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Câncer

A SBOC receberá contribuições de dados para o mapeamento do perfil do paciente oncológico diagnosticado com a Covid-19 até 31 de março

São Paulo, março de 2021 – Com o intuito de combater o câncer e a Covid-19, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) convida oncologistas associados a colaborarem com o ONCOVID-19.1 – estudo nacional que mapeará o perfil do paciente oncológico diagnosticado com o novo coronavírus. Aprovado em tempo recorde pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), ligada ao Ministério da Saúde, em abril de 2020, o estudo fornecerá dados para a avaliação da prevalência do coronavírus em pessoas em tratamento ativo e em seguimento, ou seja, após o término de seus tratamentos. Também será avaliada a prevalência da infecção por Sars-CoV-2 de acordo com o tipo de neoplasia.

Dra. Daniela Rosa, membro da diretoria da SBOC e coordenadora do Comitê de Oncogenética da entidade, explica que as mais de 600 contribuições já recebidas mostram a união da comunidade oncológica. “Isso demonstra que é possível combater as duas doenças de forma conjunta, sem descuidar de nenhum risco envolvido. Como diz a campanha promovida pela SBOC ao longo de todo o ano de 2020, estamos juntos #ContraOCâncerESemCovid”, comenta.

Além de contribuir com o cuidado oncológico em meio à pandemia, o estudo oferece benefícios aos participantes. “A SBOC entende que o desenvolvimento científico oncológico não se dá sem o engajamento da comunidade clínica. Dessa forma, os cinco oncologistas clínicos que mais contribuírem com dados* serão incluídos como coautores do estudo e terão gratuidade na anuidade da SBOC em 2021. Já as cinco instituições com maior quantidade de contribuições serão citadas nas mídias e redes sociais da SBOC e terão direito a cinco anuidades grátis”, completa Dra. Daniela.

“A SBOC agradece a todos os associados que contribuíram até aqui e convoca os demais que estejam lidando com o duplo risco ao qual seus pacientes estão expostos, do câncer e da Covid-19, a relatar suas experiências e cooperar com esse estudo inédito e transformador”, reforça Dra. Clarissa Mathias, presidente da entidade.

Para saber mais

A SBOC criou uma página especial (https://coronavirus.sboc.org.br/coronavirus/), onde tem publicado informações relevantes sobre câncer e COVID-19, com o intuito de orientar a comunidade oncológica e a população em geral sobre os maiores riscos da doença. A entidade produziu, também, um guia com orientações para a população sobre a vacinação entre pacientes oncológicos que está disponível em: https://sboc.org.br/guias-e-infograficos/item/2145-covid-19-vacinacao-de-pacientes-oncologicos

* Uma auditoria executiva será realizada para garantir a fidelidade de todos os dados recebidos e a credibilidade do estudo.

SOBRE A SBOC – SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA CLÍNICA

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa mais de 2,2 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente para a saúde da população brasileira. É presidida pela médica oncologista Dra. Clarissa Mathias, eleita para a gestão do biênio 2019/2021

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Menos popular do que outras oleaginosas, como a castanha e as nozes, o pistache pode fazer toda a diferença na saúde de quem consome. Entre os benefícios mais conhecidos estão o de proteger a saúde do coração, dos olhos e prevenir uma série de doenças, como o câncer.

Mais comumente consumido em forma de grãos, possui uma enorme gama de variedades na alimentação, como em forma de sorvetes, doces e até pesto de pistache.

O que é pistache

O pistache é uma oleaginosa que pertence a mesma família de outros frutos, como as amêndoas, castanhas e nozes. Ele é originário do sudoeste asiático.

O nome pistache refere-se não somente ao fruto, mas à árvore também, que costuma medir entre 5 e 7 metros de altura.

Quanto e como consumir

O mais recomendado é consumir cerca de 20 a 30 gramas de pistache por dia e buscar variedades de grãos, tendo em vista que eles possuem diferenças nutricionais entre si. Além disso, na hora da compra, prefira as versões com casca, sem sinais de mofo, umidade e outros danos. Isso diminui os perigos de uma contaminação por fungos.

Veja os 10 benefícios do Pistache Para Saúde:

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14 Propriedades Benéficas do pistache

Protege a saúde do coração

O Pistache contém gorduras boas, o que significa que pode ajudar na redução dos níveis de colesterol ruim – LDL – e aumentar os níveis do bom – HDL. Possui também a importante propriedade de ajudar na circulação sanguínea, dilatando as artérias e prevenindo coágulos sanguíneos. Estudos já comprovaram a eficiência do pistache no combate ao colesterol.

Melhora a digestão

A alta quantidade de fibras que o fruto contém auxilia no bom funcionamento intestinal, eliminando, de modo mais eficiente, as toxinas do organismo e promovendo sensação de saciedade.

Protege os olhos

O pistache contém carotenoides, como a luteína e a zeaxantina. Eles ajudam a proteger a visão, impedindo a ação dos raios ultravioletas, fortalecendo a saúde ocular e prevenindo doenças, como a degeneração macular.

Previne o câncer

Por conter um bom número de antioxidantes, o pistache colabora também na prevenção dos radicais livres, que degeneram as células, com o passar do tempo, o que facilita o aparecimento de doenças, como o câncer. Contém ainda substâncias que inibem a entrada de radiações nocivas ao organismo.

Melhora o aspecto da pele

O pistache é rico em vitamina E, um ótimo antioxidante, que atua protegendo também a pele, deixando inclusive o aspecto dela mais brilhante, evitando o ressecamento e envelhecimento precoce.

Ajuda no combate à diabetes

Consumir pistaches, após uma alimentação, pode ajudar na absorção correta da glicose pelo organismo. O fruto é um importante preventivo da diabetess, justamente por reduzir o nível glicêmico no sangue.

Protege o cérebro

O pistache é uma excelente fonte de vitamina B6, reconhecidamente protetiva da saúde do sistema nervoso. Essa substância ajuda no correto funcionamento dos neurotransmissores cerebrais.

Ajuda na manutenção do peso

O pistache é calórico – em 100 gramas do fruto existem cerca de 562 calorias – mas ele é rico em gorduras boas e favorece a sensação de saciedade, além de regular o sistema digestivo. Tais propriedades são interessantes para o controle ou perda de peso, desde que o pistache seja consumido com moderação.

Tem poder anti-inflamatório

Os minerais e antioxidantes presentes no pistache auxiliam também a defender o organismo de vírus e bactérias.

É bom para o sangue

Por conter boa quantidade de ferro, o fruto atua também no fortalecimento dos glóbulos vermelhos do sangue, prevenindo doenças, como a anemia.

Ajuda a melhorar o sistema imunológico

Além do poder anti-inflamatório relatado, os minerais e antioxidantes também ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

É bom para o cabelo

Os nutrientes existentes no pistache atuam também na fibra capilar, deixando o cabelo mais saudável e estimulando o crescimento dos fios. A biotina – presente no fruto – atua também na prevenção da queda capilar.

Tem poder afrodisíaco

Por estimular a circulação sanguínea e o sistema nervoso, o pistache pode favorecer também uma melhor energia sexual.

É uma boa fonte de energia

Como mencionado anteriormente, o pistache contém uma grande quantidade de calorias, cem gramas do fruto contém mais de 500 calorias. Sua alta absorção pelo organismo, que estimula a sensação de saciedade, aliada às proteínas presentes no fruto, ajudam o pistache a ser uma boa fonte energética.

Uma curiosidade

Muitas pessoas acabam consumindo o pistache apenas na versão em grãos, salgados, torrados, como acompanhamento. No entanto, o fruto possui uma ampla gama de possibilidades culinárias. Na culinária turca e árabe é comum, por exemplo, usá-lo em doces. Há também a versão fresca, sem torrar, mais saudável que a versão torrada.

Há ainda os sorvetes, queijos, entre outros. É possível fazer até mesmo pratos mais sofisticados.

Quer saber como fazer pesto de pistache e onde encontrar frutos frescos (no Rio de Janeiro e São Paulo)? Acesse esse link e saboreie mais essa possibilidade.

Fonte: Green Me

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Dois terços dos brasileiros (67%) acreditam que as terapias alternativas são importantes para curar o câncer, de acordo com levantamento da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica realizado em julho desse ano e divulgado nesta terça-feira (24), no Rio de Janeiro. A pesquisa também mostra que 26% acreditam que apenas a estimulação do próprio corpo aumenta as chances de cura, como o uso de terapias de transferência de energia com as mãos.
 
Gustavo Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica e Cláudio Ferrari, diretor da entidade, apresentam estudo — Foto: Monique Oliveira/G1

Gustavo Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica e Cláudio Ferrari, diretor da entidade, apresentam estudo — Foto: Monique Oliveira/G1

A entidade entrevistou 1,5 mil pessoas nos 26 estados do Brasil e no Distrito Federal com o objetivo de investigar o conhecimento, os hábitos, e estilo de vida dos brasileiros em relação ao câncer.

Sobre a crença nas terapias alternativas, especialistas ligados à entidade se dividem entre a resignação e a preocupação em relação ao dado – enquanto acreditam que a informação é importante e que é preciso fortalecer a ciência, também dizem que de nada adianta ter uma postura de enfrentamento em relação à fé.

“Os dados mostram uma tendência ao risco e uma predileção por escolhas não científicas”, diz Cláudio Ferrari, diretor da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

“Entendemos que pode ser que a pessoa fique mais feliz, mas isso não pode justificar o abandono de terapias comprovadamente eficazes”.

leia mais: g1.globo.com

fonte: G1

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Alguns sinais, como fraturas, dor nos ossos, fadiga, infecções e redução da urina podem indicar a doença

O mieloma múltiplo é o câncer de um tipo de célula da medula óssea chamada de plasmócito, responsável pela produção de anticorpos que combatem vírus e bactérias. No mieloma múltiplo, os plasmócitos são anormais e se multiplicam rapidamente, comprometendo a produção das outras células do sangue.

A doença não costuma apresentar sintomas em seus estágios iniciais, o que dificulta o diagnóstico nessa fase. Nas manifestações sintomáticas podem ocorrer:

  • Fraturas: as células do mieloma produzem substâncias chamadas citocinas que podem fazer com que algumas células dos ossos, os osteoclastos, destruam o tecido ósseo ao seu redor. As apresentações mais comuns aos raios-x são as lesões líticas (aspecto de buracos negros). Mais frágil, essa parte do osso pode se partir causando fraturas espontâneas ou com mínimo esforço.
  • Dor nos ossos: especialmente na coluna lombar, nas costelas ou nos quadris e que piora com o movimento.
  • Fadiga ou cansaço: causados por anemia.
  • Infecções: pode ocorrer um prejuízo ao sistema imune no combatem a vírus e bactérias, tornando os pacientes mais vulnerável a infecções. Pneumonia, infecções urinárias, além de sinusite e infecções da pele, são as mais comuns.
  • Redução do volume da urina: provocada por insuficiência renal, já que as proteínas anormais produzidas pelo câncer em grande quantidade se acumulam nos rins.

 

Quer saber mais sobre mieloma?

Assista ao vídeo com a Dra. Fernanda Lemos Moura, médica titular do Centro de Referência em Tumores Hematológicos do A.C.Camargo Cancer Center, no seguinte link: https://www.accamargo.org.br/

 

Fonte: A.C.Camargo Cancer Center

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