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O oxímetro pode ajudar a avaliar quanto de oxigênio você precisa e quando você pode precisar dele

Um dos legados da pandemia da COVID-19 é aumentar o nível de informação das pessoas sobre diversos conceitos de saúde utilizados pelos profissionais da área.

Uma dessas práticas que se tornou protagonista na monitorização dos acometidos pela doença é a oximetria digital.
 
 

Caso você tenha uma doença pulmonar, seu nível de oxigênio sanguíneo pode vir a ser menor do que o normal. É importante saber se e quando isso ocorre, pois, quando seu nível de oxigênio é baixo, as células do seu corpo podem ter dificuldade de trabalhar apropriadamente.

O oxigênio é o “gás” que faz seu corpo “funcionar”. Se você está com o “gás” baixo, seu corpo trabalha mal. Ter um nível muito baixo de oxigênio sanguíneo pode sobrecarregar seu coração e seu cérebro.

A maioria das pessoas precisa de um nível de saturação de no mínimo 89% para manter suas células saudáveis. Acredita-se que um nível menor do que esse por um curto tempo não cause danos. Entretanto, suas células podem ser agredidas e sofrer danos se a baixa nos níveis de oxigênio ocorrer muitas vezes.

Veja a dica com Dr. Julio Pereira – Neurocirurgião

 

Se seu nível de oxigênio é baixo em ar ambiente, você pode ser solicitado a usar oxigênio suplementar (extra). O oxímetro pode ajudar a avaliar quanto de oxigênio você precisa e quando você pode precisar dele.

Por exemplo, algumas pessoas precisam mais de oxigênio quando dormem do que quando acordadas. Outras precisam mais de oxigênio durante atividades do que quando em repouso.

Um oxímetro de pulso vem como uma pequena unidade a ser colocada no dedo, ou um pequeno dispositivo portátil que conectado a um fio pode ser fixado ou adaptado ao seu dedo ou lóbulo da orelha. Os aparelhos menores são mais baratos e práticos para o uso domiciliar.

Feixes de luz do dispositivo passam através do sangue no seu dedo (ou lóbulo da orelha) para mensurar seu oxigênio. Você não sentirá isso acontecer. Os feixes de luz são “lidos” para calcular a porcentagem do transporte de oxigênio.Esse método também proporciona a leitura da sua frequência cardíaca (pulso). Para garantir que o oxímetro está lhe dando uma boa leitura, conte seu pulso por um minuto e compare com o número obtido pelo oxímetro. Se eles são semelhantes, você está tendo um bom sinal.

A maioria das pessoas não precisa de um oxímetro de pulso. Para outras o oxímetro de pulso é prescrito pela possibilidade de elas terem períodos de baixa oxigenação sanguínea, como, por exemplo, quando estão se exercitando ou viajando a altas altitudes.

Ter um oxímetro de pulso nesses casos lhes permitirá monitorar seu nível de oxigênio sanguíneo e saber quando precisam de aumentar o seu fluxo de oxigênio suplementar.

Fonte: uai.com.br

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