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*Por Dr. Pedro Schestatsky

Desde março de 2020, estudos e pesquisas estão sendo desenvolvidos em torno do novo coronavírus. Principais sintomas, tratamentos, medicamentos, prevenção, vacinas são os principais focos dos pesquisadores do mundo inteiro. O vírus pode se desenvolver dentro dos seres humanos em três estágios. A esmagadora maioria dos pacientes (cerca de 90%) terá apenas a infecção inicial que varia de pacientes assintomáticos até gripados. Neste estágio ocorre a replicação normal do vírus passível de ser detectado pelo exame PCR.

O segundo estágio (5% dos pacientes), denominado fase pulmonar, é quando os pacientes já começam a apresentar quadro de falta de ar, alterações radiológicas (comprometimento pulmonar) e intensificação da multiplicação viral no organismo. E, por fim, o terceiro estágio, a fase hiperinflamatória (5%). Nesse momento, os pacientes evoluem para a chamada “tempestade inflamatória” que levam a quadros de pneumonia grave, septicemia (complicação potencialmente fatal de uma infecção) e necessidade de ventilação mecânica dentro de uma CTI.

O que os estudos estão revelando é que quanto maior o avanço da doença e duração da internação hospitalar, maiores serão os riscos neurológicos. Mas tudo isso, é claro, não impede que um paciente em estágio 1 da Covid-19 também apresente manifestações neurológicas a longo prazo. De maneira geral, 20% a 70% dos pacientes apresentam algum tipo de sintoma neurológico durante ou mesmo 6 meses após a infecção.

Isso significa que essas manifestações podem ser desde os principais sintomas – dor de cabeça, náusea, vômitos e confusão mental – até um possível AVC, demência e, em muitos casos, os principais transtornos de humor.

Existem dois mecanismos pelos quais desenvolvemos as principais manifestações neurológicas diante de um quadro de Covid-19:

  1. Neurorrespiratório: um simples ato de prender a respiração pelo nariz e boca ou hiperventilar (respiração acelerada) é suficiente para apresentar sensações estranhas que, em alguns minutos, pode levar ao sufocamento e asfixia.
  2. Invasão cerebral: causada pelo sangue ou nervos, na forma de uma trombose, inflamação ou depleção (perda) de neurotransmissores.

A questão é que a trombose, a inflamação e a depleção podem ocasionar uma hipóxia cerebral (redução da oxigenação cerebral), neurotoxicidade (alteração da atividade normal do sistema nervoso por causa de substâncias tóxicas ou artificiais no cérebro) e a lesão tecidual. Tudo isso de forma muito rápida e, na maioria das vezes, como processos irreversíveis.

Mas como o vírus entra no corpo humano?

As principais formas de um vírus entrar no corpo humano são pela boca, nariz ou olho. Mas não para por aí. Após conseguir adentrar a essas cavidades, o vírus possui estrutura suficiente para romper barreiras e alcançar, em primeiro momento, o pulmão. É por isso que, durante o diagnóstico da Covid-19, os profissionais de saúde utilizam os exames de imagem para auxiliar no processo, pois eles são capazes de identificar o comprometimento pulmonar do paciente. Em seguida, o vírus pode entrar em vasos sanguíneos presentes no pulmão e, com isso, circular por todo o corpo humano.

A partir dessa fase, o corpo humano identifica a presença deste corpo estranho (o vírus da Covid-19) e, com o objetivo de defesa do organismo, provoca inflamações. Justamente são essas inflamações que podem gerar micro tromboses e coágulos, que por sua vez causam lesões neurais, reduzindo os neurotransmissores. Um estudo publicado pela Revista Lancet, este ano, apresenta dados interessantes sobre isso. Ao entrevistar 236 mil pacientes após seis meses de alta da Covid-19, identificou-se que grande parte deles pode apresentar alterações como demência, problemas musculares, nos nervos e AVCs hemorrágicos e isquêmicos. Casos raros, mas presentes. Porém, 25% evoluíram para transtornos de humor pós-Covid-19, que os médicos ainda não sabem explicar.

Vale destacar que o nariz também pode ser a porta de entrada do vírus diretamente para o cérebro e, por isso, quem tem anosmia (diminuição ou perda total do olfato) tem mais chance de desenvolver sintomas neurológicos a longo prazo. Por fim, é importante destacar que ao mesmo tempo que os genes são capazes de nos proteger, podem nos vulnerabilizar na Covid-19. Podem regular a disfunção mitocondrial (usinas das nossas células), e o paciente terá mais tromboses, inflamações e infecções. Mesmo assim, existem pessoas que, infelizmente, vão a óbito pela doença, e no Brasil, já atingimos a triste marca de 470 mil.

Então, vale lembrar que seis dimensões da saúde precisam estar danificadas, simultaneamente, para que um quadro da Covid-19 seja fatal: estilo de vida, ambiente, comorbidades, genética do hospedeiro, genética do vírus e imunogenética. Ainda que possamos ter estilo de vida equilibrado, em um ambiente saudável e sem comorbidades, é a genética que pode ser o grande vilão no combate à guerra contra a Covid-19.

 


Sobre Dr. Pedro Schestatsky

Dr. Pedro Schestatsky é médico neurologista, professor, pesquisador, palestrante e empreendedor de novas tecnologias em Medicina, residente em Porto Alegre. Ficou nacionalmente conhecido após sua palestra TEDMED ao argumentar que a tecnologia não irá substituir os médicos no futuro, mas sim empoderar os pacientes para que se cuidem melhor de si mesmo. Também é autor do recém best-seller “Medicina do Amanhã”.

Referência

Taquet et al. 6-month neurological and psychiatric outcomes in 236 379 survivors of COVID-19: a retrospective cohort study using electronic health records. Lancet Psychiatry. 2021 May;8(5):416-427.

O mês de março é marcado pelo Dia Mundial de Conscientização sobre a Epilepsia, que acontece no dia 26. O Purple Day (Dia Roxo) foi criado por meio de um esforço internacional e voltado para ações que reforçam a data e a importância da conscientização sobre a doença.

No mundo, aproximadamente 50 milhões de pessoas sofrem com a doença

 

A epilepsia é uma doença neurológica crônica que acomete pessoas de todas as idades ao redor do mundo. É caracterizada por crises recorrentes, sendo que a mais conhecida da população é a convulsão, mas ela não é a única. A médica convidada pela Prati-Donaduzzi para abordar o tema, a neurologista e membro da Comissão de Jovens Pesquisadores da Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), Eliane Keiko Fujisao, explica que “as crises podem se apresentar como movimentos e espasmos de somente um membro; um mal-estar, ou também alterações visuais e de sensibilidade”.

Suas causas são múltiplas, e dentro desse conjunto de doenças existem as que são oriundas de uma predisposição genética; as que são consequências de problemas ocorridos durante a gestação ou o parto; as que são secundárias a doenças infecciosas, inflamatórias ou metabólicas e as que são chamadas de estruturais, que foram causadas por traumatismo craniano ou por um acidente vascular cerebral (AVC).

Em pouco mais de 60% dos casos, há controle das crises com medicamentos, no entanto, as comorbidades cognitivas, como dificuldade de memória e atenção, e as comportamentais, como depressão e ansiedade, ainda estão presentes e podem afetar a qualidade de vida.

Apesar dos impactos no dia a dia do paciente, os especialistas garantem que é possível controlar a doença e reduzir as crises. “Hoje, há muitos tratamentos alternativos como a dieta cetogênica e o uso do Canabidiol”, afirma a neurologista.

Desafios da falta de informação

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 3 milhões de brasileiros sofrem com a enfermidade. No mundo, são aproximadamente 50 milhões de pessoas. Além da busca por melhor qualidade de vida, uma das principais lutas de quem vive com a doença é contra o preconceito.

“Além de todas as dificuldades que o paciente passa com a doença, ele ainda precisa lidar com a desinformação de amigos, familiares e comunidade, que podem piorar esse quadro com preconceito e estigma. Por isso que ações como o Purple Day são tão importantes”, reforça a Dra. Fujisao.

Em prol da conscientização

Um exemplo de ação que busca justamente contribuir nesta luta através de informação é o Purple Day Brasil. Marcado para o dia 27 de março, às 9h30, acontece de forma on-line – por conta da pandemia da Covid-19 – e objetiva tratar o tema da epilepsia sem preconceito. A ação reúne grandes personalidades, médicos especialistas, profissionais da saúde e pacientes para dialogarem sobre a vida com epilepsia e a inscrição gratuita pode ser feita pelo site: http://bit.ly/purpledaybrasil.

“Tenho certeza de que será um evento transformador na vida de muitas pessoas que têm epilepsia e não reconhecem a necessidade e a importância de saber sobre outras que passam pela mesma condição que elas, entendendo seus medos, inseguranças, sonhos e criando referências para se autoconhecer e buscar qualidade de vida”, assegura o embaixador do movimento Purple Day, Eduardo Caminada Junior.

A Prati-Donaduzzi apoia pelo segundo ano consecutivo a ação, que converge com o objetivo da empresa em levar saúde por meio de informações para as pessoas, principalmente sobre as patologias do Sistema Nervoso Central (SNC). Além disso, a farmacêutica disponibiliza à comunidade e aos profissionais médicos um website (https://www.evolucaoparavida.com.br/) com conteúdos exclusivos.

Um estudo brasileiro, realizado no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/FMUSP), mostra que disfunções cognitivas, como perda de memória recente, desequilíbrio e dificuldade de concentração, são efeitos tardios da infecção pelo coronavírus.

A equipe liderada pela neuropsicóloga Lívia Stocco Sanches Valentin chegou a essa conclusão após analisar 185 pessoas — com idades de 8 a 80 anos —, entre março e setembro de 2020. Para isso, ela usou uma ferramenta chamada MentalPlus.

Dra. Lívia Valentin -Neuropsicóloga formada pela USP; PhD em ciências médicas pela Duke University e FMUSP e Posdoctoral – Harvard Medical School – Neuromodulation

“É um jogo digital que criei em 2010. Ele analisa as funções cognitivas para ajudar no tratamento de problemas neurológicos e psiquiátricos”, conta Lívia.

O MentalPlus funciona quase como um videogame comum, jogado em um tablet. Mas em vez de só divertir, ele testa a memória, a atenção, a função executiva, a percepção visual e o controle inibitório. Há uma fase de avaliação, outra de reavaliação e dez de reabilitação.

O estudo ainda está em andamento, mas os resultados iniciais acabaram de ser publicados. Eles apontam que, em 80% dos participantes, o coronavírus provocou dificuldade de atenção, perda de memória, problemas com a compreensão e déficits no raciocínio e na execução de tarefas comuns do dia a dia.

“Isso atrapalha atividades como fazer contas, dirigir um carro, ler, arrumar a casa”, enumera Lívia. De acordo com os dados preliminares, os sinais cognitivos são mais intensos em quem desenvolveu as formas graves de Covid-19. Porém, essas consequências podem surgir mesmo em casos antes tidos como assintomáticos.

Mas como ter certeza de que o Sars-CoV-2 é quem está por trás disso tudo? Lívia explica que os resultados dos testes foram comparados com o de um grupo de indivíduos testados anteriormente.

“Nós comparamos cada participante com pacientes de perfil compatível. Se o voluntário era portador de síndrome de Down, sua avaliação era comparada à de pessoas com síndrome de Down que não tiveram Covid-19, por exemplo”, complementa a neuropsicóloga.

Como dissemos, essa foi a primeira fase da investigação. Atualmente, já são 430 indivíduos em acompanhamento. Se você já pegou o coronavírus, está curado e tem interesse em se voluntariar, clique neste link para se inscrever.

Como o coronavírus causa disfunções cognitivas

Cientistas do mundo todo estão estudando as sequelas do Sars-CoV-2 no cérebro. No Brasil, um trabalho da Universidade Estadual de Campinas que ainda está em fase de pré-print (não foi publicado em uma revista científica) relatou lesões nos neurônios de 26 indivíduos que morreram por Covid-19, através de autópsias. Elas seriam decorrentes da hipóxia — ou seja, da falta de oxigenação no sangue.

O vírus pode dificultar a circulação de oxigênio no cérebro ou provocar danos diretamente nos neurônios.

Mais uma pequena análise, essa da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, comparou a ressonância magnética cerebral de três pessoas que pegaram coronavírus com a de outras três que haviam sofrido com a falta de oxigênio por outras doenças. Os resultados dos dois grupos foram similares.

Há também uma ação direta do Sars-CoV-2 nos neurônios. O neurocirurgião Feres Chaddad, da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, explica que o vírus é capaz de afetar o nervo olfatório, o responsável por transmitir os cheiros que sentimos para o cérebro. “E essa estrutura tem conexão direta com o sistema nervoso central. É por isso que hoje se nota uma associação entre a doença e encefalites, meningites e acidente vascular cerebral”, informa.

Já uma investigação da Universidade Yale, nos Estados Unidos, utilizou células-tronco de indivíduos saudáveis para criar um modelo de cérebro no laboratório. A partir daí, eles constataram que o coronavírus é capaz de infectar neurônios e se replicar.

É possível tratar esses sintomas da Covid-19?

Sim, mas não há um remédio específico. As estratégias são as mesmas empregadas contra disfunções cognitivas em geral.

“Podemos usar atividades lúdicas, terapia ocupacional, exercícios de memória. Mas antes é preciso avaliar o grau de comprometimento neurocognitivo do paciente”, orienta Chaddad.

Já Lívia destaca que, mesmo após se curar da Covid-19, é necessário ter atenção com certos sinais. “Fique de olho se apresentar sonolência excessiva diurna, falha na memória e confusão mental. Ou se começar a tropeçar com facilidade”, aponta.

Nesses casos, procure um neurologista. Quanto antes a reabilitação for iniciada, maiores as chances de ser bem-sucedida.

Fonte: saude.abril.com.br

Em um ano, o coronavírus mostrou ser mais do que apenas uma doença respiratória: afeta diferentes partes do corpo atacando diretamente as células, alterações na circulação sanguínea e inflamação exagerada.

Embora muitas perguntas sem respostas sobre o coronavírus tenham acabado com o mundo há cerca de um ano, durante esse tempo, os cientistas conseguiram correr contra o tempo e trouxeram muitas respostas sobre novas doenças – algumas delas surpreendentes. 

À medida que o coronavírus se espalha pelo mundo e deixa mais pessoas doentes – até agora, pelo menos 88 milhões de pessoas foram infectadas no planeta, médicos e pesquisadores estão começando a descobrir que outros órgãos além do coração, cérebro e rins também podem ser afetados. O impacto, às vezes até fatal, é por meio do coronavírus.

O patógeno também já causou problemas em dedo dos pés, foi detectado no testículo e ainda nas lágrimas de pacientes — mas é importante lembrar que ser encontrado em uma parte do corpo ou no ambiente não necessariamente significa adoecimento ou transmissibilidade.

Em relação aos chamados órgãos vitais, porém, a doença tem gerado incógnitas, pesquisas científicas e, em alguns casos, grande preocupação. Por isso, a BBC News Brasil procurou artigos científicos e pesquisadores brasileiros para responder o que se sabe até aqui sobre as consequências da Covid-19 em cinco órgãos fundamentais para a nossa sobrevivência: pulmões, coração, rins, fígado e cérebro.

Vale lembrar que a definição de quais são os órgãos vitais é variada, mas de acordo com os entrevistados, estes cinco estão mais perto de um consenso de serem fundamentais para a continuidade da vida e insubstituíveis, considerando as intervenções médicas existentes.

Saiba mais: g1.globo.com

Fonte: BBC e G1

Carência no solo é o que provoca os atuais baixos índices desse mineral essencial no organismo humano. Outro fator da redução do magnésio disponível para alimentação humana é a industrialização dos alimentos

Considerado um dos minerais mais importantes para a saúde e bom funcionamento do organismo, o magnésio está presente em mais de 600 reações no nosso corpo. Viver com a deficiência neste mineral pode um grande problema a longo prazo já que ele atua na saúde dos ossos, controle dos níveis de glicose no sangue, sistema imunológico, regulação da pressão arterial, circulação, bom funcionamento do sistema digestivo e até mesmo para o relaxamento dos músculos.

O que tem colocado o assunto em alta é que a carência de magnésio no corpo é bastante comum e muita gente nem sabe que está sofrendo em virtude da insuficiência deste mineral. Estima-se que mais de 70% da população sofra com os efeitos da insuficiência do mineral. Além do baixo consumo de alimentos frescos ricos em magnésio, um dos fatores que contribui com a deficiência do mineral no organismo é o fato do solo brasileiro ser pobre em magnésio.

“Somado às características do solo, outro fator que contribui para a insuficiência de magnésio é o excesso de alimentos industrializados e processados que são incluídos na rotina alimentar. Tendo em vista estes dois fatores principais, a suplementação se torna essencial”, explica Dr.Rocha, pesquisador e presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas (INEODOC).

Apesar de não fornecer a quantidade diária ideal deste importante mineral, alguns alimentos como espinafre, abacate, semente de abóbora e chocolate amargo são alguns do que apresentam melhor concentração de magnésio. No entanto, para evitar a insuficiência o ideal é suplementar em cápsulas, entre 1000mg – 1500mg por dia, podendo ser o cloreto de magnésio, citrato de magnésio, óxido de magnésio ou dilamato de magnésio. Todos os tipos trazem benefícios, a principal diferença entre eles, destaca o médico, é a absorção de cada um, que pode ser mais lenta ou mais rápida, como no caso dos Magnésio Dilamato, Magnésio Quelato e o Magnésio Treolato que tem uma rápida absorção.

Fonte de Magnésio

Segundo Dr. Patrick Rocha, a suplementação é indicada para qualquer pessoa que queira mais saúde e qualidade de vida. “Sabe-se que a ausência de magnésio no organismo está associada à resistência insulínica que pode culminar em ganho de peso e até mesmo no desenvolvimento do diabetes, além disso, sua ação preventiva a cãibras, cansaços e lesões musculares é um verdadeiro estímulo à prática de atividade física, algo que favorece também a perda de peso”, explica.

Essencial para o bom desempenho do corpo humano, funções fisiológicas do cérebro, coração e músculos, muitos dos sintomas da falta de magnésio são silenciosos, fazendo com que se torne difícil descobrir sua deficiência. Podem indicar a falta de magnésio sintomas como fraqueza muscular, apatia, fadiga, insônia, constipação, taquicardia, câimbras e formigamento.

Fonte: SEGS

Menos popular do que outras oleaginosas, como a castanha e as nozes, o pistache pode fazer toda a diferença na saúde de quem consome. Entre os benefícios mais conhecidos estão o de proteger a saúde do coração, dos olhos e prevenir uma série de doenças, como o câncer.

Mais comumente consumido em forma de grãos, possui uma enorme gama de variedades na alimentação, como em forma de sorvetes, doces e até pesto de pistache.

O que é pistache

O pistache é uma oleaginosa que pertence a mesma família de outros frutos, como as amêndoas, castanhas e nozes. Ele é originário do sudoeste asiático.

O nome pistache refere-se não somente ao fruto, mas à árvore também, que costuma medir entre 5 e 7 metros de altura.

Quanto e como consumir

O mais recomendado é consumir cerca de 20 a 30 gramas de pistache por dia e buscar variedades de grãos, tendo em vista que eles possuem diferenças nutricionais entre si. Além disso, na hora da compra, prefira as versões com casca, sem sinais de mofo, umidade e outros danos. Isso diminui os perigos de uma contaminação por fungos.

Veja os 10 benefícios do Pistache Para Saúde:

 

14 Propriedades Benéficas do pistache

Protege a saúde do coração

O Pistache contém gorduras boas, o que significa que pode ajudar na redução dos níveis de colesterol ruim – LDL – e aumentar os níveis do bom – HDL. Possui também a importante propriedade de ajudar na circulação sanguínea, dilatando as artérias e prevenindo coágulos sanguíneos. Estudos já comprovaram a eficiência do pistache no combate ao colesterol.

Melhora a digestão

A alta quantidade de fibras que o fruto contém auxilia no bom funcionamento intestinal, eliminando, de modo mais eficiente, as toxinas do organismo e promovendo sensação de saciedade.

Protege os olhos

O pistache contém carotenoides, como a luteína e a zeaxantina. Eles ajudam a proteger a visão, impedindo a ação dos raios ultravioletas, fortalecendo a saúde ocular e prevenindo doenças, como a degeneração macular.

Previne o câncer

Por conter um bom número de antioxidantes, o pistache colabora também na prevenção dos radicais livres, que degeneram as células, com o passar do tempo, o que facilita o aparecimento de doenças, como o câncer. Contém ainda substâncias que inibem a entrada de radiações nocivas ao organismo.

Melhora o aspecto da pele

O pistache é rico em vitamina E, um ótimo antioxidante, que atua protegendo também a pele, deixando inclusive o aspecto dela mais brilhante, evitando o ressecamento e envelhecimento precoce.

Ajuda no combate à diabetes

Consumir pistaches, após uma alimentação, pode ajudar na absorção correta da glicose pelo organismo. O fruto é um importante preventivo da diabetess, justamente por reduzir o nível glicêmico no sangue.

Protege o cérebro

O pistache é uma excelente fonte de vitamina B6, reconhecidamente protetiva da saúde do sistema nervoso. Essa substância ajuda no correto funcionamento dos neurotransmissores cerebrais.

Ajuda na manutenção do peso

O pistache é calórico – em 100 gramas do fruto existem cerca de 562 calorias – mas ele é rico em gorduras boas e favorece a sensação de saciedade, além de regular o sistema digestivo. Tais propriedades são interessantes para o controle ou perda de peso, desde que o pistache seja consumido com moderação.

Tem poder anti-inflamatório

Os minerais e antioxidantes presentes no pistache auxiliam também a defender o organismo de vírus e bactérias.

É bom para o sangue

Por conter boa quantidade de ferro, o fruto atua também no fortalecimento dos glóbulos vermelhos do sangue, prevenindo doenças, como a anemia.

Ajuda a melhorar o sistema imunológico

Além do poder anti-inflamatório relatado, os minerais e antioxidantes também ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

É bom para o cabelo

Os nutrientes existentes no pistache atuam também na fibra capilar, deixando o cabelo mais saudável e estimulando o crescimento dos fios. A biotina – presente no fruto – atua também na prevenção da queda capilar.

Tem poder afrodisíaco

Por estimular a circulação sanguínea e o sistema nervoso, o pistache pode favorecer também uma melhor energia sexual.

É uma boa fonte de energia

Como mencionado anteriormente, o pistache contém uma grande quantidade de calorias, cem gramas do fruto contém mais de 500 calorias. Sua alta absorção pelo organismo, que estimula a sensação de saciedade, aliada às proteínas presentes no fruto, ajudam o pistache a ser uma boa fonte energética.

Uma curiosidade

Muitas pessoas acabam consumindo o pistache apenas na versão em grãos, salgados, torrados, como acompanhamento. No entanto, o fruto possui uma ampla gama de possibilidades culinárias. Na culinária turca e árabe é comum, por exemplo, usá-lo em doces. Há também a versão fresca, sem torrar, mais saudável que a versão torrada.

Há ainda os sorvetes, queijos, entre outros. É possível fazer até mesmo pratos mais sofisticados.

Quer saber como fazer pesto de pistache e onde encontrar frutos frescos (no Rio de Janeiro e São Paulo)? Acesse esse link e saboreie mais essa possibilidade.

Fonte: Green Me

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