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Em um país como o Brasil, onde a idade média da população aumenta a cada ano, o cuidado com a saúde do coração é de extrema importância para garantir longevidade e qualidade de vida.

Um levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que, em todo o país, cerca de 14 milhões de pessoas apresentam alguma doença cardiovascular, que causam 400 mil mortes anuais e correspondem a cerca de 30% dos óbitos de brasileiros. “No mundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima em 1,7 milhão o número de mortes por essas enfermidades”, diz o Dr. Adriano Luiz Guerra, Cardiologista.

Segundo o mesmo estudo, o infarto do miocárdio gera o custo aproximado de 22 bilhões de reais anuais ao sistema de saúde brasileiro, enquanto outras doenças como insuficiência cardíaca, hipertensão e fibrilação atrial, atrial, custam em torno de 32 bilhões de reais para o país.

 Entre as doenças mais comuns estão: 

  • Hipertensão arterial;
  • Doença coronariana;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Doença cerebrovascular;
  • Cardiopatia congênita.

“Muitas dessas doenças estão relacionadas à qualidade e modo de vida. Fatores como sedentarismo, obesidade, tabagismo, estresse, ansiedade e demais causas podem acarretar distúrbios cardíacos”, explica o médico.

Pessoas com histórico familiar de moléstias no coração devem redobrar os cuidados e, independente da idade, procurar um cardiologista para o devido acompanhamento. Além do mais, tais indivíduos devem se precaver de alguns vícios, como o álcool e o cigarro, praticar atividades físicas, manter uma alimentação saudável e realizar exames periodicamente.

“Mesmo não sendo portador de nenhuma comorbidade mencionada e conservando hábitos saudáveis, o ideal é que toda pessoa se consulte com um cardiologista a partir da terceira ou quarta década de vida para a realização de um check-up, principalmente antes de iniciar alguma atividade física”, alerta o Dr. Guerra.

 

Escute o especialista:  

 

Impactos e consequências socioeconômicas da pandemia devem trazer mais atenção ao bem-estar feminino, em 28 de maio, Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher. Agressões são o estopim para uma série de doenças, alerta especialista

Os dados de 2020 são alarmantes para as mulheres brasileiras, os casos de violência doméstica subiram 27%, segundo pesquisas do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Ainda, 80% das mulheres entrevistadas pelo IBOPE, entre os meses de junho e julho, relataram sentir alguma dor com frequência.

Essas informações somadas ao que explica a doutora Camille Figueiredo, pesquisadora e médica reumatologista na Cobra Reumatologia, têm impacto direto na saúde das mulheres, cujos sintomas mais comuns são ansiedade, medo e estresse – fatores que se transformam em uma verdadeira bomba-relógio para o bem-estar feminino especialmente durante a pandemia de COVID-19.

Por isso que nesta data de 28 de maio, dedicada ao Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher, a doutora Camille abre o debate chamando a atenção para problemas que podem ser associados às doenças reumatológicas.

Os dados resumem o cenário alarmante em que vivemos: à medida que a pandemia se intensifica, relatos de violência doméstica contra as mulheres estão se espalhando rapidamente em todo o mundo e seus parceiros estão aproveitando as medidas de distanciamento físico para isolar vítimas dos recursos de assistência adequados. – Camille Figueiredo (pesquisadora e médica reumatologista na Cobra Reumatologia)

A violência pode ir muito além do ato da agressão física, ela também gera gatilhos para os problemas na ordem da saúde mental. Esses são impactos que podem funcionar como o estopim no sistema imune, levando ao desenvolvimento e agravamento de doenças reumatológicas, como artrite, fibromialgia, lúpus, entre outras.

A Dra. Camille Figueiredo se dedica neste momento a estudar o impacto da pandemia na vida das mulheres e publicou um artigo, COVID-19: one pandemic shading another, no conceituado periódico Arch Depress Anxiety. Na publicação, assinada em parceria com o Dr. Felipe Mendonça de Santana, Camille traz dados relevantes que deixam um importante alerta, pelo bem-estar físico, emocional e pela prevenção de futuras complicações imunológicas, e mais que isso, pela vida das mulheres brasileiras:             

Abordagens para acabar com a violência doméstica devem idealmente ser consistentes em uma colaboração mútua entre governos e organizações não governamentais, visando primeiro aquelas mulheres mais vulneráveis. Estes devem ser integrados em ordem para prevenir o problema, enquanto fornece abrigo, psicológico apoio e educação para mulheres, particularmente nos casos em que crianças estão envolvidas. Além disso, combate à violência doméstica consiste em resolver continuamente os problemas domésticos, não apenas durante a pandemia, mas depois disso. Este não é um problema novo, só está cada vez mais agravante. – Camille Figueiredo (pesquisadora e médica reumatologista na Cobra Reumatologia)


Sobre a doutora: Formada pela Universidade do Estado do Pará (1998), Camille Pinto Figueiredo é responsável pelo braço acadêmico da Cobra Reumatologia. Com residência e doutorado realizados no Hospital das Clínicas (FMUSP) e pós-doutorado pela Friedrich-Alexander-University Erlangen-Nuremberg (Alemanha), Camille é médica e pesquisadora, dedicando-se, sobretudo, aos estudos sobre metabolismo ósseo e HR-pQCT. Em virtude de suas pesquisas, Camille foi congratulada com quatro prêmios, dentre eles, atribuídos pela Sociedade Brasileira de Densitometria Óssea, juntamente com outros pesquisadores: “Prêmio Antônio Carlos Araújo de Souza em Densitometria Clínica” (2008) e “III Prêmio de Incentivo à Pesquisa em Osteoporose e Osteometabolismo” (2011).

Cores representam movimentos criados para conscientizar o público feminino sobre endometriose e câncer de colo de útero. Especialista tira dúvidas sobre as doenças

Dedicado à celebração do Dia da Mulher, março também ganhou representatividade ao acolher as campanhas Março Lilás e Março Amarelo, de conscientização sobre os cuidados com o câncer de colo de útero e endometriose, respectivamente. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a endometriose afeta cerca de 10% da população feminina brasileira, sendo mais frequente entre mulheres de 25 a 35 anos. A doença é causada por uma infecção ou lesão decorrente do acúmulo, em outras partes do corpo, das células que recobrem a parte interna do útero (o endométrio) e que são eliminadas com a menstruação. 

Luciana dos Anjos

A ginecologista e obstetra Luciana dos Anjos participou de uma live promovida pelo Órion Complex que integra o Especial Órion FOR HER, série de entrevistas virtuais ao vivo para celebrar o mês da mulher. Na oportunidade ela destacou que a endometriose acontece apenas em mulheres com idade fértil. “Crianças não têm e após a menopausa também não terá. O correto é a menstruação se formar no útero e escorrer pela vagina. Porém, quando as células crescem em outros lugares, como bexiga e intestino, não tem para onde o sangue escorrer. Ele vai irritar o lugar, causando dor”, explica.

 

O principal sintoma que as mulheres devem observar para suspeitar desse problema é a dor. “É uma dor cíclica, que piora com a menstruação. É como se fosse uma cólica com uma piora progressiva, pois com o tempo vai aumentando. Essa dor também pode aparecer na relação sexual. Quando a endometriose atinge a bexiga, a mulher pode ter dor ao urinar durante o período menstrual. Se atinge o intestino, pode ter sangramento anal junto com as evacuações e dor. É preciso entender que nenhuma dor é normal, deve-se sempre procurar um médico para avaliar”, salienta a ginecologista.

Luciana dos Anjos revelou ainda que um problema causado pela doença é a infertilidade. “Cerca de 50% das pacientes que têm endometriose têm infertilidade. E isso é preocupante, pois as mulheres estão deixando para engravidar mais tarde. Se o problema é descoberto com 35 ou 36 anos, além de ter uma reserva ovariana diminuída pela idade, também terá essa reserva diminuída pela endometriose. Se a mulher tiver infertilidade, temos a opção de reprodução assistida, para aumentar a chance de engravidar”, ressalta.

Para a doença, o tratamento pode ser com remédios ou cirurgia. “O tratamento é difícil e multidisciplinar, pois atinge diferentes órgãos. Ele pode ser medicamentoso, por exemplo, para bloquear ovário e não deixar a mulher menstruar, e se a paciente tiver lesões importantes existe a cirurgia”, conta a médica, que reforça a importância de um diagnóstico precoce. A endometriose é uma doença evolutiva, se descobrir cedo é melhor”, afirma.

Março lilás

Durante a live Especial Órion FOR HER, Luciana dos Anjos também falou sobre a alta incidência do câncer de colo uterino entre as brasileiras, fato que tornou março também lilás, para a conscientização do câncer de colo de útero. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que para este ano sejam diagnosticados 16.590 novos casos de câncer de colo do útero no Brasil. Em 2020, ele foi o terceiro mais frequente entre as mulheres, representando 7,5% dos casos oncológicos femininos. Em 2019, ocorreram 6.596 óbitos por esta neoplasia.

O câncer do colo do útero é caracterizado pela replicação desordenada do epitélio de revestimento do órgão, comprometendo o tecido subjacente (estroma) e podendo invadir estruturas e órgãos contíguos ou à distância. É uma doença, cujo principal causador é o Papiloma Vírus Humano (HPV), possui desenvolvimento lento, que pode cursar sem sintomas em fase inicial e evoluir para quadros de sangramento vaginal intermitente ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados.

“A vacina é a melhor prevenção da doença. Ela é gratuita para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. E o que poucos sabem é que ela também é fornecida gratuitamente para portadores do vírus HIV, pacientes transplantados de medula ou órgãos sólidos e pacientes oncológicos de 9 a 26 anos”, ressalta a médica, que também falou sobre o preconceito enfrentado quando a vacina chegou. “Houve muita informação equivocada e desinformação. Por isso, os pais não quiseram vacinar. Depois veio ainda o tabu de se falar sobre sexualidade com a criança, junto com o receio de estimular o início precoce da vida sexual, o que a vacina não causa”, salienta sobre importância do diálogo.

Antes do encerramento da live, Luciana dos Anjos, ainda falou sobre o melhor momento para começar a levar as filhas ao ginecologista e também respondeu a perguntas daqueles que estavam assistindo a transmissão ao vivo, falando sobre cuidados antes de se engravidar, parto normal ou cesariana e menopausa. A série de entrevistas virtuais está acontecendo todas as segundas-feiras, às 20 horas, no canal do Órion Complex no Instagram.

O mês de março é marcado pelo Dia Mundial de Conscientização sobre a Epilepsia, que acontece no dia 26. O Purple Day (Dia Roxo) foi criado por meio de um esforço internacional e voltado para ações que reforçam a data e a importância da conscientização sobre a doença.

No mundo, aproximadamente 50 milhões de pessoas sofrem com a doença

 

A epilepsia é uma doença neurológica crônica que acomete pessoas de todas as idades ao redor do mundo. É caracterizada por crises recorrentes, sendo que a mais conhecida da população é a convulsão, mas ela não é a única. A médica convidada pela Prati-Donaduzzi para abordar o tema, a neurologista e membro da Comissão de Jovens Pesquisadores da Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), Eliane Keiko Fujisao, explica que “as crises podem se apresentar como movimentos e espasmos de somente um membro; um mal-estar, ou também alterações visuais e de sensibilidade”.

Suas causas são múltiplas, e dentro desse conjunto de doenças existem as que são oriundas de uma predisposição genética; as que são consequências de problemas ocorridos durante a gestação ou o parto; as que são secundárias a doenças infecciosas, inflamatórias ou metabólicas e as que são chamadas de estruturais, que foram causadas por traumatismo craniano ou por um acidente vascular cerebral (AVC).

Em pouco mais de 60% dos casos, há controle das crises com medicamentos, no entanto, as comorbidades cognitivas, como dificuldade de memória e atenção, e as comportamentais, como depressão e ansiedade, ainda estão presentes e podem afetar a qualidade de vida.

Apesar dos impactos no dia a dia do paciente, os especialistas garantem que é possível controlar a doença e reduzir as crises. “Hoje, há muitos tratamentos alternativos como a dieta cetogênica e o uso do Canabidiol”, afirma a neurologista.

Desafios da falta de informação

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 3 milhões de brasileiros sofrem com a enfermidade. No mundo, são aproximadamente 50 milhões de pessoas. Além da busca por melhor qualidade de vida, uma das principais lutas de quem vive com a doença é contra o preconceito.

“Além de todas as dificuldades que o paciente passa com a doença, ele ainda precisa lidar com a desinformação de amigos, familiares e comunidade, que podem piorar esse quadro com preconceito e estigma. Por isso que ações como o Purple Day são tão importantes”, reforça a Dra. Fujisao.

Em prol da conscientização

Um exemplo de ação que busca justamente contribuir nesta luta através de informação é o Purple Day Brasil. Marcado para o dia 27 de março, às 9h30, acontece de forma on-line – por conta da pandemia da Covid-19 – e objetiva tratar o tema da epilepsia sem preconceito. A ação reúne grandes personalidades, médicos especialistas, profissionais da saúde e pacientes para dialogarem sobre a vida com epilepsia e a inscrição gratuita pode ser feita pelo site: http://bit.ly/purpledaybrasil.

“Tenho certeza de que será um evento transformador na vida de muitas pessoas que têm epilepsia e não reconhecem a necessidade e a importância de saber sobre outras que passam pela mesma condição que elas, entendendo seus medos, inseguranças, sonhos e criando referências para se autoconhecer e buscar qualidade de vida”, assegura o embaixador do movimento Purple Day, Eduardo Caminada Junior.

A Prati-Donaduzzi apoia pelo segundo ano consecutivo a ação, que converge com o objetivo da empresa em levar saúde por meio de informações para as pessoas, principalmente sobre as patologias do Sistema Nervoso Central (SNC). Além disso, a farmacêutica disponibiliza à comunidade e aos profissionais médicos um website (https://www.evolucaoparavida.com.br/) com conteúdos exclusivos.

Redobrar a atenção aos cuidados com a pele durante o verão é uma das principais recomendações de médicos e pesquisadores. Conforme o calor aumenta, dermatologistas reforçam que o desejo por uma pele bronzeada pode causar danos a longo prazo.

Um deles é o câncer de pele, sendo o melanoma o tipo mais grave da doença. Trata-se de um câncer mais agressivo que atinge os melanócitos, as células que pigmentam a pele. A lesão maligna também pode afetar as membranas mucosas, os olhos ou o sistema nervoso central. 

O câncer de pele corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos no Brasil. O melanoma equivale a 3%, devido ao risco elevado de metástase e à taxa de mortalidade alta em casos mais avançados. Os dados são do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

De acordo com os especialistas em dermatologia, entre os principais fatores de risco para melanomas estão pele e olhos claros, exposição exagerada ao sol e histórico anterior de câncer de pele na própria pessoa ou na família. Cuidados essenciais e exames de rotina são obrigatórios, uma vez que o prognóstico do tratamento pode ser bom se o tumor for detectado na fase inicial. 

Como prevenir o câncer de pele 

Manter cuidados com a pele, especialmente em momentos de exposição ao sol, é a regra número um de prevenção. Independente de estar no grupo de risco, quem estiver exposto aos raios solares durante o trabalho deve conversar com o dermatologista sobre as orientações específicas para esta rotina. Em geral, a orientação é proteger a pele contra raios ultravioletas. 

Já para quem pretende ficar ao sol em praia, piscina ou cachoeira, a recomendação é evitar o horário entre 10h e 16h, quando há maior emissão de raios ultravioletas, especialmente se tiver pele e olhos claros. Para se proteger, deve-se aplicar protetor solar sobre a pele várias vezes ao longo do dia, em especial se houver em contato com a água ou suor. 

É essencial usar creme, loção, spray ou gel com fator de proteção solar (FPS) adequado ao tipo de pele, seja branca ou negra, e à parte do corpo onde será aplicada. O uso deve ser mantido mesmo em um dia nublado no verão, porque os raios ultravioletas incidem mesmo com o céu fechado.

Todos esses cuidados também devem ser adotados com o couro cabeludo, independente se há calvície. Além de usar chapéus ou bonés, recomenda-se estar atento ao surgimento de pintas anormais ou feridas que não cicatrizam na região e buscar diagnóstico.  

Sintomas 

De forma geral, todos devem estar atentos às pintas pois alterações de tamanho, forma ou cor, podem sinalizar um melanoma. Mudanças notáveis devem ser comunicadas ao médico especializado.

Dermatologistas ressaltam que a regra ABCDE ajuda a reconhecer possíveis sintomas de câncer de pele, observando-se as seguintes alterações em pintas e manchas:

  • Assimetria: metade da mancha não coincide com a outra metade; 
  • Bordas irregulares, entalhadas ou dentadas; 
  • Cor desigual, apresentando em especial tons de preto, marrom e canela. Também pode haver áreas brancas, cinzas, rosas, vermelhas ou azuis; 
  • Diâmetro maior do que seis milímetros; 
  • Evolução: a pinta muda de tamanho, forma, cor ou aparência. 

Além desses, também são considerados sinais de alerta se uma ferida que não cicatriza, se há expansão do pigmento de uma mancha na pele, vermelhidão, inchaço, coceira, sensibilidade, sangramento, inflamação ou dor.  

Como alguns melanomas não apresentam esses sintomas ou nascem em cima de pintas, é necessária a avaliação do dermatologista sobre quaisquer alterações ou lesões de pele. 

Diagnóstico e tratamento 

O primeiro diagnóstico em casos de suspeita de câncer de pele é clínico, considerando o aspecto da lesão. A biópsia e a dermatoscopia são exames laboratoriais que contribuem para confirmar a investigação. A dosagem de lactato desidrogenase (LDH) contribui para identificar se houve metástase, quando os níveis no sangue estarão elevados. 

Todos esses elementos ajudam o dermatologista a orientar o tratamento mais indicado, que pode incluir cirurgia para retirada do tumor. Conforme o estágio da doença, o paciente é encaminhado para radioterapia, quimioterapia ou imunoterapia.

A atenção à saúde feminina é uma recomendação do Ministério da Saúde e as mulheres sabem dessa importância. Uma pesquisa do Datafolha, realizada a pedido da Federação Brasileira da Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), apontou que oito em cada dez das entrevistadas consideram a consulta ginecológica uma prioridade. A prevenção é o principal motivo que as levam ao consultório.   

Fazer exames de rotina é a orientação do Ministério da Saúde, da Febrasgo e das associações médicas regionais. Os órgãos ressaltam que, a partir da primeira menstruação, cada fase da vida demanda consultas e procedimentos que podem diagnosticar problemas inicialmente assintomáticos ou despercebidos nos exames clínicos.  

O check-up com mamografia, ultrassonografias, Papanicolau, colposcopia e os exames de análise clínica de sangue e de urina permitem o acompanhamento da saúde da paciente. Por detectar alterações de forma precoce, as investigações podem aumentar as chances de cura.   

Mamografia   

A mamografia é parte das estratégias para diagnóstico e rastreamento do câncer de mama. Sua realização está preconizada nas Diretrizes para a Detecção Precoce do Câncer de Mama no Brasil organizadas pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). O exame tem se mostrado eficiente para a descoberta da doença, por localizar sinais de tumores antes que seja possível palpar as lesões.   

Trata-se de uma radiografia com imagens de altíssima qualidade. Durante o procedimento, o seio é colocado entre as duas placas do mamógrafo, que emite raios-x para produzir as imagens, feitas a partir da compressão das mamas. É comum que pacientes relatem desconforto na realização.   

A recomendação dos órgãos de saúde é que a primeira mamografia seja feita entre os 35 e 40 anos. O exame é indicado para mulheres com menos idade apenas em casos de histórico familiar ou de suspeita de câncer de mama. A frequência é definida pelo ginecologista. 

Ultrassonografias   

As ultrassonografias fazem parte do Protocolo de Atenção Básica da Saúde da Mulher desenvolvido pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. As regiões pélvica e da mama demandam acompanhamento por meio desses exames de imagem.  

A ultrassonografia transvaginal permite a análise com maior precisão do útero e dos ovários, a partir das imagens capturadas pelo transdutor introduzido na vagina. O equipamento observa o aparelho reprodutor, permitindo a avaliação de órgãos genitais e identificando patologias.   

Também com foco no aparelho reprodutor feminino, o ultrassom pélvico capta imagens a partir de uma sonda colocada na parte exterior do abdome. Combinados, estes dois ultrassons podem ajudar a detectar ovários policísticos, gravidez ectópica, endometriose, sangramentos vaginais, útero aumentado e causas de infertilidade.   

Outro procedimento de imagem preconizado é a ultrassonografia das mamas, que contribui para detectar nódulos, cistos, secreções nos mamilos e espessamento do tecido mamário. O exame ainda avalia o estado de próteses mamárias e o resultado de tratamento quimioterápico.  

No exame, o médico desliza o transdutor nos seios, após a aplicação de um gel, obtendo imagens da estrutura interna em tempo real. A investigação pode ser solicitada em combinação com a mamografia.   

Papanicolau   

Também conhecido como preventivo, o Papanicolau permite o diagnóstico de câncer de colo uterino ou de infecções sexualmente transmissíveis como tricomonas e HPV. A recomendação da Febrasgo é que o exame seja feito a partir dos 25 anos, até os 64 anos de idade.  

O exame é feito a partir da raspagem das células externas e internas no colo do útero. Esse material é enviado para análise laboratorial, que aponta fungos, bactérias e eventuais anormalidades identificados na amostra. 

Colposcopia   

De acordo com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), a colposcopia é indicada nos casos de alteração do colo do útero, das paredes vaginais ou da vulva, como mudanças celulares benignas, tumores vaginais e sinais de infecção ou inflamação.  

Além de ser um exame de rotina, pode ser usada para complementar o Papanicolau, quando é percebida alguma alteração não identificada com clareza. O ginecologista aplica diferentes produtos no colo do útero e na vagina. Então, ele observa, com um binóculo, se há alguma alteração na região e, se necessário, coletar amostras para biópsia. O procedimento pode causar desconforto ou ardência.   

Exames de análises clínicas  

Não há check-up sem exame de sangue e de urina. A Febrasgo destaca que análises clínicas servem para verificar se os componentes dos fluidos estão nos níveis normais e para avaliar alterações hormonais. As análises clínicas do hemograma completo, da microbiológica da urina ou de secreção vaginal permitem identificar doenças infecciosas sexualmente transmissíveis, além de fazer o rastreamento infeccioso.

Fonte site Rede Dor

Independentemente da data que marca o Dia Internacional da Incontinência Urinária (14 de março), a perda súbita de urina de forma involuntária pela uretra é um problema de saúde pública. No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, mais de 10 milhões de pessoas, entre homens e mulheres, de diferentes faixas etárias, sofrem com essa disfunção, que é mais comum em mulheres e pode interferir nas atividades diárias.

Muitas vezes, as mudanças fisiológicas ocorrem com o envelhecer, sobretudo a partir dos 65 anos de idade, com índices de 10% entre os homens e 20% entre as mulheres. No entanto, a Incontinência Urinária pode acometer pessoas jovens e, em todos os casos, traz impactos pessoais e profissionais, enfim, na qualidade de vida de todos.

Uma infecção urinária pode ser o sinal de que algo não vai bem no organismo, atingindo principalmente os rins e a bexiga. Para homens diagnosticados com câncer de próstata e que se submetem a tratamentos, como cirurgia e radioterapia, a incontinência urinária é um dos efeitos colaterais possíveis.

Atenção às manifestações de sintomas

É preciso procurar um médico especialista ao detectar sintomas, como:

  • Dores ou ardências ao urinar;
  • Aumento excessivo da frequência urinária;
  • Necessidade imediata de urinar;
  • Alterações no fluxo urinário (jatos mais fracos ou dificuldade em manter um fluxo constante);
  • Alterações na coloração da urina;
  • Necessidade excessiva de urinar durante à noite;
  • Disfunções sexuais em homens (ejaculação precoce, perda de ereção).
  • Prevenção

    Beber bastante água;

  • Não segurar a urina;
  • Evitar usar as duchas vaginais;
  • Manter a higiene íntima correta;
  • Urinar logo depois da relação sexual ajuda a eliminar bactérias que possam ter entrado durante o ato;
  • Parar de fumar;
  • Perder peso;
  • Alimentação adequada;
  • Reduzir a cafeína;
  • Reduzir o consumo de álcool para melhorar a incontinência;

Como melhorar a condição da Incontinência Urinária

  • Faça exercícios diários no assoalho pélvico – a contração do períneo (do músculo do esfíncter), com exercícios de 3 a 5 vezes ao dia, pode ser feita durante 30 a 40 dias;
  • Fisioterapia: o profissional pode recomendar a estimulação elétrica, além de outros procedimentos para o tratamento;
  • Calmante para a bexiga;
  • Não tomar grandes quantidade de líquidos de uma só vez;
  • A introdução de um esfíncter artificial pode auxiliar no esvaziamento da bexiga;
  • Quando muito grave, a cirurgia é uma recomendação que pode resolver a incontinência urinária, com bons prognósticos;
  • Telemedicina – inicialmente, uma anamnésia por meio virtual pode avaliar a condição do paciente e interpretar as queixas principais, como o grau possível de acometimento – se a incontinência urinária é simples ou grave. Com atendimento remoto, inicialmente o médico saberá se o paciente tem incontinência urinária quando está sentado, deitado, em pé ou ao fazer exercícios e atividades físicas. A partir disso, indicará nova consulta ou tratamentos.

Câncer de Próstata

Homens acometidos por câncer de próstata podem ter como um dos efeitos colaterais a incontinência urinária – assim como disfunção erétil -, após tratamentos como radioterapia ou cirurgia.

Cirurgia: na prostatectomia radical a próstata e as vesículas seminais são totalmente removidas. Este método pode ser indicado quando a doença tem a característica de ser restrita à próstata ou está localmente avançada. Em termos de risco da doença (classificação específica), quanto mais elevado, melhor a indicação para a cirurgia radical. Isto se baseia na perspectiva de cura com o método e sua relação com os efeitos colaterais mais importantes, como disfunção erétil e incontinência urinária.

Radioterapia: a radioterapia utiliza raios de alta energia ou partículas para eliminar as células doentes. A radiação perturba o DNA da célula, evitando o crescimento ou divisão das células cancerosas. Como a radiação tem a capacidade de exercer seus efeitos por onde passa, ela também determina consequências em todos os tecidos que encontra em seu trajeto. Em função disto, se procurou reduzir os efeitos colaterais e aumentar a sua capacidade de destruição com uma tecnologia denominada “modulada e conformacional”. A longo prazo, o tratamento pode causar disfunção erétil ou problemas urinários e intestinais, incluindo frequência urinária aumentada, dificuldade para urinar, sangue na urina ou incontinência.

Já se sabia que esse tecido adiposo ajuda a queimar calorias. Agora, pesquisadores estadunidenses descobriram que ele protege contra doenças cardiovasculares e metabólicas, como hipertensão e diabetes. Efeito poderá ser explorado em novas opções terapêuticas.

A gordura marrom é aquele “tecido mágico” que todo mundo gostaria de ter mais. Ao contrário da branca, que armazena calorias, ela queima energia, e os cientistas esperam que seja a chave para novos tratamentos contra a obesidade. Mas não está claro se as pessoas com grande quantidade de gordura marrom realmente são mais saudáveis. Por um lado, tem sido difícil até mesmo identificar esses indivíduos, já que a substância está escondida bem no fundo do corpo.

Agora, um novo estudo publicado na revista Nature Medicine oferece fortes evidências de que a gordura marrom está associada a uma saúde melhor. Entre mais de 52 mil participantes, aqueles que tinham esse tipo de tecido adiposo detectável eram menos propensos do que os demais a sofrerem de complicações cardíacas e metabólicas, que variam de diabetes tipo 2 a doença arterial coronariana, que é a principal causa de morte no mundo.

O estudo, o maior do tipo realizado em humanos, confirma e expande os benefícios à saúde da gordura marrom sugeridos por pesquisas anteriores. “Pela primeira vez, ele revela uma ligação para diminuir o risco de certas condições”, diz Paul Cohen, professor-assistente e médico do Hospital da Universidade Rockefeller, nos Estados Unidos. “Essas descobertas nos deixam mais confiantes sobre o potencial de direcionar a gordura marrom para benefícios terapêuticos”.

Em pet scan, é possível ver que a pessoa da esquerda tem mais gordura marrom que a da direita – (crédito: Andreas G. Wibmer e Heiko Schöder/Divulgação)

Queima de calorias

Embora a gordura marrom tenha sido estudada por décadas em recém-nascidos e animais, foi apenas em 2009 que os cientistas perceberam que ela também pode ser encontrada em alguns adultos, geralmente em volta do pescoço e ombros. A partir de então, os pesquisadores se esforçaram para estudar essas células de gordura que têm o poder de queimar calorias para produzir calor em condições de frio.

Estudos em grande escala sobre a gordura marrom, no entanto, têm sido praticamente impossíveis porque esse tecido aparece apenas em exames de PET scan, um tipo especial de imagem médica. “Esses exames são caros. Mas, o mais importante, eles usam radiação”, explica Tobias Becher, o primeiro autor do estudo e ex-bolsista clínico no laboratório de Cohen. “Não queremos sujeitar muitas pessoas saudáveis a isso”, completa.

Becher propôs uma alternativa. Do outro lado da rua de seu laboratório, muitos milhares de pessoas visitam o Memorial Sloan Kettering Cancer Center todos os anos para se submeter a exames PET para avaliações oncológicas. O cientista sabia que, quando os radiologistas detectam gordura marrom nesses exames, eles rotineiramente a anotam para ter certeza de que não ela não será confundida com um tumor. “Percebemos que esse poderia ser um recurso valioso para começarmos a observar a gordura marrom em uma escala populacional”, diz.

Em colaboração com Heiko Schoder e Andreas Wibmer, no Memorial Sloan Kettering, os pesquisadores analisaram 130 mil tomografias PET de mais de 52 mil pacientes e descobriram a presença de gordura marrom em quase 10% dos indivíduos. Cohen observa que esse número, provavelmente, está subestimado, porque os pacientes foram instruídos a evitar exposição ao frio, exercícios e cafeína — condições que parecem aumentar a atividade da gordura marrom.

Redução de riscos

Várias doenças comuns e crônicas foram menos prevalentes entre as pessoas com gordura marrom detectável. Por exemplo, apenas 4,6% tinham diabetes tipo 2, em comparação com 9,5% das pessoas que não a tinham detectável. Da mesma forma, 18,9% apresentavam colesterol anormal, contra 22,2%. Além disso, o estudo revelou mais três condições para as quais as pessoas com esse tipo de tecido adiposo têm menor risco: hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva e doença arterial coronariana — ligações que não haviam sido observadas em estudos anteriores.

Outra descoberta surpreendente foi que a gordura marrom pode atenuar os efeitos negativos da obesidade. Em geral, obesos apresentam risco aumentado de doenças cardíacas e metabólicas, mas os pesquisadores descobriram que, entre pessoas com peso acima do saudável e com gordura marrom, a prevalência dessas condições era semelhante à de pessoas não obesas.

Mais estudos

Os verdadeiros mecanismos pelos quais a gordura marrom pode contribuir para uma saúde melhor ainda não estão claros, mas existem algumas pistas. Por exemplo, as células desse tipo de lipídio consomem glicose para queimar calorias, e é possível que isso reduza os níveis de glicose no sangue, um importante fator de risco para o desenvolvimento de diabetes.

O papel da gordura marrom é mais misterioso em outras condições, como a hipertensão, que está intimamente ligada ao sistema hormonal. “Estamos considerando a possibilidade de que o tecido adiposo marrom faça mais do que consumir glicose e queimar calorias. Talvez, realmente, ele participe da sinalização hormonal para outros órgãos”, diz Cohen.

A equipe planeja estudar mais a biologia da gordura marrom, inclusive procurando por variantes genéticas que possam explicar por que algumas pessoas têm mais esse tecido do que outras — primeiros passos potenciais para o desenvolvimento de formas farmacológicas capazes de estimular a atividade da gordura marrom para tratar a obesidade e condições relacionadas. “A pergunta natural que todos têm é: ‘O que posso fazer para obter mais gordura marrom?’”, diz Cohen. “Não temos uma boa resposta para isso ainda, mas é um campo estimulante para os cientistas explorarem nos próximos anos.”

Numa visão geral foram detectados 81.451.630 casos de novo coronavírus (covid-19) no mundo, com 1.778.064 mortes. No Brasil cerca de 7.504.833( 20.548) casos, com 192.001 mortes.

Máscara facial: uso é obrigatório durante a pandemia. Quem se descuida não respeita a si mesmo, aos outros e aos profissionais de saúde, que estão exaustos e correndo risco de morte nos hospitais

Essa situação alarmante no mundo, com mortes e tantas pessoas internadas em estado grave, outras sem atendimento adequado por falta de estrutura pela alta demanda no atendimento médico, geram uma instabilidade emocional, econômica e em todos os níveis, um comprometimento social de forma ampla e assustadora.

Os profissionais da área da saúde estão exaustos, correndo risco de vida pela gravidade da contaminação em ambiente hospitalar e nas unidades de saúde.

A população deve entender que os cuidados são necessários não só para se proteger, mas para proteger o próximo.

O uso de máscaras cobrindo o nariz e a boca é obrigatório, porém não é feito por muitas pessoas que brincam com a saúde alheia, desrespeitando as normas determinadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alastrando a doença de forma fatal.

Os encontros em ambientes fechados, reuniões, praias e festas com aglomeração de pessoas, geram insegurança e alastram cada vez mais o novo coronavírus, que se torna soberano, levando vidas, deixando a tristeza e quebrando o sentimento daqueles que esperam uma conscientização da população, que é importante a união para vencermos essa dura fase da pandemia.

Todos aguardam a vacina ansiosos para que possamos diminuir o número de mortes, e a incidência de casos novos.

Fonte: ofluminense.com.br

O surgimento e a disseminação da COVID-19 pegaram o mundo de surpresa e, por isso, a doença ainda é pouco conhecida. Os profissionais de saúde sabem que se trata de uma infecção respiratória causada pelo novo coronavírus e que pode evoluir para uma pneumonia grave e insuficiência respiratória, principalmente nos grupos de risco, como idosos e doentes crônicos.

Formas eficientes de tratamento, vacinas para prevenção e possíveis sequelas da doença ainda estão sendo estudadas. Até mesmo os sintomas podem confundir o diagnóstico, já que se manifestam de formas diferentes em cada pessoa contaminada pelo vírus. Saiba em que situações é necessário adotar o isolamento social ou buscar ajuda médica:

COVID-19 leve ou moderada

Os sintomas são como o de um resfriado, sem muitas complicações. Como muitos casos suspeitos no Brasil não são testados, não dá para saber o número exato de pessoas com esse grau da doença. A boa notícia é que cerca de 80% dos pacientes diagnosticados apresentam COVID-19 leve ou moderada, quando não há necessidade de internação hospitalar, de acordo com a Sociedade Brasileira de Infectologia.

SINTOMAS    

 

 

O tempo de recuperação da COVID-19 leve ou moderada é de até 14 dias, com sinais mais intensos na primeira semana. Nas pessoas que pertencem ao grupo de risco (idosos, pessoas com outras doenças e gestantes), a doença pode evoluir para um quadro mais grave nesse período.

Caso apresente qualquer um desses sintomas, siga a recomendação do Ministério da Saúde de isolamento social por 14 dias. Evite contato físico com pessoas que estiverem saudáveis, mesmo dentro de casa, e faça repouso.

 COVID-19 grave

Cerca de cinco dias após os primeiros sinais da doença, o paciente pode apresentar complicações graves, como febre alta e persistente e piora na dificuldade para respirar, sintomas que podem indicar a evolução para uma pneumonia. Geralmente, esse agravamento requer internação. O exame de tomografia detecta alterações nos pulmões provocadas pelo novo coronavírus.

 SINTOMAS DE ALERTA PARA PROCURAR ASSISTÊNCIA MÉDICA:

Estes sinais devem ser observados atentamente, pois nem sempre haverá presença de falta de ar e febre. Muitas vezes, outros sintomas podem sugerir que o vírus está causando danos ao seu pulmão, ao coração e até mesmo ao cérebro, o que pode estar relacionado com baixa oxigenação, inflamações e tromboses, quadros que vêm sendo observados nas infecções mais severas:

Algumas dessas formas graves evoluem com necessidade de internação em UTI, e auxílio de aparelhos para respirar (ventilação mecânica) – quadro classificado como Síndrome Respiratória Aguda Grave. O tempo estimado de tratamento em UTI é de 12 dias, e o período de recuperação leva de três a seis semanas. Nestes casos o vírus pode permanecer por mais tempo em atividade e, portanto, o período de isolamento deve superar os 14 dias.

Algumas pessoas, mesmo contaminadas pelo coronavírus, não apresentam sintomas. Neste grupo também temos aqueles considerados pré-sintomáticos, isto significa que desenvolverão sinais e sintomas da COVID-19 em alguns dias. 
Estes casos podem potencializar a disseminação da doença, uma vez que estes indivíduos podem transmitir o SARS-Cov-2 mesmo sem apresentar sintomas. Por isso a importância do isolamento social, do uso de máscaras ao sairmos na rua e da higienização redobrada das mãos, superfícies e dos objetos pessoais.

Fonte: painel.programasaudeativa.com.br

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