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Cerca de 20% dos brasileiros estão obesos. É o que aponta a pesquisa da Vigitel  (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), divulgada pelo Ministério da Saúde.

Em 2006, quando a pesquisa começou, esse número era de 11,8%. Considerando o excesso de peso, 55,4% da população está nesta situação.

No Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, o médico cardiologista doutor Everton Dombeck, do Hospital Cardiológico Costantini, explica que a obesidade é um dos principais fatores de risco para as doenças. cardiovasculares.

“Nós costumamos falar sobre o tripé dos fatores que desencadeiam as doenças do coração: colesterol, pressão e glicemia. Esses são os índices que precisam estar controlados. Normalmente, quando elevados, associados a uma vida desregulada, sem dieta e exercícios físicos, a pessoa chega à obesidade”.

Em 2020, com a pandemia do coronavírus, esses números tendem a aumentar. “Nós já estamos vendo esse crescimento no consultório.

Os pacientes estão passando por mudanças bruscas nas rotinas e esse período de adaptação é muito complicado.

Pessoas que antes comiam nos refeitórios das empresas, com alimentação balanceada ou que costumavam levar marmita para o trabalho, hoje, com a falta de tempo, estão comendo mais industrializados e fast-food”, conta Dombeck.

Além disso, Dombeck explica que o isolamento social e as dúvidas sobre o futuro evidenciam o estresse e a ansiedade, o que acaba estimulando a alimentação por compulsão.

“Em uma rotina normal, o ideal é que a pessoa siga uma dieta equilibrada e faça exercícios físicos com frequência. Hoje, neste momento atípico, este controle ficou ainda mais difícil. As preocupações são outras, então, a última coisa que nós pensamos é na saúde física, o que não deveria acontecer”.

Cuidados para prevenção e tratamento

A obesidade é uma doença crônica e exige constante tratamento. A melhor saída é sempre a combinação entre dieta equilibrada e exercícios físicos.

O recomendado é fazer acompanhamento médico, com ajuda de nutricionistas, endocrinologistas, cardiologistas e um profissional da área de educação física para auxiliar nos exercícios.

Dombeck explica que é muito importante um acompanhamento psicológico:

“Eu costumo falar que é o ‘ping-pong de autossabotagem no padrão comportamental’ que leva as pessoas a cometerem erros básicos e muito frequentes no que diz respeito à dieta, atividade física e, consequentemente, no controle dos níveis de colesterol, pressão e glicemia. Não importa a idade, grau de escolaridade, nem a classe social, o ser humano é suscetível a repetir esse comportamento durante toda a vida. Precisa de uma reeducação”.

Por Dr. Everton Dombeck, do Hospital Cardiológico Costantini

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Especialista do Sistema Hapvida fala sobre prevenção e cuidados em tempos de Covid-19

Ansiedade, alimentação desequilibrada e sedentarismo são algumas das consequências do impacto negativo que a pandemia do novo coronavírus trouxe para a sociedade, as quais também têm sido também as principais vilãs do ataque ao coração. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares ainda continuam sendo a principal causa de morte no mundo. Por este motivo, o cardiologista do sistema Hapvida, Dr. Railton Cordeiro, explica como manter a saúde do coração em dia.

Segundo o especialista, a prática regular de exercício físico, ter um sono reparador, em média sete horas por dia, manter o peso corporal, reduzir o percentual de gordura, controlar e aferir com frequência a pressão arterial, evitar o estresse, realizar os exames do coração com a periodicidade correta, e, sobretudo, ter uma alimentação equilibrada, livre de sal, gordura e açúcares – estes em excesso, são prejudiciais para as artérias do coração -, são dicas simples, mas fundamentais, de como ter uma vida saudável e longe dos riscos de doenças cardiopatas.

Mas antes de começar a praticar qualquer atividade física é recomendável a realização de exames médicos. O procedimento serve para detectar problemas que possam limitar, ou mesmo contra-indicar, a execução de determinados exercícios, e, ajudar o indivíduo a selecionar o tipo de esporte que melhor se adapta às suas necessidades e gosto pessoal. “A atividade física é um remédio, mas deve ser praticada com responsabilidade”, afirma Cordeiro.

Os exames médicos prévios são indispensáveis para as pessoas que desejam iniciar a prática de exercício físico, e também, para aqueles que levam uma vida sedentária. “A realização dos exames também é essencial para as pessoas afetadas por vários tipos de problemas, como, doença coronária, hipertensão arterial, diabetes, obesidade, asma, dependência do tabaco, entre outras”, informa o especialista.

Atenção a alimentação

A alimentação balanceada é o segredo para quem deseja reduzir os fatores de riscos que comprometem a saúde do coração. “As pessoas precisam criar o hábito de incluir frutas, verduras e carnes magras em seu plano alimentar. É orientado também evitar alimentos preparados com farinha branca e ficar muitas horas sem se alimentar. A atenção ao colesterol, controle da glicose e do tabagismo também são medidas a serem adotadas por todos”, conclui o cardiologista. Ainda segundo ele, o estilo de vida não saudável, envolto ao estresse, são as formas mais comuns de desenvolver doenças cardiovasculares.

Outro fator importante da alimentação saudável é o bom funcionamento intestinal. No intestino humano, encontra-se a microbiota intestinal – formada por um conjunto de bactérias benéficas com função essencial ao sistema imunológico – sendo assim responsáveis pelo controle da multiplicação de patógenos causadores de doenças. Dessa forma, essas bactérias funcionam como barreiras naturais a doenças. Com isso, o médico destaca que, na pandemia de COVID-19, o uso de probiótico pode promover a regulação do sistema imunológico, em função do risco de agressão que este vírus promove no corpo humano, mas não é fator excludente para a infecção, podendo apenas otimizar a resposta imunológica.

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saúde do coração merece a nossa total atenção, não apenas no sentido de tratar as doenças cardíacas existentes, mas principalmente para poder preveni-las.

Caso você não saiba, as enfermidades cardíacas são a maior causa de morte em países desenvolvidos e emergentes — e o Brasil não está fora dessa estatística.

De acordo com o Ministério da Saúde, alguns dados sobre a saúde do coração no Brasil apontam que o número de pessoas que sofrem de problemas cardíacos chega a 300 mil. Isso significa uma morte a cada dois minutos.

Entre os problemas mais comuns, estão o acidente vascular cerebral (AVC), seguido por infarto, parada cardíaca devido à insuficiência cardíaca e ainda doenças ocasionadas pela hipertensão.

Entretanto, o que todos deveríamos saber é que 80% desses casos poderiam ser evitados com simples alterações nos hábitos de vida — a começar por evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo e o sedentarismo.

O que são doenças cardiovasculares?

São distúrbios que atingem o coração e/ou os vasos sanguíneos, provocando sérias complicações à saúde do coração e do corpo como um todo. Grande parte dessas doenças é resultado de problemas crônicos, que se desenvolvem com o tempo. As principais doenças cardiovasculares são:

  • infarto;
  • AVC;
  • Arritmias cardíacas;
  • Parada cardiorrespiratória;
  • Trombose venosa profunda e embolia pulmonar;
  • Insuficiência cardíaca, entre outras.

Essas patologias cardíacas afetam, geralmente, mais homens que mulheres, com idade acima dos 50 anos. A possibilidade de desenvolvê-las é maior em pessoas que apresentam alguns fatores de risco, como colesterol alto, diabetes, pressão alta, entre outros.

O nível alto de estresse e alguns maus hábitos de vida, como o fumo, o sedentarismo, a obesidade, podem também desencadear doenças do coração. Por conta disso, é possível, em grande parte dos casos, prevenir tais doenças.

Quer saber um pouco mais sobre o assunto? 

leia mais: cmosdrake.com.br

fonte: CMOSDRAKE

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