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suplementos alimentares

Para falar mais sobre vitaminas, a nutricionista Tatiana Amalfi, explica a função de cada uma delas, para que são utilizadas, seus benefícios e os perigos da automedicação. 

Especialista explica como os suplementos ajudam a manter o organismo saudável e alerta sobre os perigos da automedicação

A vitamina B12 é um suplemento nutricional importante para o funcionamento normal do sistema nervoso, por sua vez, esse sistema auxilia na produção de hemácias, enquanto a D3 prevê os sintomas da falta de vitamina D no organismo e é essencial para a saúde óssea, auxiliando nas funções musculares, na saúde do coração e na imunidade.

“A B12 é usada para a prevenção da anemia, que também é conhecida como megaloblástica. Já a vitamina D ajuda na absorção do cálcio no organismo e é importante para o sistema imunológico”, ressalta a nutricionista.

Mais relacionada à saúde estética, a vitamina Levedo de Cerveja tem ação energética, desintoxica o organismo e ajuda a combater os altos níveis de glicose no sangue, sendo fonte de proteína, fibras e sais minerais. A Levedura também ajuda no sistema digestivo, nervoso e imunológico, além de prevenir a queda de cabelo controlar a diabete e a acne.

Já a vitamina CoQ-10 é indicada para pessoas que praticam exercícios físicos com frequência, principalmente de endurance como corredores, ciclistas e triatletas. A Coenzima Q10 produz ATP, um componente presente e indispensável na cadeia transportadora de elétrons que diminui a fadiga durante e, principalmente, após o treinamento ou atividade física. A enzima desenvolvida no suplemento auxilia na redução do inchaço e da sobrecarga oxidativa de um exercício ou treino pesado.

 “Cada vitamina tem uma função no organismo, por isso é necessário que o paciente tenha acompanhamento de um profissional que possa diagnosticar que tipo de vitamina aquele corpo necessita. Recomendações e orientações de quem deve ou não ingerir algum tipo de vitamina ou suplemento, precisam ser prescritas por um profissional nutricionista ou médico, de acordo com as necessidades de cada indivíduo”, ressalta.

A ingestão destes componentes sem prescrição médica é muito comum. As pessoas tendem a entrar na farmácia e comprar o suplemento da moda. No entanto, o assunto não é tão simples assim. Segundo Tatiana, a automedicação e as centenas de combinações de minerais indicados para suprir alguma carência do organismo, na realidade podem trazer mais danos do que benefícios ao corpo.

“Cabe a recomendação de só recorrer à complementação com orientação de um especialista depois de detectada alguma privação que justifique esse procedimento. Existem casos, por exemplo, que a carência de determinada vitamina é resultado de uma situação especial, como doenças, gravidez e até a faixa etária do indivíduo. Por isso a importância de ingerir a vitamina somente após exames clínicos”, orienta Amalfi.

A nutricionista ainda reitera que “a automedicação é sempre contra indicada e é errado pensar que tomar vitaminas sem acompanhamento médico e sem conhecimento do que o seu corpo de fato precisa não faz mal”, finaliza.

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