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cirurgia plástica

Brasil, junho de 2021: Esse é o mês do orgulho LGBTQIA+, e precisa dar mais atenção a essa causa. Celebrado mundialmente o evento é marcado por palestras e festas, além da tradicional Parada do Orgulho LGBT, para conscientizar e reforçar a importância do respeito e da promoção de equidade social e profissional de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, intersexuais e assexuais.

Silicone industrial é proibido pela ANVISA e jamais deve ser inserido no corpo. Porém, mesmo com o fácil acesso a informações, o número de pessoas que ainda se submetem a esse tipo de procedimento é absurdo.

Junto com essa conscientização sobre os direitos e respeito, o Dr. Thiago Marra quer alertar o público sobre um assunto bastante importante: “o de não se encaixar no corpo”. “Quando o paciente não se identifica no corpo, ele começa a se desesperar e fazer loucuras, como colocar o silicone mais barato e proibido pela ANVISA.”, comenta o médico ao informar que o silicone industrial é proibido, pois ele é produzido para outros fins como colagem de superfícies, vedação de vidros e lacunas, impermeabilização de azulejos, entre outras utilidades.

Atualmente o dr., retirou o silicone industrial da youtuber Luisa Marilac. Lembrando, porém, que a substância não foi retirada 100% do corpo. O produto gruda na pele e anda pelo corpo do paciente, de modo que é impossível retirar o produto por completo. “Luisa colocou o silicone quando jovem, com 16 anos, e praticamente não existia tanta informação, hoje ela começou a sentir os sintomas que vão de pequenas dores e até mesmo a morte.”, comenta o dr. ao dizer que a cirurgia é complicada e o ideal é não colocar o que não é aprovado pelos órgãos de saúde.

Com o intuito de diminuir essa agressividade com o corpo e proteger as pessoas de substâncias perigosas, o médico comunica: “me coloco a disposição de todas as pessoas que precisam de intervenções médicas em relação ao silicone industrial.”.


Quem é Dr. Marra?

Thiago Marra é doutor especialista em rinoplastia. Ele nasceu em Belo Horizonte e vem de uma família tradicionalmente de médicos. Formou-se no colégio Loyola, um dos mais conceituados de Belo Horizonte, e cursou medicina na FCMMG (Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais) – nota 5 no ENADE e uma das mais antigas e tradicionais faculdades de medicina do país. Em janeiro de 2012, ingressou no serviço de pós-graduação de cirurgia-geral pela Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte na equipe cirúrgica do dr. Nancran. Durante dois anos em tempo integral, dedicou-se dentro de um dos maiores hospitais públicos da América Latina, com mais de 1.000 leitos no SUS, a aprender tratar cirurgicamente dezenas de patologias como hérnia inguinal, hérnia umbilical, colecistectomia (retirada de vesícula), abdómen agudo, tumores intestinais, dentre outros. Após concorrer a disputada vaga em cirurgia plástica, com mais de 40 candidatos para duas vagas, ele foi aprovado no serviço no Hospital Universitário de Ciências Médicas. Foram três anos de muito aprendizado ao lado de mais de 14 preceptores, dentre eles mestres e doutores, e mais de 8.400 horas cumpridas.

 

Atendimento remoto permite avaliação, acompanhamento no pós-operatório e proximidade do médico com pacientes que moram no Exterior

Realidade em várias especialidades médicas, a telemedicina tem se mostrado um recurso eficiente também nas clínicas de cirurgia plástica. “Em tempos de pandemia, esta é uma ferramenta que permite uma conexão segura com o paciente para atendê-lo nas mais variadas necessidades”, observa o médico Juliano Pereira, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Com as recomendações para o isolamento social, uma forma de evitar a disseminação do novo coronavírus, causador da Covid-19, a procura dos pacientes por atendimento remoto, segundo Pereira, aumentou em cerca de 50%.

Em 16 de abril de 2020, por meio de decreto presidencial, foi sancionado o Projeto de Lei nº 13.989/20, que permite o uso da telemedicina durante a pandemia de Covid-19. Desde então, o recurso passou a ser prática diária nos consultórios médicos, incluindo as clínicas de cirurgia plástica do Brasil.

De acordo com levantamento realizado com 900 associados da SBCP, 43% dos cirurgiões plásticos brasileiros passaram a atendimentos on-line após o decreto presidencial. “No período de pandemia, a ferramenta é um acessório importante na avaliação pré-operatória, no acompanhamento de pacientes a distância e também no seguimento tardio no pós-operatório”, afirma Juliano Pereira, ressaltando que o exame físico permanece como uma exigência essencial nos procedimentos de cirurgia plástica e dificilmente será substituído por exames virtuais.

O atendimento “sem fronteiras”, propiciado pela telemedicina, fez com que a procura aumentasse em 50% na clínica de Juliano Pereira. A ferramenta tem favorecido também as consultas on-line com pacientes que moram fora da cidade, em outros Estados e mesmo em outros países. “Em avaliações e mesmo no pré-operatório, a consulta remota costuma adiantar as etapas de preparação para os procedimentos”, observa o cirurgião plástico, que só neste ano já atendeu remotamente pacientes do Japão, Estados Unidos, Portugal, Inglaterra e Austrália.

No dia a dia de clínicas e consultórios, o aprimoramento e o uso cada vez mais intensificado da telemedicina, como demonstra a pesquisa realizada com o apoio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, vai permitir, de acordo com os especialistas ouvidos no estudo, aumentar a eficiência dos cuidados no pós-operatório e nos cuidados com pacientes que sofreram queimaduras, por exemplo. Facilidade de comunicação com as equipes médicas e conexão com pacientes que estão distantes dos principais centros, sem que isso afete a qualidade e a precisão dos serviços prestados, foram os outros dois pontos citados.

“Vale a pena destacar que para o cirurgião plástico a teleconsulta, no estágio em que nos encontramos na pandemia, é eficiente para orientar o paciente”, diz Juliano Pereira. “O exame físico continua sendo importante e é fundamental para que possamos decidir sobre os procedimentos que precisamos realizar”, conclui.

A pandemia tem gerado mais tempo em casa para muitos brasileiros, principalmente agora com restrições maiores novamente.  Apesar do momento turbulento, muita gente tem aproveitado esse tempo de isolamento para cuidar da aparência, com destaque para os casos de quem procura a cirurgias plásticas.

Brasil é pelo segundo ano consecutivo o país que mais realiza cirurgias estéticas

O Brasil, campeão pelo segundo ano seguido em cirurgias do tipo, realizando 13,1% do total mundial segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, viu um aumento significativo na procura durante a pandemia.

A grande vantagem, que vem impulsionando essa busca, é o tempo que pode se passar em casa, já que o período de repouso é uma das partes mais importantes para o pós-operatório. “Nosso corpo consome muita energia enquanto se recupera e cicatriza, ter uma fase de pouco movimento físico é essencial tanto para a saúde como para alcançar o resultado desejado”, explica Dr. Pedro Lozano, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Outro fator para esse aumento, que segundo Lozano tem sido pauta em seu consultório, é o quanto as pessoas passam agora se observando durante reuniões e encontros on-line, e também na hora de postar suas fotos nas redes sociais. “Muitos pacientes chegam na consulta com insatisfações que foram notadas enquanto se observavam pelas das telas, coisa que talvez não tivessem o mesmo tempo para fazer antes”, complementa.

Apesar de parecer um momento vantajoso para se dedicar à estética, existe um lado que requer maior cuidado devido a pandemia do coronavírus. O especialista explica que durante a recuperação de qualquer cirurgia, sofremos um abalo no sistema imunológico, e por isso o policiamento deve ser ainda maior.

“Nossas defesas ficam enfraquecidas naturalmente, por isso procuramos realizar apenas cirurgias de pequeno ou médio porte, para evitar longos períodos de internação” comenta o cirurgião.

“Hoje temos hospitais com fluxo Covid-Free, onde a equipe médica, de enfermagem, assim como o paciente e acompanhante, são testados antes da cirurgia, minimizando o risco de infecção,” explica. Apesar disso, além de todas recomendações que já são praxe hora de voltar para casa, o especialista também frisa muito a importância de lavar as mãos, higienizar tudo que venha de fora e sempre que possível, praticar o isolamento social.

Escutar as recomendações médicas neste momento em que passamos, é essencial, ainda mais quando falamos de uma intervenção cirúrgica. Doutor Lozano acredita que aproveitar a oportunidade de ficar em casa seja uma ótima decisão, desde que seja de forma responsável. “Seguindo os protocolos e tendo um médico especializado membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, as chances de infecção e complicações são mínimas”, finaliza.

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