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Mente saudável

Por muito tempo os brasileiros se preocuparam com o isolamento social e com o início da vacinação. Agora, com a evolução na eficácia das vacinas, é o momento de saber como lidar com a mente em um período pós-vacina. 

“Com a “vida” voltando ao normal, principalmente pela flexibilização das medidas restritivas, a ansiedade por vir à tona por dois motivos: o primeiro é a expectativa de poder voltar atividades de modo até que não era possível por conta da pandemia, já o segundo está ligado no novo processo de adaptação”, explica Felipe Laccelva, psicólogo e CEO da Fepo Psicólogos. 

As principais mudanças no psicológico das pessoas estão relacionadas à vacinação, que traz a sensação de segurança para poder retomar as atividades em segurança. Visto que é uma sensação de alívio que é possível “estar protegido”, isso reflete na redução nos níveis de ansiedade e estresse, devido à preocupação. 

De acordo com o psicólogo, é importante levar em consideração que cada pessoa é única e pode reagir de um jeito. “A ansiedade gerada pelo isolamento via de regra será reduzida, uma vez que poderemos retornar ao convívio social”, comenta. 

Felipe Laccelva, psicólogo e CEO da Fepo Psicólogos.
Divulgação

Quase dois anos em casa trabalhando, e agora? 

As pessoas se adaptaram a rotina do home office, a retomada ao presencial vai exigir um novo período de adaptação. Nesse caso, é importante que as empresas possuam um programa para acolher esses funcionários e que tenham flexibilidade para que eles possam se reorganizar, como um funcionário que levava o filho para a escola, e agora ele precisa de um tempo para contratar uma van e o filho possa se acostumar. 

A terapia foi a “luz em meio ao caos” nesse período pandêmico, o que mudou positivamente o modo como as pessoas enxergam as sessões com os psicólogos. Uma pesquisa realizada pela Fepo indica que 73% dos brasileiros pretendem continuar fazendo terapia em 2022.

“O modelo online, principalmente, se tornou muito acessível, vale ressaltar que a terapia é algo do dia a dia, algo que tem espaço para fazer parte do cotidiano, assim como cuidar do corpo é preciso cuidar da mente”, explica Felipe. 

 

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A partir de janeiro, grande parte do segmento corporativo voltará com suas operações no modelo híbrido. Com a retomada presencial, ainda que parcial, novos desafios surgem aos gestores e RHs com relação ao que a Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a denominar como a “quarta onda da Covid-19″. Trata-se do aumento de transtornos mentais e do trauma psicológico provocados diretamente pela infecção ou por seus desdobramentos secundários, como os transtornos ligados ao trabalho. Esse tema traz à tona a importância de as empresas terem ações em prol da saúde mental de seus profissionais e evidencia a urgência de focar no “S” de ESG (environmental, social and corporate governance). Segundo Fabiano Carrijo, CEO da Psicologia Viva, maior empresa de saúde mental da América Latina e integrante do Grupo Conexa, as empresas que não tiverem ações neste sentido ficarão para trás. 

Entre os problemas agravados pela pandemia, a Síndrome de Burnout ganhou destaque nos últimos dias com a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) em classificá-la oficialmente como uma doença do trabalho a partir de 1º de janeiro de 2022, com a CID 11. A síndrome é caracterizada por exaustão física e mental relacionada à vida profissional do indivíduo e pode evoluir para doenças psiquiátricas como a depressão e transtornos de ansiedade. Com a pandemia, a sobrecarga de tarefas e a falta de limites entre vida pessoal e profissional fez o tema se popularizar. 

O retorno às atividades presenciais também é um motivo de preocupação para as empresas, pois pode desencadear sentimentos de angústia e estresse em algumas pessoas. A F.O.R.T.O. (Fear Of Returning To the Office), ou “medo de retorno ao escritório” (em português) é caracterizada pelo receio de retomar uma rotina corporativa tal qual era antes. Em geral, as pessoas com esta síndrome tendem a ser mais silenciosas sobre seus sentimentos com relação à retomada e precisam de tempo e coragem para dar este passo.  

“Ter um RH focado em gente e cultura é o primeiro passo que as empresas devem ter neste momento. É preciso se preparar para acolher essas pessoas e entender a particularidade de cada indivíduo, sem que as regras sejam impostas a todos da mesma forma. Treinar os líderes e entender que a saúde mental influencia no trabalho de diversas formas é a chave para que essa nova fase ocorra de forma menos abrupta nas empresas”, explica Carrijo.  

De acordo com dados apresentados na última edição do Fórum Econômico Mundial, as empresas perdem cerca de US$ 2,5 trilhões em produtividade com faltas no trabalho e rotatividade. Para a psicóloga e cofundadora da Psicologia Viva, Luciene Bandeira, um clima organizacional baseado na pressão, jornadas extenuantes e exaustivas e falta de abertura para o diálogo podem desencadear os transtornos mentais, que geram turnover e absenteísmo. Para ela, a solução é criar ambientes saudáveis em que haja segurança psicológica para os funcionários.  

“Não adianta o RH oferecer consultas psicológicas e realizar todo um trabalho de engajamento se a liderança não agir em consonância com essa diretriz. É preciso que, cada vez mais, os líderes aprendam a não minimizar o sofrimento alheio. Um dirigente que fala em uma palestra que faz acompanhamento psicológico tem um alto poder de influência para adesão à terapia, passando a mensagem de que cuidar da saúde mental é algo normal, quebrando a barreira do tabu”, finaliza a psicóloga.

Fonte: Psicologia Viva

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Noites mal dormidas, cansaço excessivo — físico e mental — e fadiga são alguns dos sintomas do burnout (síndrome de esgotamento mental).1 Por estes serem sintomas similares aos de alguns distúrbios do sono como a apneia do sono, pode haver confusão na identificação das condições.

“A síndrome de burnout é consequência de uma exaustão emocional que se manifesta com alterações do funcionamento físico e mental, tendo como causa maior o estresse intenso e prolongado no ambiente laboral que, frequentemente, produz sintomas como fadiga, labilidade emocional, irritabilidade, desânimo, alterações no sono, desinteresse e aversão ao trabalho. É importante diferenciar o burnout de alguns transtornos do sono, como a apneia obstrutiva do sono, uma vez que compartilham manifestação clínica semelhante. Um ponto importante para observar é se o sono atrapalha o trabalho (apneia do sono) ou se o trabalho é que atrapalha o sono (burnout). A partir daí, seguir com uma investigação diagnóstica detalhada para a busca do tratamento adequado”,2 explica Fábio Aurélio Costa Leite, psiquiatra com especialização em sono, dor e psiquiatria geriátrica.

Apesar das semelhanças entre as síndromes, a apneia do sono é um distúrbio relacionado à piora da qualidade de vida e sono, além de problemas de saúde como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares.3 A apneia deve ser investigada e tratada nos casos moderados e graves.4 No Brasil, estudo publicado em 2019 mostrou que o percentual pode chegar a 49,7% da população.5

Alguns sinais que podem indicar a presença do distúrbio são: ronco, cansaço diurno constante, dificuldade de concentração, dores de cabeça matinais, humor depressivo, falta de energia, esquecimento ou hábito constante de acordar para ir ao banheiro.6

Uma vez que a apneia do sono é diagnosticada, o tratamento mais comumente indicado é a adoção regular do CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas).4 No Brasil, o tratamento para apneia pode ser realizado com equipamentos ResMed, líder mundial de soluções para o tratamento da condição. Pacientes podem acompanhar sua própria terapia com CPAP por um aplicativo gratuito e fácil de usar, chamado myAir™. O uso de tecnologias para engajamento do paciente como o myAir demonstrou melhorar a adesão ao tratamento.7

 


Referências:

  1. Ministério da Saúde. Disponível em: https://antigo.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-mental/sindrome-de-burnout
  2. Entrevista concedida a ResMed em 01/12/2021. Vide também Guglielmi O. et al. Sleep Med. 2014 Sep;15(9):1025-30. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25047171/
  3. Bonsignore et al. Multidiscip Respir Med. 2019; 14:8. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30809382/
  4. AASM Clinical Practice Guidelines. Treatment of OSA with PAP. J Clin. Sleep Med. 2019; 15(2):335-43.
  5. Benjafield et al. Lancet Resp. Med. 2019; 6.
  6. Disponível em: https://www.resmed.com.br/apneia/home
  7. Malhotra A, et al. Chest, 2018. Disponível em: https://journal.chestnet.org/article/S0012-3692(17)33073-8/fulltext
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Para a maior parte das pessoas final de ano é sinônimo de festa, alegrias e esperança. Porém, nem todos compartilham destes bons sentimentos, e esta época, na verdade, pode se tornar um gatilho para a angústia e a tristeza. A síndrome de final de ano é mais comum do que se imagina. Contudo, há maneiras de minimizar este sofrimento.

As festas de final de ano são sinônimos de sofrimento para muitos CRÉDITO FOTO: Reprodução internet

A psicóloga Sabrina Amaral, da Epopéia Desenvolvimento Humano, contextualiza este cenário: “Todo final de ano é assim. As pessoas param para fazer um balanço do ano e se planejar para o seguinte. E mesmo sendo um período de confraternizar, de estar junto de pessoas queridas, sentimentos de melancolia, estresse e autocobrança podem tomar conta.”

Os fatores que explicam a chegada de emoções tão pesadas e o aumento da dificuldade de lidar com as adversidades são inúmeros, mas é possível mapear alguns, com base nas demandas adicionais que não existem nos outros meses do ano, como elenca Sabrina logo abaixo:

  • Excesso de trabalho e dificuldade de gerir bem o tempo;
  • Falta de dinheiro e cobrança por presentes;
  • Conflitos em reuniões familiares e comparações com os outros;
  • Saudade de pessoas que já faleceram;
  • Pressão por felicidade e gratidão;
  • Culpa por coisas que não realizamos.

A forma com que a ‘dezembrite’ é vivenciada varia de caso a caso, entretanto, no geral, o que acontece é uma atenção muito intensa nas expectativas não atendidas: “Maximizamos o lado negativo e esta atitude gera angústia e sentimentos de menos-valia. Não obstante, é fato que o impacto emocional é ainda maior para pessoas que são muito exigentes consigo mesmas ou perfeccionistas. E aí surgem os sintomas físicos e psicológicos como ansiedade, irritabilidade, melancolia, insônia, gastrite nervosa, entre outros”, conta a psicóloga.

 Como lidar com o final de ano sem sofrer:

Viajar para o futuro e saltar todas as temporadas de festas de fim ano não é uma opção plausível para resolver este problema. No entanto, a psicóloga sugere uma postura mais acolhedora com os próprios sentimentos, em vez de fuga e negação. Confira abaixo 5 passos para começar:

  1. Valorize o positivo

Desenvolva o hábito de ressaltar seus aspectos positivos, vitórias e acontecimentos ao longo do ano que foram bons. Isso vai aumentar sua autoestima, despertar em você uma sensação de contentamento e bem-estar. Estes são os ingredientes fundamentais para uma boa saúde emocional. Respeite suas limitações, valorize-se e agradeça as pequenas conquistas.

  1. Baixe a régua da autoexigência

Quanto mais somos exigentes conosco, mais ampliamos um estado emocional dolorido. Então, que tal baixar um pouco a régua da autocrítica um pouquinho? Permita-se fazer uma reflexão mais generosa, analisando o que você fez bem e o que pode ser feito diferente da próxima vez. Em resumo: transforme o erro em aprendizado.

  1. Ressignifique as coisas

Já passou pela sua cabeça que, talvez o fato de não ter concretizado aquele plano que queria é consequência de você ainda não estar preparado? Ou, ainda, da possibilidade de você não aproveitar os frutos dele como gostaria? Por isso, substitua a culpa por “responsa-habilidade” (a habilidade para responder diferente numa próxima vez). Mas se você chegar à conclusão de que faltou força de vontade, reflita se o que você almeja é algo que você genuinamente deseja, ou se está fazendo isso por expectativa dos outros ou convenções sociais.

  1. Diminua a expectativa em relação ao outro

Todo ano a história se repete. O ‘tio do pavê’ vai contar suas piadinhas sem graça, os parentes vão surgir com perguntas inconvenientes do tipo “e aí, está namorando?” – e nem sempre essas pessoas fazem isso por mal. Às vezes, é apenas a forma de elas demonstrarem interesse ou quererem participar de sua vida, embora não saibam fazer isso com responsabilidade afetiva. Então, ao invés de querer mudar o outro e criar expectativas, que tal trabalhar com sua reação a estas adversidades? Sugiro que você pense em estratégias para te ajudar neste momento: deixe claro seus limites (a comunicação não-violenta é sua aliada nessas horas), diga não e evite discussões desnecessárias. Por fim, respire fundo e saiba que isso vai passar.

  1. Presente não é moeda de troca de afeto

Trocar presentes no final do ano é algo comum, todavia, em nome desta tradição, muitos gastam mais do que deveriam. Logo, tenha em mente que o valor do seu presente não representa o valor do seu sentimento pela pessoa.  Saiba que o valor do presente não é proporcional ao tanto de afeto que você sente por ela. Além disso, não é demérito você estar passando por dificuldades financeiras e, por conta disso, não conseguir presentear as pessoas (ou a si mesmo) como gostaria. Portanto, faça um planejamento financeiro e assuma compromissos apenas com aquilo que vai caber no seu orçamento.  Afinal, é bem melhor começar o ano sem dívidas, não é?

Como recomendação final, Sabrina Amaral aconselha: “Ressalto que é perfeitamente normal sentir-se mais triste, ansioso ou estressado neste período. Contudo, tome cuidado para não aliviar o sofrimento através de comportamentos ‘escapistas’, como comprar compulsivamente, comer demais ou exagerar na bebida. Tenha um olhar generoso e compassivo com os sentimentos, acolhendo-os ao invés de negá-los. Este é o começo do caminho.”

Quem é Sabrina Amaral?

Psicóloga, hipnoterapeuta clínica, Practitioner em PNL e Coach da Mente, Sabrina Amaral é pós-graduada em Gestão de Pessoas e especialista em neurociência aplicada ao comportamento humano. Ao longo de 20 anos de carreira já desenvolveu e treinou mais de 8.000 pessoas em cursos e palestras para uma vida mais plena e feliz.

Além disso, é Embaixadora da Rede Mulher Empreendedora em Campinas, voluntária na Humanitarian Coaching Network, que provê serviços de coaching para líderes da ONU e UNICEF; e fundadora da Epopéia Desenvolvimento Humano, que vem formando heróis e protagonistas de suas histórias rumo ao final feliz desde 2012.

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Site www.epopeia.com.br

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Não sei o que está acontecendo, doutor. É só escutar o barulho do escapamento do carro do meu marido, ao estacionar na garagem de casa, que sobe um calor do pescoço à minha cabeça e, para evitar o sexo, corro, deito na cama e finjo que estou dormindo. – Paciente do doutor Odilon Iannetta (Livro: Climatério para Mulheres Modernas, Ed. Pandorga)

Foto de SHVETS – Pexels

Foto de SHVETS – Pexels

Quando a mulher chega ao período do climatério (40-65 anos) e a data da menopausa se aproxima (49±2anos) surgem muitos problemas de saúde, porém, uma das principais queixas, pela maioria omitida, é sobre a vida sexual. Muitas pacientes nem imaginam que o conjunto faz com que esse panorama as atinja de forma avassaladora e prejudique seus relacionamentos.

Para que esse contexto seja, de uma vez por todas, desmistificado, o ginecologista, fundador do conceito climatério no Brasil e autor do livro Climatério para Mulheres Modernas (Editora Pandorga), Odilon Iannetta, fala sobre o assunto e garante que rastrear o período do climatério, entre os 45 a 65 anos, traz benefícios infindáveis à vida feminina.

Segundo o especialista, durante o período, ou seja, antes que a menopausa ocorra, é necessário realizar uma avaliação do perfil hormonal dos diferentes compartimentos endócrinos, aconselhável aos parceiros ttambém, para que haja compreensão mútua das mudanças em seus organismos e de sua intensidade.

Após esse primeiro passo, o doutor Iannetta revela que algumas alterações em decorrência do envelhecimento, contribuem de forma significativa com o declínio da libido e passa a atuar precocemente em suas diferentes vertentes.

– Parede Vaginal: a queda da parede vaginal (prolapso) e a flacidez das paredes vaginais são fatores anatômicos que interferem em demasia no desempenho sexual do casal, a inexistência do atrito, que é essencial, dificulta o orgasmo, causa desconforto.

Para que isso não ocorra, é necessária uma avaliação precisa da anatomia dos órgãos genitais e a partir de exames ginecológicos e das correções cirúrgicas com técnicas modernas, minimamente invasivas, podem evitar esse quadro.

– Secura vaginal: está entre os mais comuns e gera extremo desconforto e dor, o que inibe o desejo. O ideal é identificar as causas, se for necessário, regular os hormônios, ou seja, jamais abandonar o tratamento, que acarreta a perda de todos os benefícios que a medicação traz à mulher e origina o que os médicos denominam dispareunia, a dor durante o ato sexual.

– Osteoporose: além do óbvio, nenhuma mulher deseja evoluir com o quadro de dor articular que colabora no afastamento das atividades sexuais. Este problema, pode ser evitado com o uso de tecnologias modernas que agregam a Inteligência Artificial-4G e que está disponível em nosso meio, desde 1996. Avalia a qualidade óssea, desde a adolescência, realiza rastreamento preventivo primário, diferente da comum densitometria óssea, que possui indicação apenas em idosos e acima de 65 anos.

Em Climatério para Mulheres Modernas (Editora Pandorga), o ginecologista Odilon Iannetta revela que tudo é uma questão de rastreamento e que as mulheres não podem ficar à mercê apenas de tratamentos, mas sim, investigar para que a sua qualidade de vida não seja afetada, bem como o que é fundamental, o seu relacionamento.

Ficha Técnica:
Páginas: 208
Formato: 16X23
Assunto: Medicina. Saúde. Prevenção
Acabamento: Brochura
Preço: R$ 49,90
ISBN: 978-65-87140-41-4
ISBN E-book: 978-65-87140-46-9 

Sobre o autor: Formado, com mestrado e doutorado Sensu Strictu pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), o Professor DR. ODILON IANNETTA, fundou, em 1979, o primeiro serviço público multidisciplinar de climatério do mundo, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP), atuando até 2013. Após inúmeras pesquisas – todas elas com aplicações práticas, visão multidisciplinar e abordagem psicossomática – em 1989, fundou a Climaterium – a primeira clínica na América especializada no período do climatério. Com uma estrutura completa e dedicada em acolher a mulher nessa tão difícil fase de sua vida, a Climaterium disponibiliza atendimentos especializados, e cuidados de forma única e específica a cada paciente.

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Você Sabe o Que é Distimia? Tenha Certeza de Que Você Não Está Doente.

Segundo a Dra. Gesika Amorim, Pediatra, Mestre em educação médica, Pediatra pós graduada em Neurologia e Psiquiatria, com especialização em Tratamento Integral do Autismo, Saúde Mental e Neurodesenvolvimento– Antigamente a Distimia era um diagnóstico separado. No manual médico DSM 5, a partir do ano passado, ela entrou no capítulo do Transtorno Depressivo. Ela entra como Transtorno Depressivo Persistente. O que caracteriza é o humor rebaixado, depressivo, mas sem ser uma depressão grave, por um tempo prolongado.

ATENÇÃO:

A pessoa que tem distimia pode perder o interesse nas suas atividades cotidianas, perder as esperanças, perder de apetite, a concentração, alteração do sono, autoestima baixa entre outros sintomas.

Pessimismo e pensamentos negativos são sintomas bem característicos e são frequentes. O antigo desenho animado Lippy e Hardy, nos mostra as aventuras de um leão otimista e uma hiena distímica que vive repetindo o seu bordão: Oh vida! Oh azar! Um personagem que representa o distímico clássico.

É preciso ressaltar que não se trata de uma depressão grave, aguda. Por isso, muitas vezes o indivíduo acaba se acostumando a viver com esses sintomas, a viver com o humor rebaixado, com os pensamentos negativos; por isso é necessário buscar o diagnóstico precoce.

O grande problema da distimia é que, por ela ser tão prolongada, fica difícil para o paciente identificar em si próprio, que ele é um ser distímico. Sabe aquela pessoa que, ao se perguntar como está, sempre responde:- “Normal, não tem nada de bom” ou então “Nada de bom está acontecendo, a minha vida é assim mesmo”. O distímico se acostuma com esse estado de sofrimento, Ele se acostuma a viver com esse humor rebaixado – Explica a Dra. Gesika Amorim.

Dificuldade do Diagnóstico

A dificuldade do diagnóstico existe e é um desafio; a pessoa distímica, não se acha doente, e mesmo aquelas pessoas que são próximas, consideram o mau humor e o pessimismo, apenas como parte de sua personalidade, não identificando a doença no indivíduo. O curso da doença é crônico, e ela pode se arrastar para a vida toda sem o seu tratamento adequado.

Psicoterapia e medicamentos fazem parte do tratamento. São necessários Terapia cognitiva comportamental e inibidores de recaptação de serotonina.

A Distimia pode coexistir com quadros ansiosos, e nesse caso é preciso tratar das duas coisas, e também pode coexistir com transtornos psicóticos, ou seja, a pessoa pode ter distimia com episódios psicóticos, tendo que ser tratada de uma outra forma. Por isso é importante encontrar um profissional que entenda de transtornos de humor para um diagnóstico correto – Alerta a Dra. Gesika Amorim.

CRÉDITOS:

Dra Gesika Amorim é Mestre em Educação médica, com Residência Médica em Pediatria, Pós Graduada em Neurologia e Psiquiatria, com formação em Homeopatia Detox (Holanda), Especialista em Tratamento Integral do Autismo. Possui extensão em Psicofarmacologia e Neurologia Clínica em Harvard. Especialista em Neurodesenvolvimento e Saúde Mental;  Homeopata, Pós Graduada em Medicina Ortomolecular – (Medicina Integrativa), dentre outros títulos.

Site: https://dragesikaamorim.com.br

Instagram: @dragesikaautismo

 

CONTATO:

MMelo Assëssoria

Marcelā Mēlo 

Assessora de Imprensa

Tel/ whatsapp: 11 94056-0885

Instagram: @mmeloassessoria

marcela@mmeloassessoria.com.br

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A gestação é um período que traz muitas transformações às mulheres. O corpo se prepara para a formação da criança e para o parto, o que pode ocasionar fases de diferentes incômodos. “Tudo depende de qual trimestre a gestante deve estar. É muito comum no primeiro trimestre ter enjoo, moleza, muito sono, dores na região do abdômen, prisão de ventre. Já no início do segundo trimestre esses sintomas melhoram, porém, ao final do segundo e no terceiro trimestre, conforme a barriga vai crescendo, surgem dores na lombar ou torácica, dor no ciático, prisão de ventre, inchaço, ansiedade e, por consequência, noites mal dormidas”, diz Natália Lima, Mentora Gestacional e Terapeuta Holística do Espaço Tatva, em São Paulo.

Período da mulher em que medicamentos não são aconselháveis, saiba como aliviar o mal-estar da gravidez de forma natural, por meio da aromaterapia, acupuntura, homeopatia, entre outras técnicas.

Para diminuir esses sintomas as gestantes podem usar e abusar da medicina integrativa, já que não podem utilizar remédios alopáticos nessa fase. Técnicas como a acupuntura, moxaterapia, ventosaterapia, aromaterapia e a homeopatia são recursos poderosos para a melhora de todos os sintomas. “Como terapeuta holística de gestantes, posso dizer que, no acompanhamento  que faço,  99 por cento se sentem bem melhores, passando o mal-estar por total. Além disso, exercícios específicos como spinning babies, auxiliam nas dores de nervos e músculos do corpo”, explica Natália.

A técnica da medicina integrativa a ser utilizada varia para cada mulher. Primeiramente é feita uma avaliação, pois em cada gestante os métodos funcionarão de uma forma. Por exemplo, a aromaterapia ajuda bastante alguns sintomas das gestantes, principalmente na questão emocional como ansiedade e stress, além disso, inchaço e dores musculares também aliviam bastante, trazendo um grande bem-estar. “A aromaterapia, como atua na hipófise, eu consigo utilizar  também durante o trabalho de parto. Óleos como alecrim, lavanda, ylang lang são poderosos na gestação”, informa a mentora gestacional.

A acupuntura, ciência comprovada que  cada vez mais tem ganhado espaço, é  um grande recurso na gestação,  pois ela pode ser utilizada para amenizar qualquer sintoma de mal-estar. Além disso, auxilia na questão da fertilidade, durante o parto e no pós-parto. É uma técnica que envolve questões emocionais da gestante, portanto não existem pontos específicos a serem utilizados, cada gestante terá um tratamento de acordo com sua avaliação, feita previamente pela terapeuta. “ É extremamamente importante a qualificação do profissional escolhido, pois, em alguns pontos, a acupuntura não deve ser aplicada, pode haver rompimento de bolsa ou desencadear o trabalho de parto”, adverte a terapeuta holística.

Já, a homeopatia, da mesma forma que a acupuntura, envolve toda uma questão energética e emocional, atuando por meio de estímulos energéticos desencadeados por medicamentos homeopáticos com o intuito de reequilibrar a energia vital dos pacientes. “Conforme a potência utilizada, a homeopatia  vai funcionar de formas específicas no corpo e não existem restrições, porém, como qualquer tratamento na gestação,  é preciso acompanhamento profissional para aplicar. Desde que seja prescrita e acompanhada por um homeopata, não há contra-indicações, só benefícios!”, finaliza Natália.

Natalia Lima

CRTH-BR 6478    

IG: @oficialnatalima                                                                                     

Profissional multifacetada com inúmeras especializações e certificados nacionais e internacionais na área do bem-estar, Natália Lima descobriu seu talento quando enxergou que a associação de todas as áreas que atua, além de melhorar, pode até curar algumas patologias. Com isso, montou um espaço, o TATVA em São Paulo, onde o conceito é melhorar a qualidade de vida das pessoas oferecendo técnicas corporais variadas para todas as idades como Pilates, Yoga, Ballet e Movimentos.

Apaixonada por Medicina Chinesa, é adepta da Medicina Integrativa que envolve influências físicas, mentais, sociais, emocionais, espirituais e ambientais. Tem como objetivo trabalhar o bem-estar sistêmico das pessoas, desenvolvendo um método mais abrangente que compreende desde exercícios físicos, às terapias, como misturar drenagem com acupuntura, por exemplo. “A união de pilates, homeopatia, massagens e acupuntura faz milagres”, explica Natalia.

Oferece apoio total à saúde da mulher, incluindo também toda a fase gestacional com programas específicos, proporcionando uma gestação equilibrada, serena e mais saudável para as mães e seus bebês, trazendo uma experiência única com o parto humanizado, adequado à realidade da genitora. Como Mentora Gestacional, associa, além dessas especialidades, sempre junto ao médico, drenagens, massagens e exercícios com acolhimento emocional e presença continua ao lado da gestante, também no pós-parto, apoiando a mãe com a amamentação de seu recém-nascido.

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Muitas celebridades vêm se afastando das redes sociais por causa de ataques e ameaças virtuais. No Brasil, a cantora Luiza Sonza foi a última vítima dos conhecidos “haters” de internet – contas que disseminam o ódio contra famosos e anônimos. A artista anunciou que adiou o lançamento do novo álbum e se dedicará a cuidar da saúde mental. Assim como ela, o “detox” das redes sociais está cada vez mais comum, mas, afinal: por que os ataques nas redes sociais aumentaram tanto?

André Dória, psicólogo e psicanalista, explica que o aumento do discurso de ódio nas redes está ligado a uma forma de satisfação perversa que transforma admiração em ódio

André Dória, Coordenador do Núcleo de Transtorno Bipolar da Holiste Psiquiatria, conta que a psicanálise ajuda a explicar esse fenômeno: “A psicanálise já nos ensinou que, muitas vezes, precisamos eleger um mestre imaginário para justamente poder destruir a relação com ele. Há uma forma de satisfação perversa nesse movimento: quando aquele, ou aquela, que elejo como referência não satisfaz às minhas projeções, eu elimino. Cancelo. Como as redes sociais são uma profusão de ídolos para todos os ideais, trazem também a profusão do efeito reverso: o ódio pelo ideal frustrado”, explica.

Não me representa!

De acordo com o psicólogo, o pesadelo do cancelamento é, muitas vezes, antecedido por um sonho de um mundo perfeito em torno de uma figura pública. O problema é que, apesar de intensa, essa relação de identificação é bastante frágil. Nas redes, há representantes de temas para todos os gostos: meio ambiente, casamento perfeito, família perfeita, neonazismo, puritanismo, sucesso profissional e muito mais.

“Ao decidir seguir uma celebridade que defende uma determinada causa, por exemplo, a relação de quem a segue é uma relação de representação: aquela celebridade me representa. Uma ação, uma palavra, um gesto, fora do que os seguidores esperam, e que foge ao traço que os identificam com celebridade, transforma o sentimento de admiração em ódio. É aí que reside a fragilidade dessas identificações: elas só se sustentam quando o outro reflete o que eu penso, o meu ponto de vista”, detalha.

Deste modo, este ódio disseminado nas redes pode ser considerado um sentimento narcísico – ou seja, egoísta. “Como diz Caetano Veloso: Narciso acha feio o que não é espelho”, comenta o especialista.

Como lidar com o ódio nas redes sociais?

O uso da expressão detox indica que há uma intoxicação. Afinal, por que cada vez mais pessoas decidem se afastar temporariamente das redes sociais? Segundo André Dória, existem inúmeras respostas possíveis, mas, inicialmente, “estamos intoxicados pela velocidade dos tempos atuais”.

“As redes sociais são a tradução dessa aceleração, pulverizando as três etapas que guiavam nossa tomada de decisões: o tempo de ver, compreender e concluir. Hoje, já saltamos diretamente para a conclusão. O exemplo das fake news ilustra isso. Ao receber uma informação em sua rede social, ou num aplicativo de mensagens, muitas pessoas de imediato já passam adiante, sem verificar nem refletir criticamente sobre a informação recebida. Nesse sentido, a intoxicação é generalizada, não afeta somente artistas, cantores ou atletas”, aponta.

O profissional diz que não há uma fórmula mágica para lidar com os ataques virtuais, a não ser contar com bons advogados, bons psicólogos e a consciência sobre a volatilidade das identificações que sustentam a comunidade virtual em torno de causas ou figuras públicas. Outra dica para um uso saudável da internet é avaliar se o uso não se tornou um vício. “Talvez haja uma pista que sirva para nos orientar: quando perdemos a capacidade de escolha, nos vemos reféns do uso compulsivo”, alerta.

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Que dimensão o TDAH pode tomar na vida de pais e filhos?

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é classificado como um distúrbio do neurodesenvolvimento. Essa síndrome de desatenção, hiperatividade e impulsividade são condições neurológicas que aparecem de maneira precoce na fase da infância, em geral antes da idade escolar, e que vai prejudicar todo o desenvolvimento pessoal, escolar, acadêmico e social, caso não seja tratado a tempo.

TDAH pode ser dividido em três tipos: o TDAH em que o predominante é a hiperatividade/impulsividade, aquele em que a desatenção é que vem a predominar e,  um terceiro tipo, quando há uma combinação entre os dois outros tipos.

Segundo a Dra. Priscila Dossimédica psiquiatra, com especialização em infância e adolescência pela UNICAMP – “Os distúrbios de neurodesenvolvimento vão afetar, como o próprio nome diz, o funcionamento do cérebro; isso significa que a linguagem, a memória, a interação social, a capacidade de interagir socialmente e a própria percepção serão envolvidos.”

Considerando que boa parte dos casos de TDAH vai continuar na vida adulta, o leque de sintomas e suas consequências aumentam, incluindo: impaciência, humor instável, instabilidade nos relacionamentos e na vida profissional, além da incapacidade de finalizar tarefas, violações de trânsito e uso abusivo de álcool e drogas, podendo se estender ao envolvimento com a criminalidade.

O Perigo das Telas

Dra. Priscila Dossi, chama atenção para um dos grandes desafios hoje, que é o uso excessivo telas, principalmente das crianças e adolescentes, no momento mais crucial para o desenvolvimento e o aprendizado de cada indivíduo. E, que se agravou muito durante a pandemia.

“O uso excessivo das telas pode levar ao aumento da agressividade, da irritabilidade e ao acesso a conteúdos inadequados para a idade, se não houver uma rígida supervisão dos pais ou cuidadores”, completa a psiquiatra.

Além do convívio das crianças e adolescentes com as telas de Tv, computador e celulares dentro de casa, nos momentos de ócio e lazer, o isolamento por decorrência da quarentena acabou obrigando as pessoas a se afastarem do convívio social, o que é também é prejudicial para as crianças e adolescentes. O convívio social, as atividades e interações escolares foram trocados por mais horas de tela.

“Sabemos que o uso excessivo de telas pode causar dependência, impedindo a criança e o adolescente de interagir com o mundo a sua volta, prejudicando os relacionamentos, o aprendizado formal (escolar/presencial), e a própria percepção do mundo.

A outra perspectiva do problema aponta para um agravamento dos quadros de TDAH no período do isolamento social, intensificando alguns sintomas como déficit de atenção e hiperatividade, principalmente envolvendo as atividades escolares. Isso significa que a criança ou o adolescente com hiperatividade ou falta de atenção, terá uma dificuldade imensa em acompanhar as aulas on-line, por ser obrigada a ficar de 3 a 4 horas diante de uma tela com intervalos curtos entre as aulas – completou a Dra. Priscila Dossi.

Devido ao isolamento social, as aulas passaram a ser remotas, além de ter uma grande queda da qualidade do ensino, os professores contam com a dificuldade de conseguir o melhor aproveitamento dos seus alunos, principalmente daqueles que sofrem com TDAH.

A Volta às Aulas

Dra Priscila Dossi, chama atenção para o retorno às aulas, sendo que  a criança e o adolescente devem ser orientados e apoiados na readaptação escolar presencial, com o apoio dos pais e familiares, e também dos agentes da educação.

“Não se pode descartar que as crianças e os adolescentes foram afetados pela pandemia e todo o seu desdobramento, de várias maneiras, desde o aumento de quadros de ansiedade e depressão, piora dos quadros de TDAH e ainda o aumento de casos de violência doméstica em que essas crianças e adolescente foram expostos durante esse período.”- Diz a Especialista.

“É o momento de reavaliarmos toda essa experiencia e os impactos negativos sobre as nossas vidas e a vida de nossos filhos e, se necessário, buscar ajuda profissional, que hoje está cada vez mais fácil devido aos atendimentos online” – finaliza Priscila.

 

CRÉDITOS:

Dra Priscila Zempulski Dossi é médica psiquiatra com especialização em psiquiatria infantil e adolescência pela UNICAMP. Trata infância, adolescência, adultos e também cuida dos transtornos peri-parto.

CRM-MS: 7271 RQE: 5944/5945

Instagram: @prisciladossipsiquiatra

Site: https://prisciladossi.com.br

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Para fugir de um problema ou preocupação, algumas pessoas tentam de alguma forma acelerar os ponteiros do relógio, seja se mantendo ocupado com algo que gosta, com o trabalho ou até mesmo dormindo em excesso. Em tempos de pandemia, esses comportamentos estão mais comuns e têm afetado as relações e o desempenho nas atividades cotidianas.

Sonolência excessiva pode prejudicar atividades diárias

As angústias, o medo, o estresse e outras perturbações fazem com que a mente humana crie mecanismos para escapar da realidade momentânea e tentar antecipar o próximo dia, explica o doutor em neuroanatomia, mestre em anatomia humana pela Unicamp e terapeuta integrativo, Mario Sabha Jr“A gente adota esses comportamentos para se preservar e nem sempre percebe. Ter sonolência excessiva durante o dia e dormir mais cedo que o habitual é uma das formas mais comuns de fuga para não enfrentar determinada situação”, diz.

Segundo o especialista, esse é um padrão que, na maioria dos casos, vem da infância. “Isso pode vir de mecanismos que utilizamos para tentar fazer que o dia seguinte chegue mais rápido dormindo mais cedo. Crianças fazem muito isso na tentativa de antecipar um passeio ou um presente, por exemplo”, afirma.

Sabha enfatiza que dormir mais cedo ajuda a aliviar as tensões, mas existem diferenças entre o descanso necessário depois de um dia cansativo e a tentativa de fuga, que pode se repetir se não ocorrerem mudanças de hábitos. “Nossa mente tem truques para que a gente consiga abreviar um pouco o dia, os sofrimentos e os cansaços, mas dormir mais cedo nem sempre vai mudar a realidade, o mau humor ou aliviar o estresse se você acordar e repetir as mesmas coisas e não buscar ajuda”, diz.

Cada pessoa lida de uma forma diferente com os problemas cotidianos e por esse motivo é fundamental buscar ajuda profissional para entender a razão desse comportamento que pode comprometer o desempenho em atividades diárias, alerta o terapeuta integrativo. “Buscar profissionais que consigam trabalhar o corpo, a mente, a essência da pessoa e que a auxilie explorar suas qualidades e buscar o equilíbrio nesse momento é essencial. Tratamentos por meio de terapias metafísicas com reeducação emocional e afetiva é uma das formas de ter mais qualidade de vida”, completa.

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