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Autor

Ricardo Bastos

As unhas são formadas por queratina e tem como função principal proteger a ponta dos dedos. No entanto, a utilização de acetona ou produtos químicos domésticos como detergente, água sanitária, alvejante, sabão e vários outros pode enfraquecê-las, deixando-as quebradiças e prejudicando seu crescimento saudável.

Entre diversas dicas para unhas saudáveis, a esteticista dermaticista Patrícia Elias indica usar bases fortalecedoras com bastante vitamina antes do esmalte, utilizar luvas sempre que for manusear produtos químicos e interromper o hábito de roer as unhas.

“Para quem não abre mão de unhas esmaltadas, é recomendado o uso de removedores de esmalte sem acetona e unhas livres de esmaltes ao menos dois dias por semana para deixar a unha respirar”, aponta Patrícia.

E para acelerar o crescimento e conquistar unhas compridas, Patrícia ensina uma receita caseira com ação fungicida que promete contribuir para unhas compridas, fortes e saudáveis em poucas semanas. Confira:

Ingredientes:

  • 1 colher de café bem cheia de óleo de coco;
  • 1 colher bem cheia de aloe vera (babosa);
  • 1 dente de alho picado;
  • 10 cravos da Índia.

Misture tudo em um recipiente e espere 24 horas para começar a usar. Passe diariamente, preferencialmente antes de dormir, na base das unhas perto da cutícula, embaixo das pontas dos dedos e nas laterais.


Patrícia Elias: Sócia Fundadora da Clínica e da Loja Patrícia Elias Estética & Saúde. Pós-Graduada em Dermaticista pela Faculdade IBECO, Bacharel em Estética e Cosmetologia na Universidade Anhembi Morumbi.

Em um país como o Brasil, onde a idade média da população aumenta a cada ano, o cuidado com a saúde do coração é de extrema importância para garantir longevidade e qualidade de vida.

Um levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que, em todo o país, cerca de 14 milhões de pessoas apresentam alguma doença cardiovascular, que causam 400 mil mortes anuais e correspondem a cerca de 30% dos óbitos de brasileiros. “No mundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima em 1,7 milhão o número de mortes por essas enfermidades”, diz o Dr. Adriano Luiz Guerra, Cardiologista.

Segundo o mesmo estudo, o infarto do miocárdio gera o custo aproximado de 22 bilhões de reais anuais ao sistema de saúde brasileiro, enquanto outras doenças como insuficiência cardíaca, hipertensão e fibrilação atrial, atrial, custam em torno de 32 bilhões de reais para o país.

 Entre as doenças mais comuns estão: 

  • Hipertensão arterial;
  • Doença coronariana;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Doença cerebrovascular;
  • Cardiopatia congênita.

“Muitas dessas doenças estão relacionadas à qualidade e modo de vida. Fatores como sedentarismo, obesidade, tabagismo, estresse, ansiedade e demais causas podem acarretar distúrbios cardíacos”, explica o médico.

Pessoas com histórico familiar de moléstias no coração devem redobrar os cuidados e, independente da idade, procurar um cardiologista para o devido acompanhamento. Além do mais, tais indivíduos devem se precaver de alguns vícios, como o álcool e o cigarro, praticar atividades físicas, manter uma alimentação saudável e realizar exames periodicamente.

“Mesmo não sendo portador de nenhuma comorbidade mencionada e conservando hábitos saudáveis, o ideal é que toda pessoa se consulte com um cardiologista a partir da terceira ou quarta década de vida para a realização de um check-up, principalmente antes de iniciar alguma atividade física”, alerta o Dr. Guerra.

 

Escute o especialista:  

 

Mitos e verdades sobre estrias

por Ricardo Bastos

Para quem não consegue se acostumar às estrias, atualmente existem diversos procedimentos que podem amenizar e até sumir com elas, como peeling, laser, ozonioterapia, entre outros.

Ao longo da vida nossos corpos passam por diversas transformações inerentes ao crescimento, vivências e envelhecimento. Machucados, arranhões, cirurgias, queimaduras de sol, gravidez, entre diversos outros acontecimentos que podem deixar marcas na pele, incluindo as estrias.

Na era do movimento body positive, as temidas marquinhas passaram a ser motivo de orgulho para muitas pessoas, mas ainda assim são temidas por grande parte de homens e mulheres, uma vez que podem provocar problemas na autoestima e na relação com o corpo.

Mas afinal, o que são as temidas estrias? “Nada mais é do que o rompimento das fibras de colágeno e elastina na camada superficial da pele, provocando uma cicatriz”, explica a enfermeira esteta e diretora da Clínica Chiquetá, Mariane De Chiara. 

Vale ressaltar que são inofensivas à saúde e podem ser provocadas por diversos fatores, como aumento repentino do peso, aumento de massa muscular, alimentação desequilibrada, gravidez, falta de hidratação adequada, obesidade, implantes mamários, predisposição genética, uso prolongado de corticoides, entre outros. 

Podem ser classificadas como vermelhas ou rosadas, quando a pele ainda está sofrendo processo inflamatório do rompimento da fibra e que são mais fáceis de tratar, ou brancas, característica de estrias mais antigas e que geralmente melhoram de aspecto com tratamentos estéticos, mas que dificilmente desaparecem.

Por ser muito comum, existem diversas crenças sobre o que provoca as temidas estrias. A especialista lista alguns mitos e verdades sobre o assunto. Confira:

Mitos:

  • Só aparece em mulheres;
  • Dá para eliminar totalmente as estrias brancas;
  • Hidratar a pele não previne as estrias.

Verdades:

  • Se a pele se estica muito, a estria aparece;
  • Estrias vermelhas são mais fáceis de tratar;
  • Hormônios têm papel fundamental em relação as estrias

Para quem não consegue se acostumar às estrias, atualmente existem diversos procedimentos que podem amenizar e até sumir com elas, como peeling, laser, ozonioterapia, entre outros. “É importante ressaltar que é essencial buscar um profissional capacitado para realizar uma avaliação para saber qual procedimento é mais indicado para cada situação”, acrescenta Mariane.

Sobre a especialista: Mariane De Chiara é formada em enfermagem, com experiência no setor público de saúde. Com especialidade voltada a Estética fundou a Clínica Chiquetá em 2012, no ABC Paulista.

Beber bastante líquido ao longo do dia, no mínimo 2 litros de água.

Alimentação é fonte de energia. Quem se alimenta bem, de forma equilibrada, tem rendimento melhor, mais disposição para enfrentar o dia e rendimento satisfatório nas tarefas cotidianas e no ambiente profissional.

Assim como é preciso obedecer a certos critérios para fazer uso racional da energia elétrica no dia a dia, para evitar gastos desnecessários e um alto preço a pagar futuramente, também é recomendável criar hábitos saudáveis para nutrir o corpo, sem excessos nem desperdícios.

Mas, apesar de ser um dos pilares da vida saudável, não é só a alimentação que deve ser observada para garantir bem-estar. É preciso mexer o corpo, repousar e, também, reavivar a mente.

Abaixo, sete dicas de cuidados com a saúde, que vão deixar seu dia com muito mais energia. Confira:

  1. Beber bastante líquido ao longo do dia, no mínimo 2 litros de água.
  2. Dormir bem, cerca de oito horas por noite. Não deixar a TV ligada, evitar mexer no celular, desligar aparelhos que emitam ruídos ou luzes, capazes de interferir e prejudicar o repouso.
  3. Fazer exercícios físicos com regularidade (pelo menos, três vezes por semana). Não precisa ser uma rotina atlética, apenas pôr o corpo para funcionar: caminhada, pedalada, corrida, academia… O que for mais conveniente à rotina.
  4. Alimentação é combustível. Quanto melhor a qualidade, melhor o nosso desempenho. Verduras, legumes, frutas, sementes, grãos, carnes magras, peixes, pouco sal e açúcar, tudo para uma nutrição equilibrada e saudável. Comer na medida da fome, sem excessos é recomendável também, assim como evitar alimentos ultraprocessados e refrigerantes.
  5. Fazer checkup regularmente e ter em dia os exames preventivos.
  6. Manter atualizada a carteira de vacinação.
  7. Fazer atividades que sirvam de respiro à correria do dia a dia: leitura, música, passeios ao ar livre, conversa com amigos (sempre observando os protocolos sanitários por conta da pandemia) e outras atividades lúdicas.

Fonte SOL: Empresa brasileira de sustentabilidade e energia solar que, através de custos acessíveis, está democratizando a energia sustentável no País. 

Mesmo ainda com muitos casos confirmados de COVID-19 aqui no Brasil, afetando parte das empresas com os desfalques de colaboradores, a Europa pode estar caminhando para ‘uma espécie final da pandemia’, baixando restrições e até dispensando uso de máscaras. Com isso, será que chegou a hora encararmos uma ‘vida normal’? Rebeca Toyama, especialista em estratégia de carreira e bem-estar financeiro comenta sobre o desafio que as empresas enfrentam com a volta do trabalho presencial e ainda fala sobre o momento certo para organizar as finanças, tendo em vista as incertezas sobre os efeitos desta nova onda da pandemia.

O crescimento de casos tem levado a desfalques e muitas organizações se questionam sobre como proceder com as equipes para evitar a perda da produtividade.

De acordo com o Jornal EuroNews, o diretor regional da Organização Mundial da Saúde, Dr Hans Kluge, comentou sobre as variantes Ômicron e Delta onde afirmou que a pandemia está longe de terminar, mas o COVID pode se tornar uma doença sazonal nos próximos meses. “A variante Ômicron, que os estudos mostraram ser mais contagiosa que a Delta, geralmente leva a infecções menos graves entre as pessoas vacinadas, aumentou as esperanças de que o COVID está começando a mudar de uma pandemia para uma doença endêmica mais gerenciável, como a gripe sazonal”, disse Kluge, diretor regional da região europeia da OMS.

Portanto, mesmo com a maioria dos brasileiros vacinados com a dose de reforço e diante de tantas informações e também fake news a população tem ficado com receio de aos poucos irem voltando à normalidade, uma vez que as empresas estão precisando dos colaboradores mais perto, no formato híbrido ou mesmo de forma presencial. O crescimento de casos tem levado a desfalques e muitas organizações se questionam sobre como proceder com as equipes para evitar a perda da produtividade.

Para a especialista, as empresas e os colaboradores tiveram que se adaptar a uma forma nova de trabalho e muitos sofreram com isso. “Observo que nem as empresas como nem os próprios colaboradores estavam preparados para essa mudança de modalidade de trabalho, mas o que vimos é que esse é o futuro com todos seus benefícios e desafios. As empresas começam a entender que precisam investir na liderança e criar ambientes mais flexíveis e colaborativos para evitar o clima tenso nesse cenário de instabilidade”, comenta Rebeca Toyama, especialista em estratégia de carreira e bem-estar financeiro.

Mas ainda é necessário lembrar que, diante do home office, há muitos profissionais sofrendo com os impactos que a pandemia trouxe: o burnout. Então, este é o momento em que as empresas precisam acender o alerta com a saúde mental dos colaboradores e medirem esse índice. Há inúmeras ferramentas para isso, bem como os indícios claros de esgotamento e dificuldades de gerir e participar de reuniões on-line, cumprir metas e entregar resultados.

Segundo uma pesquisa encomendada pela Microsoft realizada em oito países pela empresa de análises Harris, no fim de 2020 foram os brasileiros que relataram ter maior impressão de estarem sendo afetados pela síndrome de burnout: 44% dos participantes disseram que a pandemia aumentou a sensação de exaustão no trabalho. O motivo? O fato de estarem sempre on-line e sem perspectivas de encontros e rotinas próprias da vida profissional que são desempenhadas no dia a dia das equipes.

“O papel das empresas é repensar e inovar algumas rotinas e dar uma atenção especial também à saúde mental dos colaboradores. Nem sempre é fácil identificar precocemente um colaborador com síndrome de burnout, já que os primeiros sinais da doença não se manifestam de maneira intensa. Mas, dentre os variados sintomas apresentados pela doença, tendo como uma das principais consequências a queda de produtividade, é comum observar falta de concentração, sentimento de fracasso, insegurança e alterações repentinas de humor. Por isso, é de suma importância os líderes estarem preparados para lidar com essa situação”, revela Rebeca.

E já estamos no momento ‘certo’ para organizar melhor as finanças?

De acordo com a especialista Rebeca Toyama, todo momento é o certo para se iniciar algum tipo de cronograma de reserva ou até mesmo organizar algumas contas que estão em atraso e sair das dívidas, pois nunca é tarde para se mudar de hábito. A persistência da pandemia nos leva a pensar que é preciso estar preparado com o orçamento doméstico, as contas em dia e o planejamento em tempos de incerteza.

Quando se fala em finanças, pode-se trazer o tema bem-estar financeiro a fim de levar consciência e transformar a forma como as pessoas se relacionam com o dinheiro. Como se sabe, a população brasileira não tem o comportamento de poupar, e para se iniciar uma vida próspera, feliz e repleta de bem-estar se começa na mudança do estilo de vida e nos hábitos que as famílias têm com o dinheiro.

“Sim, esse pode ser o começo de um novo ano repleto de mudanças voltadas para o bem-estar pessoal e bem-estar financeiro. Uma nova variante ou a pandemia não podem ser desculpas para não organizar as finanças. O estresse financeiro traz para a vida das pessoas desconforto, cansaço físico e psicológico e ainda pode afetar e muito na área profissional. O que é necessário se modificar para melhorar as finanças é ter uma postura sustentável pois diversas vezes gastamos por impulso, especialmente nestes tempos fazendo do consumo uma desculpa ou válvula de escape”, finaliza Toyama.

Especialista em estratégia de carreira e bem-estar financeiro, traz algumas dicas para as empresas e para os profissionais lidarem com essa nova fase do trabalho híbrido, mantendo a saúde mental em dia.

Para empresas:

1- Não aguardem o momento ideal para cuidar de seus colaboradores, o melhor momento é agora, não sabemos quando o “normal” volta e nem qual seria esse “normal”;

2- Invistam na liderança, nos atuais e nos novos, líderes podem ser fonte de soluções quando preparados ou de problemas quando não preparados;

3- Aproveitem os desafios atuais para inovar e serem mais sustentáveis.

Para profissionais:

1- Não esperem a pandemia parar para cuidar de seu bem-estar e de suas finanças, a hora é agora!

2- Escolha um estilo de vida alinhado com seus objetivos pessoais, profissionais e financeiros;

3- Inclua em sua rotina hábitos que te aproximem de suas metas e exclua os hábitos que te afastam delas.


Sobre Rebeca Toyama

Rebeca Toyama é fundadora da ACI que tem como missão desenvolver competências dentro e fora das organizações para um futuro sustentável. Especialista em educação corporativa, carreira e bem-estar financeiro. Possui formações em administração, marketing e tecnologia. Especialista e mestranda em psicologia. 

A partir deste mês, os aposentados e pensionistas não precisam mais fazer a prova de vida presencialmente nos bancos onde recebem o benefício. Com a nova portaria, assinada pela Presidência da República, a prova de vida poderá ser feita pelo cruzamento de dados dos Governos Federal, Estaduais e Municipais, além de instituições privadas. A medida facilitará principalmente os beneficiários com problemas de locomoção, e é um avanço para a garantia de continuar a receber o benefício frente as medidas de prevenção do Coronavírus.

É extremamente importante seguir com as recomendações para evitar ataques de invasão a aparelhos com dados pessoais e acesso à internet, como celulares, tablets, computadores e outros dispositivos

A medida beneficiará todos os aposentados e pensionistas. No entanto, este público é um dos alvos mais crescentes dos criminosos cibernéticos. Segundo o INSS, o Brasil tem cerca de 36 milhões de aposentados e pensionistas, aproximadamente cinco milhões deles com mais de 80 anos. Por isso, é extremamente importante seguir com as recomendações para evitar ataques de invasão a aparelhos com dados pessoais e acesso à internet, como celulares, tablets, computadores e outros dispositivos.

Luli Rosenberg é formado em Combate a Crimes digitais e Perícia Forense Digital pelo IFCI (EUA), também é membro de fóruns internacionais de hackers éticos e palestrante de cibersegurança ofensiva e defensiva. O especialista recomenda que seja repensada a segurança de idosos nos dias atuais, principalmente por conta do impacto que isso pode trazer para o recebimento dos benefícios do INNS. Algumas das principais orientações são:

Exposição de dados

É bastante comum pessoas deixarem senhas e informações pessoais com o computador aberto, assim como as câmeras de diversos dispositivos ficam cada vez mais tempo ativadas e selfies se proliferam nas redes sociais. “É justamente a busca por informações sensíveis, muitas vezes expostas desnecessariamente e por descuido, a primeira arma que o hacker tem. Dessa forma, ele pode não só encontrar dados confidenciais, como descobrir redes de relacionamento pessoal e profissional para enviar, por exemplo, um e-mail se passando por outra pessoa para infectar, roubar informações pessoais e controlar um computador”, alerta o especialista da CySource.

Aprimorar conhecimento sobre Segurança:

Apesar de já ser comum em alguns países, no Brasil ainda não vimos grandes campanhas de conscientização sobre cibersegurança para mostrar como acontecem os crimes virtuais. Com a falta de conhecimento, alguns ataques bastante populares como o phising, golpe que engana as vítimas com sites e aplicativos falsos, crescem cada vez mais. As tentativas nessa modalidade podem chegar por diversos meios, como SMS, e-mail, aplicativos de mensagens e falsas atualizações. Basta que a vítima clique em um link malicioso ou digite informações em uma página falsa para que o hacker consiga controlar a sua máquina. “Para evitar esse ataque, é fundamental analisar com atenção se a mensagem era esperada pelo remetente e se estava no prazo previsto. No caso de dúvidas, deve-se entrar em contato diretamente com o responsável pelo envio por meio de um outro canal de comunicação para confirmar a sua veracidade” recomenda Rosenberg.

Realizar as atualizações nos dispositivos: 

A maioria das pessoas não gosta de parar e esperar para fazer atualizações. Contudo, não atualizar softwares e smartphones facilita o caminho de possíveis invasores, já que as novas versões apresentam correções e melhorias relacionadas principalmente a segurança. Com bastante frequência um programa ou sistema operacional é lançado e, depois disso, são descobertas falhas de vulnerabilidades para possíveis ataques.  De acordo com o especialista da CySource, as atualizações têm a finalidade justamente de corrigir esses problemas. “Quando não se realiza atualizações de segurança nos sistemas, pode-se manter no seu ambiente vulnerabilidades já conhecidas e que podem ser exploradas mais facilmente por hackers mal-intencionados”, alerta.


Luli Rosenberg, Hakcer Ético e professor na CySource no Brasil, alerta para os cuidados que idosos devem ter para proteção de dados

O que é herpes zoster?

por Ricardo Bastos

A herpes zoster é uma doença viral que, geralmente, infecta o indivíduo na infância, causando o quadro de varicela (catapora). O vírus passa por uma fase de disseminação hematológica até atingir a pele e, após, caminha pelos nervos periféricos até atingir os gânglios nervosos, onde pode permanecer em latência por toda a vida.

“Situações diversas, como em pacientes portadores de doenças como AIDS, leucemia, doença de Hodgkin e outras, podem ocasionar uma reativação do vírus, fazendo-o se movimentar pelo nervo periférico até atingir a pele, causando as erupções características dessa doença”, explica a Dra. Giovanna Mori Almeida, dermatologista do Hospital Albert Sabin (HAS).

Doentes em tratamento com imunossupressores, como uso prolongado de corticoides, por exemplo, e pessoas que tiveram contato com infectados com varicela, ou até mesmo com outro doente de zoster, podem desenvolver a doença.

A herpes zoster pode deixar complicações mesmo depois da resolução da fase de infecção aguda. “Isso acontece porque durante o processo inflamatório da infecção pelo vírus, o paciente pode ter uma lesão definitiva do nervo ou da raiz, denominada neuralgia pós-herpética”, diz o neurologista do HAS, Dr. Felipe Saad.

Os sintomas são, geralmente, dores nevrálgicas que antecedem as lesões cutâneas e o tratamento deve ser iniciado o mais precoce possível, com medicamentos antivirais e analgésicos. “Quanto mais cedo for a intervenção médica, menores as chances de complicações e de neuralgia pós-herpética”, adverte a Dra. Giovanna.

Outras sequelas que a herpes zoster pode causar são:

  • Comprometimento do nervo trigêmeo, particularmente do ramo oftálmico, podendo danificar a córnea;
  • Acometimento do nervo facial (Paralisia de Bell), levando à distorção do rosto;
  • Comprometimento do nervo geniculado, devido às lesões no nervo facial e auditivo, podendo ocorrer zumbidos, vertigem e distúrbio de audição.

O diagnóstico da doença se dá através de exame clínico e histórico do paciente. “Antes de surgirem as feridas, o indivíduo pode sentir uma sensação estranha, como um toque desagradável da pele, chamado de anodinia”, acrescenta o Dr. Saad.

Importante salientar que existe vacina contra a herpes zoster, aprovada pela ANVISA e indicada principalmente aos pacientes com mais de 50 anos, fase de maior risco de infecção. A vacinação também ajuda a diminuir a dor aguda e crônica, contudo, não é eficaz sobre herpes tipo 1 (oral) e herpes tipo 2 (genital), somente sobre a tipo 3 (zoster).

Por Dr. Rodrigo Ferrarese

Os pólipos uterinos são crescimentos que ocorrem no revestimento interno (endométrio) do útero. Por esse motivo, às vezes são chamados de pólipos endometriais. Eles são formados pelo crescimento excessivo do tecido endometrial e normalmente estão presos ao endométrio por uma haste fina ou uma base larga e se estendem para dentro do útero. Geralmente não são cancerosos, mas podem causar problemas relacionados à menstruação e à fertilidade.

Os pólipos podem ser redondos ou ovais e variam de tamanho em alguns milímetros (pense em uma semente de gergelim) até alguns centímetros (o tamanho de uma bola de pingue-pongue, por exemplo) ou maiores. Pode ser que a mulher tenha um ou vários pólipos presentes.

Qualquer mulher pode desenvolver pólipos uterinos?

Os pólipos uterinos têm maior probabilidade de se desenvolver em mulheres entre 40 e 50 anos do que em mulheres mais jovens. Isso porque ocorrem normalmente em mulheres na pré-menopausa ou após a menopausa, mas raramente são identificados em mulheres com menos de 20 anos.

Suas chances de desenvolver pólipos uterinos podem aumentar se você estiver com sobrepeso ou obesa, tiver pressão alta (hipertensão) ou se estiver tomando tamoxifeno, um medicamento usado para tratar o câncer de mama.

Quais são as causas dos pólipos uterinos?

A verdade é que a razão exata pela qual os pólipos se formam ainda é desconhecida, mas consideramos as oscilações nos níveis hormonais como um fator. O estrogênio, que desempenha um papel no engrossamento do endométrio a cada mês, é um dos hormônios que pode estar relacionado ao crescimento dos pólipos uterinos.

Quais são os sintomas dos pólipos uterinos?

Os sintomas incluem:

  • Períodos menstruais irregulares
  • Fluxo excepcionalmente intenso durante a menstruação
  • Sangramento ou manchas entre menstruações
  • Sangramento vaginal após a menopausa
  • Infertilidade
  • O sintoma mais comum de fato períodos menstruais irregulares ou imprevisíveis
  • Outros sintomas incluem sangramento menstrual prolongado ou excessivo (menorragia ou hipermenorreia), sangramento entre os períodos e sangramento após a menopausa ou relação sexual. Os pólipos uterinos são a causa de sangramento anormal em cerca de 25% desses casos.
  • A incapacidade de engravidar ou de abortos espontâneos também são possíveis sintomas de pólipos uterinos.

Como os pólipos uterinos são diagnosticados?

Em primeiro lugar, durante a consulta clínica na qual o ginecologista deve procurar saber seu histórico menstrual e possível dificuldade para engravidar. É importante que essa conversa seja franca e que a paciente mencione todo e qualquer sintoma incomum que esteja experimentando, como sangramento excessivo ou escapes entre os períodos, por exemplo.

O médico também fará um exame ginecológico e poderá solicitar exames ou procedimentos adicionais. Esses testes podem incluir:

Ultrassom transvaginal: é um procedimento no qual um dispositivo portátil fino, denominado transdutor de ultrassom, é inserido na vagina. O dispositivo emite ondas sonoras, que fornecem uma imagem do interior do útero, incluindo eventuais irregularidades que possam estar presentes.

Histerossonografia ou sono histerografia: é um procedimento relacionado que pode ser realizado após a ultrassonografia transvaginal. Um fluido estéril é introduzido no útero por meio de um tubo fino denominado cateter. O fluido faz com que o útero se expanda, fornecendo uma imagem mais clara de quaisquer crescimentos dentro da cavidade uterina durante o procedimento de ultrassom.

Histeroscopia: pode ser usada para diagnosticar ou tratar pólipos uterinos. Durante esse procedimento, o médico insere um tubo longo e fino com um telescópio iluminado (histeroscópio) através da vagina e do colo do útero até o útero. O histeroscópio permite que o médico examine o interior do útero. A histeroscopia é algumas vezes usada em combinação com a cirurgia para remover os pólipos.

Histeroscopia para identificar pólipos uterinos

Biópsia endometrial: o médico usa um instrumento de plástico macio para coletar tecido das paredes internas do útero. A amostra é enviada ao laboratório para análise para determinar se há alguma anormalidade.

Qual é o tratamento para pólipos uterinos?

O tratamento pode não ser necessário se os pólipos não apresentarem sintomas, ou seja, não interferirem na qualidade de vida da mulher. No entanto, os pólipos devem ser tratados se causarem sangramento intenso durante os períodos menstruais ou se houver suspeita de serem pré-cancerosos ou cancerosos. Ainda, devem ser removidos se causarem problemas durante a gravidez, como aborto espontâneo, ou resultar em infertilidade em mulheres que desejam engravidar. Além disso, recomenda-se que, se um pólipo for descoberto após a menopausa, ele deve ser removido.

Os possíveis tratamentos para os pólipos uterinos incluem:

Medicamentos que ajudam a regular o equilíbrio hormonal podem ser usados como tratamento temporário. Esses medicamentos contribuem para aliviar os sintomas. No entanto, os sintomas geralmente retornam depois que os medicamentos são interrompidos.

Histeroscopia cirúrgica é talvez o método de tratamento mais comum para a retirada dos pólipos. Trata-se de uma cirurgia sem cortes.

Caso não seja possível remover um pólipo, pode ser que uma cirurgia adicional seja necessária. A histerectomia (remoção do útero) normalmente é considerada apenas nos casos em que células cancerosas são encontradas nos pólipos uterinos.

Como prevenir os pólipos uterinos?

Infelizmente não há prevenção. Por isso, é importante manter consultas regulares com o seu ginecologista e ficar atenta a qualquer alteração em especial no seu ciclo menstrual e menstruação. Além disso, vale ficar alerta para os fatores de risco, como obesidade, hipertensão ou uso de tamoxifeno para tratar câncer de mama.

 

Sobre Dr. Rodrigo Ferrarese

O especialista é formado pela Universidade São Francisco, em Bragança Paulista. Fez residência médica em São Paulo, em ginecologia e obstetrícia no Hospital do Servidor Público Estadual. Atua em cirurgias ginecológicas, cirurgias vaginais, uroginecologia, videocirurgias, cistos, endometriose, histeroscopias, pólipos, miomas, doenças do trato genital inferior (HPV), estética genital (laser, radiofrequência, peeling, ninfoplastia), uroginecologia (bexiga caída, prolapso genital, incontinência urinaria) e hormonal (implantes hormonais, chip de beleza, menstruação, pílulas, DIU…).  Mais informações podem ser obtidas pelo perfil @dr.rodrigoferrarese ou  pelo site https://drrodrigoferrarese.com.br/

Hoje estamos enfrentando um estresse prolongado que tem gerado doenças ou piorando as já existentes. Além de prejudicar o funcionamento saudável do nosso organismo, a Síndrome Estresse Covid está modificando o nosso comportamento com certas compulsões que trarão outros problemas de saúde: ou seja, é muito comum que o estresse leve a pessoa a consumir mais doces e alimentos ricos em carboidratos, alimentos chamados de confort food, ou, comida que traga conforto. E notório então o ganho ponderal de peso pós pandemia e também o aumento dos quadros de diabetes. Também já é notório o aumento do consumo patológico de álcool e outras drogas, causado por esse mesmo estresse.

Um dos efeitos mais nocivos que está se apresentando hoje é a normalização do que é patológico. Por exemplo, as pessoas hoje já começaram a se acostumar com o fato do transtorno de ansiedade se tornar corriqueiro. As pessoas já estão normalizando a situação, minimizando o problema. Não importa se está todo mundo adoecido, mais ansioso e sofrendo com algum transtorno, e não faz diferença quem sofre mais ou menos, uma vez que a doença está sendo vista como algo normal nos dias de hoje, o que é muito perigoso– Alerta a Dra.  Gesika Amorim.

Hoje há uma enorme multidão de pessoas que desenvolveram quadros de ansiedade e depressão, e aquelas que já tiveram esse problema antes da pandemia, e mesmo com a situação controlada, voltaram a ter crises mais frequentes e intensas. E isso tem agravado, principalmente, na saúde mental de crianças e adolescentes.

Com um evento tão adverso em uma escala global, sendo ainda considerada um fator de estresse e violência, a pandemia quebrou o ciclo do desenvolvimento das crianças, seja através de alterações na arquitetura cerebral, alterações imunológicas e hormonais, e também estresse parental e social que pode prejudicar o crescimento e desenvolvimento da criança; o estrese crônico vai comprometer este desenvolvimento – Explica a Dra.  Gesika Amorim.

A saúde mental da criança e do adolescente – Os desafios e as consequências futuras no pós-pandemia

O maior problema é que, com o “novo normal”, e como já dito, o Transtorno de Ansiedade está sendo visto e levado como não patológico. A doença está se normalizando, as pessoas estão se acostumando com os sintomas de palpitações, sudorese nas palmas das mãos, expectativa de coisas ruins sensação de desesperança e sofrimento, minimizando o problema.

Outro grande problema que faz parte do novo normal, e que está atingindo crianças e adolescentes, são as mudanças comportamentais.

 Crianças entre 2 a 4 anos de idade perderam, praticamente, dois anos do início de suas vidas, são crianças que não conviveram em sociedade, elas não sabem brincar com outras crianças, não conviveram em família e, em muitas situações, não aprenderam a cumprir regras e ordens. São crianças que não tiveram infância, sem acesso a nossa realidade antes da pandemia, elas conhecem uma realidade completamente anômala, principalmente crianças que vivem em apartamentos – Alerta a Dra.  Gesika Amorim.

Muitas destas crianças estão com dificuldade de se ressocializarem com seus colegas, inclusive com a volta às aulas, sentindo-se inseguras no contato com o ambiente escolar. Adolescentes passaram a se isolar ainda mais com a pandemia, voltando-se para as telas, com jogos virtuais ou fazendo uso excessivo das redes sociais, afastando-se ainda mais da realidade.

Os adolescentes, na faixa de 12 a 16 anos de idade, ficaram dois anos em casa, em uma fase em que a socialização é muito importante. Esses adolescentes ficaram convivendo online, no mundo virtual. A consequência é que agora temos uma juventude que não sabe lidar com o embate, não sabem trabalhar o emocional. Estamos tendo uma leva de adolescentes com transtornos comportamentais, transtornos de humor e quadros depressivos, isso porque eles não conhecem as emoções ruins, não sabem viver em sociedade, e agora precisam encarar a realidade – diz a Dra.  Gesika Amorim.

É urgente que todos nós, médicos, pais, professores, cidadãos, governantes, olhem com atenção a este problema, poraquê ele é só o início de um iceberg. O retorno das aulas e consequentemente o viver em sociedade causara um boom de transtornos comportamentais” – finaliza a especialista.


 

Dra Gesika Amorim é Mestre em Educação médica, com Residência Médica em Pediatria, Pós Graduada em Neurologia e Psiquiatria, com formação em Homeopatia Detox (Holanda), Especialista em Tratamento Integral do Autismo. Possui extensão em Psicofarmacologia e Neurologia Clínica em Harvard. Especialista em Neurodesenvolvimento e Saúde Mental; Homeopata, Pós Graduada em Medicina Ortomolecular – (Medicina Integrativa), dentre outros títulos.

Instagram: @dragesikaautismo

Site: https://dragesikaautismo.com.br

O café é a 2ª bebida mais consumida no Brasil, só ficando atrás da água. Na média, os brasileiros bebem de 3 a 4 xícaras de café por dia, o que equivale a aproximadamente 5,8kg ao ano.

É o que revela um estudo realizado pela plataforma CupomValido.com.br com dados da Organização Internacional do Café (OIC) e Dieese.

De um total de 193 países, o Brasil está entre os top 15 países que mais consome café no mundo, na atual posição 14ª.

No topo do ranking, está a Finlândia, com um consumo de mais que o dobro dos brasileiros, aproximadamente 12kg per capita ao ano. Uma das explicações do alto consumo é o clima do país. Localizado no norte do planeta, a Finlândia possui temperaturas de extremo frio no inverno. Para aquecer a temperatura corporal, os finlandeses costumam tomar de 5 a 8 xícaras de café durante todo o dia (inclusive à noite nos jantares).

A paixão dos brasileiros

O tipo de café preferido dos brasileiros é o café expresso (opção pura do café e sabor mais forte). Em segundo lugar está o pingado ou café com leite (mistura de 80% de leite com 20% de café).

O capuccino fica na terceira posição, e é uma mistura de café, leite, chocolate, noz moscada e canela. O macchiato (50% expresso e 50% creme de leite) e o café latte (versão encorpada do cappucino), estão na quarta e quinta posição, respectivamente.

Com relação à produção de café, o Brasil está no topo no ranking mundial, e o mais incrível é que o país detém este título por mais de 150 anos. Aproximadamente 40% de toda produção mundial, vem do Brasil. Os principais estados produtores são Minais Gerais, São Paulo e Paraná.

Maior preço dos últimos 25 anos

Apesar do Brasil ser o maio produtor mundial de café, a bebida teve um dos maiores aumentos dos últimos 25 anos no Brasil. Nos últimos 12 meses a bebida teve um aumento de mais de 40%.

No caso de Florianópolis, a capital com a cesta básica mais cara do país, o aumento foi de impressionantes 60%.

Um dos motivos do aumento relevante nos preços, está relacionado ao dólar. A saca do café é cotada na Bolsa de Nova York, e é utilizado o dólar como moeda base. Como nos últimos tempos o dólar teve um aumento relevante frente ao real, a consequência é que o preço do café também sofreu um aumento significativo.

FonteOrganização Internacional do CaféCupomValido.com.brDieese

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