, mas há quem acredite que não é à toa que a Ásia seja a maior produtora e consumidora de açafrão no mundo e também o lugar onde há menor registro proporcional de casos de câncer.

O açafrão ajuda a cuidar do coração

Mais uma vantagem do fator antioxidante da curcumina, o açafrão-da-terra pode agir contra a oxidação do colesterol, que é o que leva os vaso sanguíneos acumularem placas endurecidas capazes de ocasionar um ataque cardíaco. Além de evitar a oxidação do colesterol, o que ajuda a proteger o coração, há estudos científicos que defendem que a curcumina reduz o risco de insuficiência cardíaca.

A propriedade anti-inflamatória do açafrão também pode ser benéfica para o coração, pois inflamações crônicas podem ser prejudiciais para órgão tão importante para o corpo humano, e o açafrão consegue inibir algumas das moléculas e enzimas que as causam.

Quer saber mais sobre como as inflamações crônicas podem prejudicar o coração? Nós temos essa matéria aqui que você pode conferir.

E caso você queria ser informar ainda mais, temos essa lista com 18 superalimentos que melhoram a saúde do coração.

O açafrão pode ajudar a prevenir o Alzheimer

Outro benefício incrível do açafrão é a possibilidade que ele possui de prevenir o mal de Alzheimer.

Como sabemos, o Alzheimer é uma doença terrível. Neuro-degenerativa, ela compromete as funções cognitivas, diminuindo as capacidades de trabalho e relação social, sendo uma das doenças responsáveis pela demência.

Como não termos uma tratamento eficaz para combater o Alzheimer, preveni-la é uma das melhores maneiras de enfrentá-la. E é aí que o açafrão-da-terra entra, pois a curcumina reduz o risco da doença por agir reduzindo a formação de placas amiloides, pois é justamente com o acúmulo de uma proteína chamada beta-amilóide que se origina o mal de Alzheimer.

Quer se informar mais sobre essa doença? Nesta matéria explicamos com mais detalhes o que é o mal de Alzheimer e quais são seus principais sintomas.

Leia mais: selecoes.com.br

Fonte: Revista Seleções

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Aceito Leia mais

Política de privacidade e cookies