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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares vitimam 8,5 milhões de mulheres por ano e as que estão acima dos 60 anos correm ainda mais riscos. Cuidados com alimentação, saúde mental e prática de atividade física podem auxiliar a diminuir esse índice.

Conforme a cardiologista, mestre e doutora em Ciências da Saúde, professora do curso de Medicina da Universidade Tiradentes Sergipe, Úrsula Maria Moreira Costa Burgos, a mulher apresenta condições que as deixam sob maior risco, como a possibilidade de hipertensão e de diabetes gestacional.

“ Após a menopausa, também aumenta o risco de problemas cardiovasculares, além de apresentar muitas vezes sintomas pouco típicos e por conta disso ter um diagnóstico retardado. Em termos de cuidados,  falando em prevenção,  as recomendações são gerais independente do sexo; cuidar da alimentação,  atividade física, higiene do sono e gerenciamento do estresse”, disse.

Faixa etária

A médica explica que a idade é fundamental porque a mulher apresenta menopausa, fase da vida em que ocorre a interrupção natural da menstruação, pois os hormônios femininos (estrogênio e progesterona) já não são mais produzidos pelos ovários.

“Após os 60 anos, por conta da queda de estrogênio, hormônio que a protegia até então, a mulher passa a ser mais suscetível. A prevenção não muda, precisa ser mais agressiva. E não há indicação de reposição hormonal com o intuito de proteção cardiovascular”, afirmou.

Fonte: imprensa24h.com.br

Assessoria de Imprensa  | Unit

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As doenças cardiovasculares têm sido apontadas como fatores de risco para complicações da Covid-19. Com o início da vacinação contra a doença, no mês de janeiro de 2021, idosos e profissionais de saúde estão sendo priorizados para a imunização. Em meio a dúvidas, uma das perguntas frequentes é se pessoas com doenças do coração devem se vacinar contra Covid-19. A afirmação é positiva, de acordo com Miguel Morita, diretor científico da Sociedade Paranaense de Cardiologia (SPC).

Pessoas com doenças cardíacas devem se vacinar contra Covid-19: ainda não há data para isso

As pessoas com doenças do coração, com doenças cardiovasculares, ainda não têm previsão de quando serão chamadas para a vacinação. Conforme o Plano Nacional de Imunização, em um primeiro momento serão vacinados os idosos em instituições de longa permanência, população indígena e profissionais de saúde. 

Em uma segunda fase, serão atendidos os idosos de maneira geral, começando com aqueles com idade superior a 80 anos; em seguida, os que têm entre 75 a 79 anos; até chegar aos 60 anos. Após esta etapa devem ser contemplados os trabalhadores de força de segurança e salvamento e a população de rua. Pessoas com comorbidades, incluindo aqueles com doenças do coração, seriam atendidos na sequência. Não existem datas definidas para as próximas fases do plano de imunização, pois tudo depende de produção e distribuição das doses.

Como vai funcionar a vacinação de pessoas com doenças do coração e outras comorbidades, segundo o Plano Estadual de Imunização, que segue as diretrizes do plano nacional. (Foto: Reprodução)

“As pessoas com doenças do coração, com doenças cardiovasculares, devem se vacinar contra Covid-19 com certeza. Isso deve acontecer no momento que for estipulado pelas autoridades governamentais, dentro da sequência estabelecida. Mas com certeza devem vacinar”, enfatiza Morita, que concedeu entrevista ao Saúde Debate no dia 22 de janeiro.

De acordo com ele, as pessoas com doenças do coração e demais doenças cardiovasculares são justamente aquelas com maior risco de apresentar quadros mais graves da Covid-19. “Um tipo de doença cardiovascular, que é a insuficiência cardíaca, aumenta muito o risco da forma grave da Covid-19. Um estudo recente americano mostra que uma em quatro pessoas que interna por Covid-19 e tem o histórico de insuficiência cardíaca morre durante a internação”, revela o diretor científico da Sociedade Paranaense de Cardiologia.

Leia mais: saudedebate.com.br

Fonte: Saúde Debate e Sociedade Paranaense de Cardiologia (SPC)

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Famoso estimulante natural, o café faz parte do dia a dia dos brasileiros, seja em casa ou no trabalho. Além de ser saboroso, também apresenta benefícios para a saúde. Estudo desenvolvido na Inglaterra revelou que o consumo regular desta bebida reduz as chances do aparecimento de doenças cardíacas.

De acordo com a pesquisa, quem consome diariamente algumas xícaras de café tem menos chance de morrer por enfarte.

Os benefícios do cafezinho não param por aí. Ele possui uma substância conhecida como lactona, que deixa o cérebro muito mais atento. Além disso, previne contra a depressão, assim como estimula a memória e a concentração.

Mais benefícios

Além da cafeína, um poderoso estimulante, a bebida ainda contém cálcio, ferro, zinco e vitaminas. Segundo especialistas, o consumo do café também ajuda a prevenir o consumo de drogas e álcool, diminuindo ainda a incidência de cirrose em pessoas alcoólatras.

Para aproveitar todos os benefícios, o café deve fazer parte de uma dieta equilibrada, com a restrição de alimentos gordurosos, açúcar e produtos industrializados. Lembre-se ainda de consultar um médico regularmente para uma avaliação geral, praticando ainda atividade física regularmente.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Em um ano, o coronavírus mostrou ser mais do que apenas uma doença respiratória: afeta diferentes partes do corpo atacando diretamente as células, alterações na circulação sanguínea e inflamação exagerada.

Embora muitas perguntas sem respostas sobre o coronavírus tenham acabado com o mundo há cerca de um ano, durante esse tempo, os cientistas conseguiram correr contra o tempo e trouxeram muitas respostas sobre novas doenças – algumas delas surpreendentes. 

À medida que o coronavírus se espalha pelo mundo e deixa mais pessoas doentes – até agora, pelo menos 88 milhões de pessoas foram infectadas no planeta, médicos e pesquisadores estão começando a descobrir que outros órgãos além do coração, cérebro e rins também podem ser afetados. O impacto, às vezes até fatal, é por meio do coronavírus.

O patógeno também já causou problemas em dedo dos pés, foi detectado no testículo e ainda nas lágrimas de pacientes — mas é importante lembrar que ser encontrado em uma parte do corpo ou no ambiente não necessariamente significa adoecimento ou transmissibilidade.

Em relação aos chamados órgãos vitais, porém, a doença tem gerado incógnitas, pesquisas científicas e, em alguns casos, grande preocupação. Por isso, a BBC News Brasil procurou artigos científicos e pesquisadores brasileiros para responder o que se sabe até aqui sobre as consequências da Covid-19 em cinco órgãos fundamentais para a nossa sobrevivência: pulmões, coração, rins, fígado e cérebro.

Vale lembrar que a definição de quais são os órgãos vitais é variada, mas de acordo com os entrevistados, estes cinco estão mais perto de um consenso de serem fundamentais para a continuidade da vida e insubstituíveis, considerando as intervenções médicas existentes.

Saiba mais: g1.globo.com

Fonte: BBC e G1

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Já se sabia que esse tecido adiposo ajuda a queimar calorias. Agora, pesquisadores estadunidenses descobriram que ele protege contra doenças cardiovasculares e metabólicas, como hipertensão e diabetes. Efeito poderá ser explorado em novas opções terapêuticas.

A gordura marrom é aquele “tecido mágico” que todo mundo gostaria de ter mais. Ao contrário da branca, que armazena calorias, ela queima energia, e os cientistas esperam que seja a chave para novos tratamentos contra a obesidade. Mas não está claro se as pessoas com grande quantidade de gordura marrom realmente são mais saudáveis. Por um lado, tem sido difícil até mesmo identificar esses indivíduos, já que a substância está escondida bem no fundo do corpo.

Agora, um novo estudo publicado na revista Nature Medicine oferece fortes evidências de que a gordura marrom está associada a uma saúde melhor. Entre mais de 52 mil participantes, aqueles que tinham esse tipo de tecido adiposo detectável eram menos propensos do que os demais a sofrerem de complicações cardíacas e metabólicas, que variam de diabetes tipo 2 a doença arterial coronariana, que é a principal causa de morte no mundo.

O estudo, o maior do tipo realizado em humanos, confirma e expande os benefícios à saúde da gordura marrom sugeridos por pesquisas anteriores. “Pela primeira vez, ele revela uma ligação para diminuir o risco de certas condições”, diz Paul Cohen, professor-assistente e médico do Hospital da Universidade Rockefeller, nos Estados Unidos. “Essas descobertas nos deixam mais confiantes sobre o potencial de direcionar a gordura marrom para benefícios terapêuticos”.

Em pet scan, é possível ver que a pessoa da esquerda tem mais gordura marrom que a da direita – (crédito: Andreas G. Wibmer e Heiko Schöder/Divulgação)

Queima de calorias

Embora a gordura marrom tenha sido estudada por décadas em recém-nascidos e animais, foi apenas em 2009 que os cientistas perceberam que ela também pode ser encontrada em alguns adultos, geralmente em volta do pescoço e ombros. A partir de então, os pesquisadores se esforçaram para estudar essas células de gordura que têm o poder de queimar calorias para produzir calor em condições de frio.

Estudos em grande escala sobre a gordura marrom, no entanto, têm sido praticamente impossíveis porque esse tecido aparece apenas em exames de PET scan, um tipo especial de imagem médica. “Esses exames são caros. Mas, o mais importante, eles usam radiação”, explica Tobias Becher, o primeiro autor do estudo e ex-bolsista clínico no laboratório de Cohen. “Não queremos sujeitar muitas pessoas saudáveis a isso”, completa.

Becher propôs uma alternativa. Do outro lado da rua de seu laboratório, muitos milhares de pessoas visitam o Memorial Sloan Kettering Cancer Center todos os anos para se submeter a exames PET para avaliações oncológicas. O cientista sabia que, quando os radiologistas detectam gordura marrom nesses exames, eles rotineiramente a anotam para ter certeza de que não ela não será confundida com um tumor. “Percebemos que esse poderia ser um recurso valioso para começarmos a observar a gordura marrom em uma escala populacional”, diz.

Em colaboração com Heiko Schoder e Andreas Wibmer, no Memorial Sloan Kettering, os pesquisadores analisaram 130 mil tomografias PET de mais de 52 mil pacientes e descobriram a presença de gordura marrom em quase 10% dos indivíduos. Cohen observa que esse número, provavelmente, está subestimado, porque os pacientes foram instruídos a evitar exposição ao frio, exercícios e cafeína — condições que parecem aumentar a atividade da gordura marrom.

Redução de riscos

Várias doenças comuns e crônicas foram menos prevalentes entre as pessoas com gordura marrom detectável. Por exemplo, apenas 4,6% tinham diabetes tipo 2, em comparação com 9,5% das pessoas que não a tinham detectável. Da mesma forma, 18,9% apresentavam colesterol anormal, contra 22,2%. Além disso, o estudo revelou mais três condições para as quais as pessoas com esse tipo de tecido adiposo têm menor risco: hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva e doença arterial coronariana — ligações que não haviam sido observadas em estudos anteriores.

Outra descoberta surpreendente foi que a gordura marrom pode atenuar os efeitos negativos da obesidade. Em geral, obesos apresentam risco aumentado de doenças cardíacas e metabólicas, mas os pesquisadores descobriram que, entre pessoas com peso acima do saudável e com gordura marrom, a prevalência dessas condições era semelhante à de pessoas não obesas.

Mais estudos

Os verdadeiros mecanismos pelos quais a gordura marrom pode contribuir para uma saúde melhor ainda não estão claros, mas existem algumas pistas. Por exemplo, as células desse tipo de lipídio consomem glicose para queimar calorias, e é possível que isso reduza os níveis de glicose no sangue, um importante fator de risco para o desenvolvimento de diabetes.

O papel da gordura marrom é mais misterioso em outras condições, como a hipertensão, que está intimamente ligada ao sistema hormonal. “Estamos considerando a possibilidade de que o tecido adiposo marrom faça mais do que consumir glicose e queimar calorias. Talvez, realmente, ele participe da sinalização hormonal para outros órgãos”, diz Cohen.

A equipe planeja estudar mais a biologia da gordura marrom, inclusive procurando por variantes genéticas que possam explicar por que algumas pessoas têm mais esse tecido do que outras — primeiros passos potenciais para o desenvolvimento de formas farmacológicas capazes de estimular a atividade da gordura marrom para tratar a obesidade e condições relacionadas. “A pergunta natural que todos têm é: ‘O que posso fazer para obter mais gordura marrom?’”, diz Cohen. “Não temos uma boa resposta para isso ainda, mas é um campo estimulante para os cientistas explorarem nos próximos anos.”

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Eliminar o consumo de alimentos processados, com um elevado conteúdo de sal, açúcar e gordura saturada protege a sua saúde cardiovascular.

Para ter uma alimentação saudável, ela deve ser baseada em frutas, vegetais e gorduras saudáveis. No que diz respeito à saúde do coração, estas regras também se aplicam.

Assim, a abc fez uma lista de alimentos que protegem o seu coração. 

Arroz integral. O mais aconselhável para a população em geral é consumir o arrozna sua versão integral devido à maior riqueza de nutrientes. Além disso, o seu teor de fibras é mais satisfatório e ajuda a regular melhor os níveis de açúcar no sangue, o que é interessante para controlar certas doenças cardiovasculares (diabetes, resistência à insulina, excesso de peso …).

Azeite. O azeite fornece um alto teor de antioxidantes (polifenóis e carotenos) e vitaminas que ajudam a prevenir o aparecimento de doenças cardiovasculares. Os polifenóis são anti-inflamatórios e anti-trombóticos e exercem um efeito cardio-protetor. As suas gorduras saudáveis são benéficas para os vasos sanguíneos e redução do colesterol LDL (mau) no sangue.

Morangos. Ricos em vitamina C e potássio. O seu consumo no quadro de uma alimentação equilibrada está relacionado com uma menor incidência de doenças cardiovasculares.

Fomte: noticiasaominuto.com.br

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Um alimento saboroso, nutritivo e de fácil digestão, além de possuir menos calorias e auxiliar na saúde do coração.

Com as festas de fim de ano chegando, o consumo de pescado aumenta consideravelmente neste período e já é tradição nas festividades. De excelente valor nutricional, são ricos em diversos nutrientes: proteína, ferro, zinco, vitamina B12 e as chamadas ‘gorduras boas’, como o ômega 3, que ajudam a equilibrar o colesterol e evitam inflamações no organismo. Um alimento saboroso, nutritivo e de fácil digestão, além de possuir menos calorias e auxiliar na saúde do coração. 

– Na época de festas, entre Natal e o Ano Novo, o bacalhau com certeza é um dos pratos mais procurados. Outro peixe bastante consumido nesta época é o salmão. Para fornecer opções para o consumidor, indicamos algumas espécies facilmente encontradas e de excelente aceitação que podem compor a mesa dos cariocas durante as festividades – explica Fernando Tuna, analista de recursos pesqueiros da Fiperj.

Bacalhau, salmão, camarão e peixes nobres, como cherne e badejo, são as grandes estrelas do cardápio do fluminense. Mas há outros exemplos de pescado que também agradam muito o gosto popular e cabem no bolso dos consumidores: dourado, merluza, namorado, batata, pargo, entre outros.

– O consumidor pode observar algumas características na hora da compra, que sugerem que o produto esteja com ótimo frescor, ou seja, de boa qualidade e próprio para o consumo – explica André Medeiros, extensionista da Fiperj.

Algumas dicas de como reconhecer um peixe bom para consumo:

  • Superfície do corpo limpa, com relativo brilho metálico e reflexos multicores próprios da espécie, sem qualquer pigmentação estranha
  • Olhos claros, vivos, brilhantes, luzentes, convexos, transparentes, ocupando toda a cavidade orbitária
  • Brânquias róseas ou vermelhas, úmidas e brilhantes com odor natural, próprio e suave
  • Abdômen com forma normal, firme, não deixando impressão duradoura à pressão dos dedos
  • Escamas brilhantes, bem aderentes à pele, e nadadeiras apresentando certa resistência aos movimentos provocados
  • Carne firme, consistência elástica, da cor própria da espécie
  • Odor próprio, característico da espécie
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Menos popular do que outras oleaginosas, como a castanha e as nozes, o pistache pode fazer toda a diferença na saúde de quem consome. Entre os benefícios mais conhecidos estão o de proteger a saúde do coração, dos olhos e prevenir uma série de doenças, como o câncer.

Mais comumente consumido em forma de grãos, possui uma enorme gama de variedades na alimentação, como em forma de sorvetes, doces e até pesto de pistache.

O que é pistache

O pistache é uma oleaginosa que pertence a mesma família de outros frutos, como as amêndoas, castanhas e nozes. Ele é originário do sudoeste asiático.

O nome pistache refere-se não somente ao fruto, mas à árvore também, que costuma medir entre 5 e 7 metros de altura.

Quanto e como consumir

O mais recomendado é consumir cerca de 20 a 30 gramas de pistache por dia e buscar variedades de grãos, tendo em vista que eles possuem diferenças nutricionais entre si. Além disso, na hora da compra, prefira as versões com casca, sem sinais de mofo, umidade e outros danos. Isso diminui os perigos de uma contaminação por fungos.

Veja os 10 benefícios do Pistache Para Saúde:

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14 Propriedades Benéficas do pistache

Protege a saúde do coração

O Pistache contém gorduras boas, o que significa que pode ajudar na redução dos níveis de colesterol ruim – LDL – e aumentar os níveis do bom – HDL. Possui também a importante propriedade de ajudar na circulação sanguínea, dilatando as artérias e prevenindo coágulos sanguíneos. Estudos já comprovaram a eficiência do pistache no combate ao colesterol.

Melhora a digestão

A alta quantidade de fibras que o fruto contém auxilia no bom funcionamento intestinal, eliminando, de modo mais eficiente, as toxinas do organismo e promovendo sensação de saciedade.

Protege os olhos

O pistache contém carotenoides, como a luteína e a zeaxantina. Eles ajudam a proteger a visão, impedindo a ação dos raios ultravioletas, fortalecendo a saúde ocular e prevenindo doenças, como a degeneração macular.

Previne o câncer

Por conter um bom número de antioxidantes, o pistache colabora também na prevenção dos radicais livres, que degeneram as células, com o passar do tempo, o que facilita o aparecimento de doenças, como o câncer. Contém ainda substâncias que inibem a entrada de radiações nocivas ao organismo.

Melhora o aspecto da pele

O pistache é rico em vitamina E, um ótimo antioxidante, que atua protegendo também a pele, deixando inclusive o aspecto dela mais brilhante, evitando o ressecamento e envelhecimento precoce.

Ajuda no combate à diabetes

Consumir pistaches, após uma alimentação, pode ajudar na absorção correta da glicose pelo organismo. O fruto é um importante preventivo da diabetess, justamente por reduzir o nível glicêmico no sangue.

Protege o cérebro

O pistache é uma excelente fonte de vitamina B6, reconhecidamente protetiva da saúde do sistema nervoso. Essa substância ajuda no correto funcionamento dos neurotransmissores cerebrais.

Ajuda na manutenção do peso

O pistache é calórico – em 100 gramas do fruto existem cerca de 562 calorias – mas ele é rico em gorduras boas e favorece a sensação de saciedade, além de regular o sistema digestivo. Tais propriedades são interessantes para o controle ou perda de peso, desde que o pistache seja consumido com moderação.

Tem poder anti-inflamatório

Os minerais e antioxidantes presentes no pistache auxiliam também a defender o organismo de vírus e bactérias.

É bom para o sangue

Por conter boa quantidade de ferro, o fruto atua também no fortalecimento dos glóbulos vermelhos do sangue, prevenindo doenças, como a anemia.

Ajuda a melhorar o sistema imunológico

Além do poder anti-inflamatório relatado, os minerais e antioxidantes também ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

É bom para o cabelo

Os nutrientes existentes no pistache atuam também na fibra capilar, deixando o cabelo mais saudável e estimulando o crescimento dos fios. A biotina – presente no fruto – atua também na prevenção da queda capilar.

Tem poder afrodisíaco

Por estimular a circulação sanguínea e o sistema nervoso, o pistache pode favorecer também uma melhor energia sexual.

É uma boa fonte de energia

Como mencionado anteriormente, o pistache contém uma grande quantidade de calorias, cem gramas do fruto contém mais de 500 calorias. Sua alta absorção pelo organismo, que estimula a sensação de saciedade, aliada às proteínas presentes no fruto, ajudam o pistache a ser uma boa fonte energética.

Uma curiosidade

Muitas pessoas acabam consumindo o pistache apenas na versão em grãos, salgados, torrados, como acompanhamento. No entanto, o fruto possui uma ampla gama de possibilidades culinárias. Na culinária turca e árabe é comum, por exemplo, usá-lo em doces. Há também a versão fresca, sem torrar, mais saudável que a versão torrada.

Há ainda os sorvetes, queijos, entre outros. É possível fazer até mesmo pratos mais sofisticados.

Quer saber como fazer pesto de pistache e onde encontrar frutos frescos (no Rio de Janeiro e São Paulo)? Acesse esse link e saboreie mais essa possibilidade.

Fonte: Green Me

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O cardiologista, Dr. Ricardo da Provida indica algumas atitudes diárias e avaliações médicas em caso de desconfortos

Ser saudável e sentir-se bem é um prazer que deve ser cultivado na rotina diária, principalmente em tempos de pandemia, como a atual da Covid-19. Cuidados periódicos que se estendem, não somente a medidas de higienização, uso de máscara e a evitar aglomerações de pessoas, mas também na adoção de hábitos que se estendem desde adotar alimentação saudável, práticas de atividades físicas, controle da pressão arterial e do estresse, entre tantos outros. Fatores que precisam de atenção redobrada quando se busca prevenir doenças cardíacas, principalmente quando existe histórico familiar e a presença de desconfortos.
 

Dr. Ricardo da Provida

“A indicação é sempre procurar um cardiologista de sua confiança ao apresentar algum sintoma e se possível, fazer avaliações periódicas, como a realização de um check-up para controle e prevenções de doenças. Muitas vezes não identificamos doença cardiológica, mas só o fato de conversarmos e explicarmos para o paciente sobre o quadro, já o orienta a ter maiores cuidados com a saúde”, relata Dr. Ricardo.

Leia mais: notisul.com.br

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Levantamentos realizados ao redor do mundo calculam que até 16% dos pacientes com covid-19 apresentam algum tipo de complicação cardíaca. Os danos ao coração independem do grau da doença: mesmo os quadros mais leves podem trazer prejuízos ao sistema cardiovascular.

Antes de retomar os treinos, especialistas brasileiros sugerem que todos os recuperados da covid-19 façam uma avaliação médica e alguns exames

 O problema é que, muitas vezes, essa sequela no peito não dá sintoma algum e a pessoa só vai sentir suas consequências ao exigir um trabalho extra do sistema cardiovascular.

Isso acontece, por exemplo, durante uma atividade física: o coração precisa bater mais para bombear sangue aos músculos e, se tiver com algum dano provocado pelo coronavírus, pode funcionar mal e até pifar.

Foi para evitar que isso aconteça que a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE) fez uma parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) para lançar a primeira diretriz sobre o retorno aos exercícios com segurança após a covid-19.

 

Veja a entrevista médica Cléa Simone Colombo, representante da SBC

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=gTfIQtgEhjA[/embedyt]
 
Fonte: BBC
 
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