Início Tags Postagens marcadas com "covid-19"

covid-19

Datafolha aponta que 22% dos brasileiros não pretendem se vacinar, contra 9% em agosto. Crescimento coincide com campanha de Bolsonaro contra imunizante promovido pelo governo de SP.

(Photo by Igor Golovniov / SOPA Images/Sipa USA)

O número de brasileiros que não pretendem tomar uma vacina contra o novo coronavírus aumentou, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12/12). O levantamento aponta que 22% dos entrevistados afirmaram que não pretendem se vacinar. Outros 73% disseram que querem tomar a vacina. E 5% declararam que não sabem.

O percentual de brasileiros que não querem tomar a vacina é significativamente mais alto do que no último levantamento do Datafolha. Em agosto, 9% afirmaram que não pretendiam se vacinar, contra 89% que eram favoráveis.

O Datafolha aponta ainda que a resistência à vacinação não tende a variar muito em diferentes grupos, seja pelo recorte de sexo, idade, escolaridade ou renda mensal. No entanto, o Instituto aponta que a desconfiança em relação à vacina é maior entre os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Brasileiros que afirmam sempre confiar no presidente Bolsonaro tem inclinação a se vacinar menos.

Segundo o Datafolha, 33% dos brasileiros que afirmaram sempre confiar no presidente Bolsonaro apontam que não vão se vacinar. O número cai para 16% entre aqueles que dizem nunca confiar no presidente.

O jornal Folha de S.Paulo, que divulgou a pesquisa Datafolha, aponta que o levantamento foi feito justamente em meio à chamada “guerra da vacina”, que envolveu Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Nas últimas semanas, redes bolsonaristas têm intensificado ataques ao governador paulista, que ao longo da pandemia colocou em prática um plano para importar e fabricar localmente uma vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, a Coronavac.

Até o momento, a vacina promovida pelo governo de São Paulo é a que está mais avançada para uso em massa no Brasil. Doria já afirmou que pretende começar a vacinação no fim de janeiro.

Já o governo federal, que até o momento não apresentou um plano viável de imunização em curto ou médio prazo ou garantiu um leque diverso de vacinas, não tem disfarçado seu desdém pela Coronavac. Bolsonaro chegou até mesmo a celebrar publicamente a interrupção temporária dos testes da Coronavac em novembro, após a morte de um voluntário, em circunstâncias não relacionados ao experimento. No final de novembro, Bolsonaro também disse que não pretende tomar a vacina.

Protesto contra Doria em São Paulo. Bolsonaro tem alimentado movimento

Ao longo da pandemia, o presidente minimizou repetidamente a covid-19, que já provocou mais de 180 mil mortes no Brasil. Ele também apostou na promoção de tratamentos sem eficácia científica contra a doença, como a aplicação de hidroxicloroquina, deixando a compra de vacinas em segundo plano.

No momento, a Coronovac está na fase final de testes. A atitude do governo federal levantou o temor que a Anvisa, agência reguladora federal responsável por aprovar o uso de vacinas, sofra interferência de Bolsonaro e atrase o processo de autorização.

O Datafolha também apontou que em meio à ofensiva de Bolsonaro contra a Coronavac, a população brasileira demonstrou mais resistência a uma vacina desenvolvida na China. Segundo o levantamento, 50% dos brasileiros afirmaram que não tomariam uma vacina que tem origem no país asiático. A resistência é menor em relação a imunizantes produzidos em países ocidentais. No caso de uma vacina dos EUA, a resistência é 23%. Em relação a uma vacina britânica, 26%. Nos últimos meses, redes bolsonaristas têm chamado a Coronavac, que começou a ser produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, ligado ao governo paulista, de “vachina” e espalhado até mesmo mentiras delirantes sobre o imunizante ser um mecanismo disfarçado de controle da mente.

O Datafolha apontou ainda que a maioria dos brasileiros (56%) disse ser favorável que a vacina seja obrigatória para toda a população. Outros 43% são contrários à obrigatoriedade.

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

A pneumonia é uma das complicações mais frequentes nos casos mais graves de Covid-19. Mas, apesar de guardar semelhanças com a pneumonia clássica, ela apresenta características diferentes e que demandam mais cuidado. 

Leia a entrevista e compartilhe conhecimento.

1 – Quais os agentes causadores da Covid-19 e da pneumonia clássica? Quais as semelhanças entre essas doenças?

O agente da Covid-19 é coronavírus 2 (SARS-CoV-2) e a pneumonia pode ocorrer quando se é contaminado por ele, o que nem sempre ocorre. Já a pneumonia clássica, que podemos chamar de pneumonia adquirida na comunidade, tem como causa mais comum a bactéria pneumococo, além de outros vírus e outras bactérias.

Em ambos os casos, o quadro de pneumonia pode ser precedido por sintomas na vias aéreas superiores, como congestão e secreção nasal, dor de cabeça e tosse (seca ou produtiva), com características diferentes a depender da doença. A febre também é comum e tem cursos, evolução e complicações distintas, conforme cada uma.

2 – E as diferenças entre elas?

As diferenças estão na evolução dos sintomas, nas complicações e nas características dos exames complementares solicitados (laboratoriais e de imagem).

Cerca de 20% dos casos de Covid-19 complicam para síndrome respiratória aguda grave e/ou complicações de coagulação. Há possibilidade também de complicações neurológicas e cardíacas.

A pneumonia clássica, especialmente a provocada por pneumococo, evolui muito raramente para insuficiência respiratória, pois tem tratamento específico com antibióticos e vacinação. Já a pneumonia por influenza tem tratamento antiviral e, igualmente, vacina, que deve ser administrada anualmente.

3 – Quando a Covid-19 provoca um quadro de pneumonia, ela é diferente de outros tipos de pneumonia? Como? Por quê?

Sim. Além de ter alta transmissibilidade, o curso clínico da Covid-19 é mais arrastado e com sintomas diferentes: a tosse seca (pouco produtiva) e a febre persistente e associada à falta de ar são sinais de alerta.

Enquanto a Covid-19, nos exames de imagem, acomete mais a periferia e os terços inferiores dos pulmões, dando uma imagem semelhante a vidro despolido, a pneumonia bacteriana clássica promove consolidação com o desenho dos brônquios, acometendo um lobo ou mais. O quadro laboratorial também tem algumas características diferentes, como marcadores não específicos de inflamação chamados PCR , D-dímero e a diminuição de leucócitos e/ou linfócitos no sangue.

As complicações hematológicas podem incluir tendência à trombose e demandar o uso de anticoagulantes com dose para tratamento. Alguns pacientes têm complicações neurológicas, como a diminuição do olfato, e cardiológicas, como a miocardite.

4 – Que sintomas devem provocar a ida do paciente ao hospital? Quando procurar ajuda?

O paciente deve ter auxílio de serviço médico até mesmo à distância quando houver sintomas de mal-estar, prostração, dor muscular, perda do apetite, do olfato, tosse e febre.

Na persistência da febre associada à tosse e falta de ar, é preciso procurar a Emergência hospitalar para atendimento clínico e realização de exames laboratoriais e de imagem do tórax. Aqueles que conseguem ser monitorados em casa com oxímetro de pulso também devem procurar o hospital caso a oxigenação se mantenha menor que 94%.

5 – Como se dá o diagnóstico para diferenciar os quadros e ter certeza da doença que o paciente apresenta?

Com avaliação clínica, laboratorial (com pesquisa do PCR-RT viral para Covid-19) e exames de sangue. Pode-se realizar também o painel viral simplificado ou estendido para outros vírus.

Exames de imagem do tórax, principalmente a tomografia, podem mostrar características típicas da pneumonia por Covid-19 ou de outros agentes, ajudando no diagnóstico diferencial e na identificação da evolução e gravidade da doença.

6 – Os tratamentos para essas duas doenças são similares?

Não, são muito distintos. Para a pneumonia adquirida na comunidade, mais comumente bacteriana, existe antibiótico específico. Temos também vacina dada em 3 doses, com intervalos de 6 a 12 meses e 5 anos, respectivamente.

Por ora, ainda não está definido tratamento específico para Covid-19, apesar de vários medicamentos em estudo e testados nas diferentes formas de apresentação da doença: leve, moderada ou grave. Esperamos, em breve, uma definição do tratamento específico.

Por ora, o tratamento na doença mais leve é a quarentena por pelo menos 14 dias ou até 72 horas do término dos sintomas e da febre com medicação sintomática, analgésicos e antitérmicos, boa hidratação e alimentação. O ideal seria ter 2 testes de PCR-RT viral negativos para saída da quarentena.

Se o paciente necessita de internação e apresenta complicações como insuficiência respiratória, o tratamento inclui oxigenoterapia e suporte ventilatório invasivo ou não invasivo em terapia intensiva, além de anticoagulação plena em casos graves específicos. Foram testadas drogas antivirais usadas em outras viroses, como o HIV; cloroquina; antibióticos como a azitromicina; medicação biológica; e anti-interleucina-6 (como tocilizumabe), usada em pacientes com doença reumatológica, porém todos sem evidência científica confirmada. Ainda está em teste o tratamento com soro convalescente.

Fonte: santalucia.com.br

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

O ator Eduardo Galvão morreu na noite desta segunda-feira (7), aos 58 anos, em decorrência de complicações causadas pela covid-19. A informação foi divulgada por amigos e familiares nas redes sociais.

Eduardo foi internado no fim de novembro em um hospital no Rio de Janeiro, onde seguiu para a UTI após ser diagnosticado com 50% dos pulmões comprometidos. O artista participou de dezenas de novelas ao longo da carreira, entre elas Apocalipse (2017), da Record TV, na qual deu vida a Alan Gudman. O último trabalho dele na televisão foi em Bom Sucesso, da TV Globo.

 

 

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

O surgimento e a disseminação da COVID-19 pegaram o mundo de surpresa e, por isso, a doença ainda é pouco conhecida. Os profissionais de saúde sabem que se trata de uma infecção respiratória causada pelo novo coronavírus e que pode evoluir para uma pneumonia grave e insuficiência respiratória, principalmente nos grupos de risco, como idosos e doentes crônicos.

Formas eficientes de tratamento, vacinas para prevenção e possíveis sequelas da doença ainda estão sendo estudadas. Até mesmo os sintomas podem confundir o diagnóstico, já que se manifestam de formas diferentes em cada pessoa contaminada pelo vírus. Saiba em que situações é necessário adotar o isolamento social ou buscar ajuda médica:

COVID-19 leve ou moderada

Os sintomas são como o de um resfriado, sem muitas complicações. Como muitos casos suspeitos no Brasil não são testados, não dá para saber o número exato de pessoas com esse grau da doença. A boa notícia é que cerca de 80% dos pacientes diagnosticados apresentam COVID-19 leve ou moderada, quando não há necessidade de internação hospitalar, de acordo com a Sociedade Brasileira de Infectologia.

SINTOMAS    

 

 

O tempo de recuperação da COVID-19 leve ou moderada é de até 14 dias, com sinais mais intensos na primeira semana. Nas pessoas que pertencem ao grupo de risco (idosos, pessoas com outras doenças e gestantes), a doença pode evoluir para um quadro mais grave nesse período.

Caso apresente qualquer um desses sintomas, siga a recomendação do Ministério da Saúde de isolamento social por 14 dias. Evite contato físico com pessoas que estiverem saudáveis, mesmo dentro de casa, e faça repouso.

 COVID-19 grave

Cerca de cinco dias após os primeiros sinais da doença, o paciente pode apresentar complicações graves, como febre alta e persistente e piora na dificuldade para respirar, sintomas que podem indicar a evolução para uma pneumonia. Geralmente, esse agravamento requer internação. O exame de tomografia detecta alterações nos pulmões provocadas pelo novo coronavírus.

 SINTOMAS DE ALERTA PARA PROCURAR ASSISTÊNCIA MÉDICA:

Estes sinais devem ser observados atentamente, pois nem sempre haverá presença de falta de ar e febre. Muitas vezes, outros sintomas podem sugerir que o vírus está causando danos ao seu pulmão, ao coração e até mesmo ao cérebro, o que pode estar relacionado com baixa oxigenação, inflamações e tromboses, quadros que vêm sendo observados nas infecções mais severas:

Algumas dessas formas graves evoluem com necessidade de internação em UTI, e auxílio de aparelhos para respirar (ventilação mecânica) – quadro classificado como Síndrome Respiratória Aguda Grave. O tempo estimado de tratamento em UTI é de 12 dias, e o período de recuperação leva de três a seis semanas. Nestes casos o vírus pode permanecer por mais tempo em atividade e, portanto, o período de isolamento deve superar os 14 dias.

Algumas pessoas, mesmo contaminadas pelo coronavírus, não apresentam sintomas. Neste grupo também temos aqueles considerados pré-sintomáticos, isto significa que desenvolverão sinais e sintomas da COVID-19 em alguns dias. 
Estes casos podem potencializar a disseminação da doença, uma vez que estes indivíduos podem transmitir o SARS-Cov-2 mesmo sem apresentar sintomas. Por isso a importância do isolamento social, do uso de máscaras ao sairmos na rua e da higienização redobrada das mãos, superfícies e dos objetos pessoais.

Fonte: painel.programasaudeativa.com.br

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

O Reino Unido se prepara para a imunização em massa contra a covid-19 com a vacina produzida pelo laboratório americano Pfizer. Se o mesmo estivesse para acontecer no Brasil, à parte os problemas de logística e as dimensões continentais do país, não haveria doses suficientes para boa parte da população – essa é uma das conclusões de um levantamento feito pela empresa alemã especializada em dados de mercado e consumidores Statista.

Entre os 12 países listados no ranking dos mais bem preparados, o Canadá ocupa o primeiro lugar, com 9,5 doses por pessoa (lembrando que a aplicação das vacinas é fracionada em duas doses), seguido do Reino Unido e da Austrália. O Brasil ocupa o nono lugar, à frente apenas da Indonésia, do México e da Suíça (que conta apenas com meia dose por habitante).

 

Os dados usados foram coletados pela Organização das Nações Unidas (ONU), pela Universidade Duke e pelo Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat).

Sem CoronaVac

O Ministério da Saúde (MS) divulgou que o Brasil já tem, garantidas, 142,9 milhões de doses de imunizantes contra a covid-19 (100,4 milhões produzidas pela Fiocruz e o laboratório AstraZeneca, e 43,5 milhões da Covax Facility). Não foram contabilizadas as 60 milhões de doses da vacina CoronaVac, do laboratório Sinovac Biotech, que mantém acordo com o Instituto Butantan, em São Paulo.

O Ministério da Saúde desconsiderou os lotes de vacina CoronaVac contratados pelo governo de São Paulo.

O Ministério da Saúde desconsiderou os lotes de vacina CoronaVac contratados pelo governo de São Paulo.Fonte:  Xinhua/Zhang Yuwei 

Segundo o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, “o ideal seria contar com uma vacina que possa ser ministrada em dose única e transportada em temperaturas até 8°C” – isso descartaria as vacinas genéticas (as da Pfizer e da Moderna, as mais adiantadas, exigem temperaturas de – 70°C).

A vacinação deverá seguir o cronograma em quatro etapas. Os primeiros a serem imunizados serão trabalhadores da saúde, idosos a partir de 75 anos, pessoas a partir de 60 anos que vivem em instituições, e população indígena.

A seguir serão vacinados idosos entre 60 e 74 anos; indivíduos com comorbidades que podem agravar a doença (como portadores de doenças renais crônicas ou cardiovasculares); por fim, professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população carcerária.

Fonte: Exame, Ministério da Saúde e Tecmundo

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Estado de saúde do artista é grave e ele respira com a ajuda de aparelhos, conforme filho

Autor de canções como De quem é esse jegue? e Severina Xique Xique, o cantor Genival Lacerda, 89 anos, foi internado na UTI de um hospital de Recife após receber diagnóstico positivo para a covid-19. Segundo João Lacerda, filho do artista, o estado de saúde do pai é grave e ele respira com a ajuda de aparelhos.

 

Em postagem no Instagram, João Lacerda contou que levou o pai ao hospital na sexta-feira (27), quando ele teve um pico de glicose, mas que logo foi normalizado. Na segunda (30), no entanto, Genival voltou a passar mal e foi levado novamente ao hospital pelo filho.

“Imediatamente verificaram que ele estava com dificuldade em respirar e logo foi para o balão de oxigênio. O resultado do exame testou positivo para a covid, e o pulmão está comprometido! Peço a todos que orem por ele, para que ele vença essa doença, porque nenhum problema é maior que Deus”, escreveu João.

A assessoria do hospital confirmou a internação de Genival, porém afirmou que não irá passar informações sobre o estado de saúde do artista para a imprensa.

Em maio deste ano, Genival Lacerda sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Na ocasião, ficou três dias internado.

Fonte: gauchazh.clicrbs.com.br

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

A farmacêutica norte-americana Moderna anunciou na segunda-feira o pedido de utilização de emergência da sua vacina para a covid-19 aos reguladores do medicamento europeu e norte-americano.

A empresa revelou ainda que os resultados finais dos testes clínicos da vacina contra o novo coronavírus indicam uma eficácia de 94,1%. Nos casos mais graves, a eficácia geral é de 100%.

A eficácia e a segurança demonstrada pela vacina – que suscitou efeitos secundários temporários semelhantes a sintomas de gripe – cumprem os requisitos da agência norte-americana, a FDA, para uma autorização de uso de emergência ainda antes de toda a fase de testes estar concluída.

A Agência Europeia do Medicamento também já manifestou abertura para autorizar o uso do fármaco.

Em comunicado, a Moderna aponta que a análise primária de eficácia incluiu 196 pessoas que adoeceram – 30 das quais gravemente -, mas 185 estavam no grupo que tomou o placebo, ou seja, não tomaram a vacina mRNA-1273.

Assim, a Moderna conta pedir uma autorização de uso de emergência à FDA e uma autorização de introdução no mercado condicional à Agência Europeia do Medicamento. Além disso, vai apresentar à Organização Mundial de Saúde um procedimento acelerado de registo da vacina.

Caso obtenha autorização da FDA, a Moderna espera ter prontas 20 milhões de doses da vacina no fim do ano para os Estados Unidos. Como a vacina precisa de duas doses, isso significa que dez milhões de pessoas poderão ser imunizadas.

Fora dos Estados Unidos, a empresa já afirmou que poderá uma quantidade significante de vacina na Europa no primeiro trimestre de 2021.

A vacina da Moderna, tal como a da Pfizer, usa uma parte do código genético de uma proteína que reveste o novo coronavírus. Quando introduzido no corpo humano, leva-o a produzir essa proteína, treinando o sistema imunitário para reagir e reconhecê-la se entrar em contacto com o vírus.

A vacina não precisa de temperaturas negativas de 70 graus, como é o caso da Pfizer, possibilitando transporte e armazenamento mais baratos e acessíveis para áreas rurais ou economias em desenvolvimento.

Leia mais: zap.aeiou.pt

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Nicette Bruno, de 87 anos, teve uma piora em seu quadro de covid-19 e precisou ser entubada. Quem garantiu a informação foi a filha da atriz, Beth Goulart, por meio de sua conta no Instagram. A veterana foi internada em um hospital do Rio de Janeiro.

“Vim dar notícias da minha mãe. Ontem ela teve uma ligeira piora. Então foi necessário sedar, entubar, mas tenho muita fé. Essa doença é assim mesmo. É uma luta e vamos vencer essa luta. Ela está sedada, não está sentindo nada e ela vai vencer essa luta”, afirmou Beth.

A atriz ainda pediu uma corrente de orações diárias para a mãe, às 18h. “Vamos rezar todos os dias até ela estar recuperada, com saúde, com sua energia e alegria.”

https://www.instagram.com/p/CIQfmOLhN5w/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=embed_video_watch_again

 

 

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

As alterações causadas pela Covid-19 no corpo humano podem ser prejudiciais a curto, médio e longo prazo, especialmente em pacientes recém-recuperados que praticam atividades físicas. O médico infectologista e professor universitário Rodrigo Juliano Molina explica que a infecção por Covid-19 resulta em fenômenos inflamatórios que podem ser atenuados conforme o quadro clínico do paciente.

“O vírus Sars-Cov-2 promove um fenômeno inflamatório que leva a alterações nos órgãos, sejam pulmonares, que levam às alterações de trocas gasosas (se perdurarem, haverá lesão grave no pulmão, com aparecimento de fibroses, e o paciente terá comprometido sua função pulmonar), sejam no coração, onde na fase inflamatória pode ocorrer a miocardite, inflamação do tecido do coração, que desencadeia a arritmia, a inflamação das artérias coronárias e a formação de trombos. A própria Covid-19 leva à coagulação, por isso a formação de trombos e isquemias. As isquemias, diminuição da irrigação sanguínea, levam a um quadro de insuficiência cardíaca no futuro”, explica Rodrigo Juliano.

Segundo Molina, há pacientes com sintomas tardios, como fadiga e perda do olfato e paladar, que melhoram aos poucos. Fatores de risco, como comorbidades e idade avançada, podem intensificar a inflamação.

leia mais: jmonline.com.br

fonte: JMONLINE

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Especialista do Sistema Hapvida fala sobre prevenção e cuidados em tempos de Covid-19

Ansiedade, alimentação desequilibrada e sedentarismo são algumas das consequências do impacto negativo que a pandemia do novo coronavírus trouxe para a sociedade, as quais também têm sido também as principais vilãs do ataque ao coração. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares ainda continuam sendo a principal causa de morte no mundo. Por este motivo, o cardiologista do sistema Hapvida, Dr. Railton Cordeiro, explica como manter a saúde do coração em dia.

Segundo o especialista, a prática regular de exercício físico, ter um sono reparador, em média sete horas por dia, manter o peso corporal, reduzir o percentual de gordura, controlar e aferir com frequência a pressão arterial, evitar o estresse, realizar os exames do coração com a periodicidade correta, e, sobretudo, ter uma alimentação equilibrada, livre de sal, gordura e açúcares – estes em excesso, são prejudiciais para as artérias do coração -, são dicas simples, mas fundamentais, de como ter uma vida saudável e longe dos riscos de doenças cardiopatas.

Mas antes de começar a praticar qualquer atividade física é recomendável a realização de exames médicos. O procedimento serve para detectar problemas que possam limitar, ou mesmo contra-indicar, a execução de determinados exercícios, e, ajudar o indivíduo a selecionar o tipo de esporte que melhor se adapta às suas necessidades e gosto pessoal. “A atividade física é um remédio, mas deve ser praticada com responsabilidade”, afirma Cordeiro.

Os exames médicos prévios são indispensáveis para as pessoas que desejam iniciar a prática de exercício físico, e também, para aqueles que levam uma vida sedentária. “A realização dos exames também é essencial para as pessoas afetadas por vários tipos de problemas, como, doença coronária, hipertensão arterial, diabetes, obesidade, asma, dependência do tabaco, entre outras”, informa o especialista.

Atenção a alimentação

A alimentação balanceada é o segredo para quem deseja reduzir os fatores de riscos que comprometem a saúde do coração. “As pessoas precisam criar o hábito de incluir frutas, verduras e carnes magras em seu plano alimentar. É orientado também evitar alimentos preparados com farinha branca e ficar muitas horas sem se alimentar. A atenção ao colesterol, controle da glicose e do tabagismo também são medidas a serem adotadas por todos”, conclui o cardiologista. Ainda segundo ele, o estilo de vida não saudável, envolto ao estresse, são as formas mais comuns de desenvolver doenças cardiovasculares.

Outro fator importante da alimentação saudável é o bom funcionamento intestinal. No intestino humano, encontra-se a microbiota intestinal – formada por um conjunto de bactérias benéficas com função essencial ao sistema imunológico – sendo assim responsáveis pelo controle da multiplicação de patógenos causadores de doenças. Dessa forma, essas bactérias funcionam como barreiras naturais a doenças. Com isso, o médico destaca que, na pandemia de COVID-19, o uso de probiótico pode promover a regulação do sistema imunológico, em função do risco de agressão que este vírus promove no corpo humano, mas não é fator excludente para a infecção, podendo apenas otimizar a resposta imunológica.

0 comentários
0 FacebookTwitterWhatsappEmail

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Aceito Leia mais

Política de privacidade e cookies